Blog do Ayala - Polícia Comunitária

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AÇÃO SOCIAL 15ªDP / SEÇÃO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA

AÇÃO SOCIAL 15ªDP / SEÇÃO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA
“AÇÃO PELA VIDA E PELA PAZ EM CEILÂNDIA”
Neste dia 20 de outubro de 2012 (sábado) a 15ªDP/PCDF, realizou na QNN 03, em Ceilândia Norte, a importante Ação Social, integrando instituições governamentais, não governamentais e do 3º Setor, agregando a filosofia e a estratégia de Polícia Comunitária, envolvendo a sociedade na responsabilidade que é de todos, com relação à Segurança Pública .

O projeto AÇÃO PELA VIDA E PELA PAZ EM CEILÂNDIA, consiste em um pontapé inicial para levar à comunidade da QNN 03 cidadania, presença do poder público, autoestima, atenção, oportunidades de envolvimento comunitário em atividades culturais e lúdicas que envolvam os jovens ociosos.

36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack
Encerrou nesta sexta-feira, 16 de agosto de 2013, a terceira etapa do Curso Treinamento de Abordagens Humanizadas para Usuários de Crack, formatado pela SENASP/Ministério da Justiça e coordenado pela SUPROC/SSP/DF.
Esta última etapa consistiu em TÉCNICAS DE ABORDAGENS A VULNERÁVEIS, tendo nos seus cinco dias aulas de Instrumentos do Direito Internacional dos Direitos Humanos aplicados ao Uso da Força; Presença Verbalização e Postura Policial; Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (Tonfa, Bastão e Espargidor de pimenta) ; Manejo de Arma de Condutividade Elétrica (Spark) e Oficina de Vivenciamento. Esta fase aconteceu nas instalações do CENTRO DE ALTOS ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO – CAEAP da PMDF, em Taguatinga-DF e contamos com os excelentes Instrutores de defesa pessoal daquela instituição

Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua

A Organização das Nações Unidas define dois conceitos relativos à pessoa em situação de rua: o desabrigado e o sem-teto. A população em situação de rua é composta por pessoas com vários perfis diferenciados e tem a sua origem em vários fatores. O fato de existirem pessoas que vivem nas ruas ou sobrevivem nelas é um fenômeno que tem a sua origem relacionada ao modelo sócio-econômico vigente e faz parte da pobreza gerada pelo capitalismo.
Também são muitas as causas que caracterizam a população em situação de rua, tais como vínculos familiares rompidos, inexistência de endereço fixo e ausência ou insuficiência de renda.

Prevenção e Conscientização sobre Violência para Síndicos e Porteiros

Visando ações proativas na área de prevenção, a SPCOM desenvolveu projetos juntos a Síndicos e Porteiros em atividades de palestras de orientações, informações e conscientização acerca da violência de forma abrangente, bem como sobre as especificidades que envolvem os condomínios e suas rotinas, individualizando o papel do síndico, do porteiro e sobretudo do condômino, que na nossa opinião, é o maior responsável e influenciador na segurança condominial.

Gente Que Faz – Segurança Comunitária – GRUPO ATITUDE

O Grupo Atitude é uma Organização não-governamental, sem fins lucrativos, criada em abril de 1998, por um grupo de jovens moradores da região administrativa de Ceilândia.
A organização não tem vínculo partidário, estudantil nem religioso e se fundamenta nos princípios da cidadania, na luta pela garantia dos direitos civis constituídos, acreditando estar, desta forma, contribuindo para uma sociedade mais justa e solidária.
A entidade desenvolve ainda atividades de cunho social nas áreas de saúde, educação e defesa dos direitos de crianças e adolescentes em situação de exclusão social, em conflito com a lei, moradores de rua e estudantes da rede pública de ensino do DF.

O Grupo Atitude trabalhou nestes anos para encontrar respostas coletivas a esses tipos de carências, criando espaços de debates, encontros e organização envolvendo adolescentes, operadores culturais, professores e pais. A estratégia destas atividades é trabalhar o protagonismo social dos jovens da periferia, a defesa dos direitos básicos e no mesmo tempo para propor ações e projetos de inclusão social, produtiva e cultural.

Aplicativo permite consultar se alguém é procurado pela Justiça

Aplicativo permite consultar se alguém é procurado pela Justiça

É possível fazer a busca com um único dado.
Consulta revela se existe algum mandado de prisão a ser cumprido.

sinesp 300x140 Aplicativo permite consultar se alguém é procurado pela Justiça

Edição do dia 24/04/2014

sinesp cidadão 112x150 Aplicativo permite consultar se alguém é procurado pela JustiçaUm aplicativo lançado nesta quinta-feira (24) pelo Ministério da Justiça permite saber na hora se uma pessoa é procurada pela polícia. Pelo aplicativo, é possível fazer a busca com um único dado. Serve o nome do suspeito, da mãe dele, ou o número de algum documento: carteira de identidade ou CPF.

A consulta revela se existe algum mandado de prisão a ser cumprido. O aplicativo também diz qual foi o tipo de crime cometido. As informações são públicas, estão no banco de dados do Conselho Nacional de Justiça. Pelo site do CNJ, já era possível fazer a pesquisa. A diferença é que agora o acesso às informações ficou mias fácil.

Estão neste cadastro os 352 mil mandados de prisão pendentes em todo o Brasil. Ele traz a lista das pessoas que acabaram de ser condenadas ou que estão foragidas, algumas com mais de um mandado de prisão.

Pelo aplicativo não dá para fazer uma consulta sobre os antecedentes criminais. Se alguém já cumpriu pena e foi solto, o nome não vai aparecer. Com o acesso mais fácil e rápido, a tendência é que a quantidade de denúncias aumente.

Jorge Luiz Xavier 150x99 Aplicativo permite consultar se alguém é procurado pela Justiça“O lado bom da coisa é que quem é procurado sabe que vai ser muito mais fácil ser entregue a justiça. Então pro cidadão vai ser bom porque ele vai poder denunciar e o foragido, o procurado vai ser ruim porque a sensação de que vai ser apanhado a qualquer momento vai aumentar”, explica o diretor da Polícia Civil do Distrito Federal Jorge Xavier.

Sinesp Cidadão
Para consultar os dados, a pessoa precisa baixar o aplicativo Sinesp Cidadão (o mesmo que permite consultar placas de veículos roubados). Ele é gratuito. Entre as opções está o “Mandados de Prisão”. Basta clicar, digitar os dados da pessoa, como nome completo ou número do documento. Assim que o nome é localizado, o sistema informa mais detalhes sobre o procurado.

Se identificar um mandado em aberto, a pessoa pode chamar a polícia, que irá cumprir a ordem de prisão. A função já está disponível para Android e será habilitado no sistema IOS em até dez dias, segundo o Ministério da Justiça.

Aplicativo ajuda no combate contra roubos e furtos de veículos no Brasil

Fonte:http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/04/aplicativo-permite-consultar-se-alguem-e-procurado-pela-justica.html

Sandro Avelar deixa a Secretaria de Segurança do DF

Sandro Avelar deixa a Secretaria de Segurança do DF

SANDRO AVELAR 300x199 Sandro Avelar deixa a Secretaria de Segurança do DF

Sandro Avelar deixa o cargo Foto: Reprodução

Após três anos no cargo, o Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, deixa a função. Delegado federal, e exímio combatente da criminalidade, o agora, ex-secretário de Segurança, traça um diagnóstico assustador no que tange a criminalidade do DF.

Segundo Avelar, Brasília está longe de conseguir combater a criminalidade que nela existe.  Isso se deve, segundo ele, devido à legislação brasileira que possui um texto arcaico e obsoleto quando o assunto é segurança pública.

A atuação de Sandro Avelar foi marcada por inúmeras polêmicas.  Um dos fatores que talvez tenha sido a gota d’água para que o secretário jogasse a tolha, foi o fato de o GDF não ter honrado promessas feitas à Polícia militar. Isso ficou claro no final de fevereiro, quando Avelar cobrou, numa tensa reunião com governador Agnelo Queiroz, que o petista desse o aumento salarial reivindicado pelos policiais militares e bombeiros.

Na ocasião, Sandro, que é sindicalista, lembrou que o governador havia prometido o aumento para a classe. Agnelo disse ser impossível o aumento. Durante a reunião, Sandro pediu exoneração do cargo, o que acabou sendo aceito pelo governador.

Opinião de Especialista

ADERIVALDO 300x225 Sandro Avelar deixa a Secretaria de Segurança do DF

De acordo com Aderivaldo Cardoso – especialista em segurança pública e cidadania – a atuação de Sandro à frente da Secretaria de Segurança Pública, no todo, não foi ruim. De acordo com o especialista, a segurança pública teve alguns avanços. “Os conselhos comunitários tiveram uma ampliação, mas ainda de forma muito sutil, pois quem escolhe os integrantes são entidades jurídicas, o que não dá representatividade aos conselhos”, explica.

Talvez a principal crítica da população com relação a atuação de Sandro Avelar, tenha sido no abandono dos postos policiais comunitários por parte da PM. Nesse sentido, Aderivaldo afirma que “os postos comunitários foram abandonados por falta de uma política séria para eles, pois ocorreu um jogo de empurra entre a PM e a secretaria”. Segundo ele, a falta de pulso da Secretaria deixou “a vida levar”.

Aderivaldo Cardoso explica, ainda, que as ações de Sandro Avelar foram polêmicas porque ele sempre foi mais político do que técnico. Outro ponto importante foi à migração dos postos fixos para os postos móveis.Para o especialista, a Secretaria de Segurança deve ser a gestora do sistema.“Dentro do projeto ação pela vida, havia a ideia de se criar um núcleo de estudo da violência, semelhante ao Instituto de Segurança do Rio de Janeiro, com uma visão mais sociológica focada nas vitimas e menos de analise criminal”, destacou.

Por fim, Aderivaldo afirma que a secretaria deveria usar do recurso de analise criminal para definir os pontos críticos e dessa forma, apontar onde seriam distribuídos os policiais e desenvolvidas as ações. Isso não saiu do papel.

Ao todo, o GDF construiu 130 postos da Polícia Militar e cada unidade custou o montante de R$ 120 mil. A soma do gasto para a construção dos postos que hoje estão abandonados chega a R$ 15,6 milhões.

Por Jean Marcio Soares

Da Redação

redacao@guardiannoticias.com.br

Fonte: http://guardiandf.com.br/index.php/guardian-mobile/item/13686-sandro-avelar-deixa-a-secretaria-de-seguran%C3%A7a

http://aderivaldo23.wordpress.com/2014/04/04/sandro-avelar-deixa-a-secretaria-de-seguranca/

 

 

 

SÃO PAULO – SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

SÃO PAULO – SP

POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

POLÍCIA COM EM SP 300x168 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA filosofia da Polícia Comunitária implantada pela PM de São Paulo atravessou as fronteiras do território nacional, cruzou a linha da América Latina e Central e agora está em implantação em mais 25 países da África e Caribe.

em parceria JICA 150x113 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAEm parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA, na sigla em inglês), a Polícia Militar utilizou sua experiência em polícia comunitária – adquirida por meio de intercâmbio com o Japão – para formar 128 oficiais de polícia em cinco países da América Central: Honduras, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador e Guatemala. Foram realizadas 14 edições do curso internacional de formação de multiplicadores.

Experiência do Japão

O Japão acumula experiência de 130 anos em policiamento comunitário. As atividades são realizadas por meio de postos policiais menores (Kobans) e maiores (Chuzaisho). Em 2002, existiam 6,5 mil kobans e 8,1 mil chuzaishos com 8,4 mil policiais (40% da força policial do país atuando principalmente, na prevenção.

Base Distrital Comunitária Chuzaisho sp SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORANas Bases Comunitárias do Japão o policial comunitário divulga os índices mensais de furtos, roubos e acidentes de trânsito na frente do Koban. Desta forma a comunidade é alertada que ela também deve tomar os cuidados necessários para evitar roubos, furtos e acidentes. No Brasil, propriamente na PMESP, há casos da implementação de policiamento no modelo de “chuzaishos” em áreas rurais.

koban de sp 150x112 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA    base comunitaria jardim angela 150x114 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA   Base Comunitária sp 150x114 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

O início

A história da Polícia Comunitária começou em 1997, inspirada no modelo canadense. Foi implantada uma Base Comunitária no centro da Capital, que auxiliou na queda da criminalidade na região.

Apesar dos bons resultados, era preciso melhorar a questão administrativa e adaptar o programa à realidade local. Para isso, foi necessário procurar outros modelos para serem implantados em São Paulo. Entre 1999 e 2000, foi testado o modelo japonês, cujas técnicas foram consideradas mais eficazes.

koban 121x150 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAO conceito importado do Japão, onde as bases comunitárias são chamadas de Koban e Chuzaisho, existe há mais de 100 anos. O prazo para obter resultados a partir da experiência com o modelo era de três anos, mas, em menos de dois, a polícia conseguiu sedimentar a sensação de segurança da população do centro da cidade de São Paulo. A comunidade já conhecia o policial e ele, por sua vez, atendia às expectativas.

Em 2005, a PM paulista firmou um convênio com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), e trouxe o sistema de bases comunitárias fixas.

Hoje, o Brasil exporta ideias para o Japão, como as Bases Comunitárias de Segurança Móveis. Os japoneses, até então, trabalhavam somente com os modelos fixos.

Cooperação da KOBAN, a Polícia Comunitária do Japão, com a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Status de Diretoria

Desde 2008, a antiga Divisão de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar assumiu status de Diretoria para otimizar a difusão de dois dos três pilares do suporte doutrinário, que são Direitos Humanos e Polícia Comunitária.

Desta forma, houve a expansão do conhecimento, práticas, técnicas e táticas do modelo de policiamento comunitário. Essa difusão pode ser exemplificada com a expansão para outros estados do Brasil e países da América Central e Caribe.

Cooperação da KOBAN, a Polícia Comunitária do Japão, com a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Jardim Ranieri e Ângela, exemplos de sucesso

jardim ranieri 150x112 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAHá 12 anos, o Jardim Ranieri era um lugar muito, mas muito perigoso. Com o desafio de transformar esta realidade, a polícia passou a atuar em conjunto com a comunidade local. Assim, a PM se viu obrigada a mudar sua forma de atuação. Além da responsabilidade de reprimir crimes, a polícia começou a transformar o cenário por meio da instalação da Base Comunitária de Segurança.

jardim ranieri2 150x112 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAOs policiais passaram a visitar os moradores. Foi por meio de ações como essas que a comunidade começou a confiar na PM e a denunciar crimes que antes permaneciam obscuros.

Outro exemplo de sucesso é o distrito do Jardim Ângela. Também localizado na zona sul de São de São Paulo, foi considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1996, o local mais violento do planeta. Mas graças a uma série de políticas de segurança pública os índices criminais estão controlados.

jovem cidadao 2012 150x76 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORADurante esses mais de 16 anos, através de ações sociais como o projeto “Jovem Cidadão” e o projeto “Canteiros”, a polícia conseguiu se aproximar dos moradores. Os índices de criminalidade da região do Jardim Ângela despencaram no período.

Para se aproximar ainda mais da comunidade e promover a cultura e o conhecimento, a Polícia Militar teve a iniciativa, com o apoio da população, de instalar uma biblioteca na Base Comunitária do Jardim Ranieri, em abril de 2008.

A biblioteca conquistou reconhecimento internacional em uma conferência sobre o tema, realizada em Londres, na Inglaterra. O encontro contou com a presença de policiais da França, Polônia, Eslováquia, Suíça e Brasil.

Também foram conquistados prêmios de grande importância nacional, como o IV Polícia Cidadã, pelo Instituto Sou da Paz; Viva Leitura, promovido pela Fundação Santilla e Ministério da Educação; e o prêmio Pontos de Leitura, do Ministério da Cultura.

http://www.ssp.sp.gov.br/acoes/acoes_comunitario.aspx

Cooperação da KOBAN, a Polícia Comunitária do Japão, com a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A Polícia mais próxima do cidadão

Se por um lado o conceito de polícia comunitária implica na formação especializada de recursos humanos, por outro a política aproximação com a população também demandou inovações estruturais, para permitir maior presença e distribuição territorial da polícia.

Guarda Civil Municipal de São José dos Campos2 150x112 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAEstas estruturas são compostas pelas Bases Comunitárias Móveis. Atualmente, o Estado de São Paulo conta com 540 delas – deste total, 250 foram adquiridas pelo Governo do Estado em 2012, em um investimento de R$ 29,6 milhões. Além disso, há 230 Bases Comunitárias de Segurança fixas e 52 Bases Comunitárias de Segurança Distritais – onde os policiais moram com suas famílias.

A Polícia Militar é multiplicadora da filosofia das Bases Comunitárias para diversos Estados brasileiros e países.

São Paulo reúne coordenadores estaduais de Polícia Comunitária

A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) promove a Reunião Ordinária Anual de Coordenadores Estaduais de Polícia Comunitária. O encontro tem como objetivo traçar as diretrizes acerca das capacitações dos profissionais da área nos cursos de Polícia Comunitária, além de discutir estratégias para consolidação de futuros convênios junto ao Governo Federal.

Esse encontro acontece desde 2006 e tem sido fundamental para a consolidação da Polícia Comunitária como filosofia de trabalho e estratégia organizacional das instituições de segurança pública. O colegiado é composto por oficiais da Polícia Militar, delegados de Polícia Civil e gestores públicos.

De acordo com o coordenador de Cursos de Polícia Comunitária da Senasp, Cristiano Curado Guedes, será apresentado, durante a reunião, o Programa de Polícia Comunitária da PM de São Paulo, desenhado em parceria com a Polícia Nacional do Japão, por meio da Agência Internacional de Cooperação do Japão (JICA), e adaptado à realidade local.

“A iniciativa paulista conta com diversas bases comunitárias de segurança e com uma interessante rotina de trabalho junto à comunidade. Vários estados já adotam a metodologia de bases fixas ou móveis para a implementação de Polícia Comunitária. A intenção da Senasp é reforçar ainda mais as atividades de prevenção nas instituições de segurança pública, de forma integrada e por intermédio de parcerias com a comunidade”, diz Cristiano Guedes.

http://mj.jusbrasil.com.br/noticias/2120352/sao-paulo-reune-coordenadores-estaduais-de-policia-comunitaria

 

Osasco forma 47 novos agentes multiplicadores de polícia comunitária

Osasco forma 47 novos agentes multiplicadores de polícia comunitária 150x96 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORANa sexta-feira, 21 de fevereiro de 2013, a Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Segurança e Controle Urbano (Secontru), promoveu a cerimônia de formatura de 47 novos GCMs (Guardas Civis Municipais) no curso de agentes multiplicadores de polícia comunitária do programa “Crack é possível vencer”, do Governo Federal, via Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), órgão subordinado ao Ministério da Justiça.

O curso tem como propósito otimizar o trabalho dos guardas municipais no combate ao uso de drogas ilícitas e, principalmente, no tratamento para com os usuários de crack. O evento, realizado no Centro de Formação e Ensino da Guarda Civil Municipal de Osasco, em Presidente Altino, formou 29 guardas de Osasco; 6 de Barueri; 5 de Embu das Artes; 5 de Cotia e 2 de Itaquaquecetuba. Todos eles atuarão como agentes multiplicadores das técnicas aprendidas no curso junto aos demais colegas de profissão de suas respectivas cidades.

Com carga horária de 120 horas, o comandante da GCM de Osasco, Paulo Siqueira, também participou do primeiro ciclo de capacitação como aluno e disse que a cidade de Osasco foi escolhida pela Senasp como polo na região para a realização do curso em virtude de sua tradição e eficiência na formação e capacitação de novos guardas, sob a coordenação de seu corpo pedagógico. “Entendemos com propriedade os anseios da GCM, da população e do Ministério da Justiça no combate às drogas. Espero que os novos agentes multiplicadores saibam de sua responsabilidade como polícia comunitária de proximidade e levem o que aprenderam para seus colegas com o objetivo de melhor atender a população e o usuário de crack de forma humana e íntegra”, ressaltou o comandante.

Segundo, o coordenador geral do Departamento de Políticas, Programas e Projetos do Ministério da Justiça, Márcio Júlio Matos, que representou a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Minc, a expectativa com a realização do curso para capacitação de agentes no tratamento e no trabalho com a população usuária de crack é a melhor possível. “O engajamento do município é essencial para a manutenção de uma política pública sólida e de qualidade para o governo federal. Osasco possui uma estrutura exemplar e de alto nível. Sabemos que a cidade desenvolverá um excelente trabalho no combate ao crack e outras drogas como preconiza o desejo da presidenta Dilma”, disse.

Realizado em três etapas, após a conclusão do curso, as Guardas Municipais receberão veículos e todos os equipamentos necessários para o trabalho e abordagem junto aos usuários de crack. Os recursos que Osasco receberá são oriundos do governo federal, que destinará R$ 4,5 milhões em investimentos para a cidade. O município receberá 300 espargidores de pimenta (spray); 100 armas taser (choque/não letal); 40 câmeras de videomonitoramento; 2 microônibus; 4 veículos de médio porte e 4 motocicletas para reforçar o aparato de segurança pública. Além da Secretaria Municipal de Segurança e Controle Urbano (Secontru), por meio da GCM, o curso conta também com a participação das secretarias de Educação e Saúde.

O programa, em sintonia com a nova prática de polícia comunitária da GCM de Osasco, tem como finalidade prevenir o uso e promover atenção integral ao usuário de crack, bem como enfrentar o tráfico de drogas com uma ação policial ostensiva e preventiva. Com as novas diretrizes, os GCM possuem um papel importante ao enfrentar a criminalidade com novo olhar policial, coibir o tráfico e organizações criminosas, além da promoção de ações de educação, informação e capacitação técnica. No eixo “Autoridade”, há o objetivo de reduzir a oferta de drogas ilícitas no Brasil, tanto no âmbito nacional como local. O intuito é fomentar a estratégia de polícia de proximidade como forma de criar espaços comunitários seguros na cidade.

 A secretária de Planejamento e Gestão de Osasco, Dulce Helena Cazzuni, explicou que a estratégia do governo Jorge Lapas é muito séria e audaciosa no combate às drogas, possibilitando um resgate dos valores humanos, principalmente da população vitimizada pelo problema. “Hoje é o início de um importante passo na mudança de mentalidade da administração. O projeto que iniciamos é uma longa e consistente caminhada. Uma das nossas frentes de trabalho está na segurança, mas há também na área da saúde, educação e assistência social. Os agentes multiplicadores deverão levar seus conhecimentos aos demais colegas de corporação, ampliar e difundir as estratégias de abordagem e técnicas de enfrentamento ao crack. Contamos com o esforço e dedicação de todos os GCMs para mudarmos a realidade na cidade”, avaliou.

O secretário de Segurança e Controle Urbano de Osasco (Secontru), André Santiago, que representou o prefeito Jorge Lapas, reforçou as características do programa. “O município é a ponta de lança do projeto do Ministério da Justiça sendo o espaço no qual se permite maior proximidade e identificação dos agentes de segurança pública com a população. Por isso, o estímulo ao policiamento comunitário visa trazer o cidadão e guardas civis para uma nova realidade ao encarar o combate às drogas. Buscamos não marginalizar o cidadão, mas entender os problemas da drogas e propiciar o resgate de vida do usuário. Espero que o efetivo policial utilize com responsabilidade seus novos instrumentos de segurança a fim de melhorar a qualidade de vida na cidade”, ponderou.

http://www.tvosasco.com.br/osasco-forma-47-novos-agentes-multiplicadores-de-policia-comunitaria/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=osasco-forma-47-novos-agentes-multiplicadores-de-policia-comunitaria

28/02/2014

Guardas Municipais terminam curso e vão dar aulas de Polícia Comunitária

Guarda Civil Municipal de São José dos Campos 150x84 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAO curso de multiplicadores de Polícia Comunitária, ministrado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), termina nesta sexta-feira (28). A capacitação foi para um grupo de 30 agentes da Guarda Civil Municipal de São José dos Campos. Em março, o grupo ministrará dois cursos de operadores de Polícia Comunitária para outros 80 guardas municipais.

Guarda Civil Municipal de São José dos Campos3 150x84 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA preparação do grupo incluiu estudo sobre segurança pública, direitos humanos, relacionamento interpessoal, abordagem policial, uso de novas tecnologias e técnicas especiais de policiamento e ações comunitárias.

Numa próxima etapa, os conhecimentos serão repassados a guardas de outros municípios interessados. O primeiro deles será um curso de Polícia Comunitária a ser ministrado em Guarulhos (SP) por três guardas indicados pela GCM a pedido da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

A formação de Polícia Comunitária faz parte do plano nacional de enfrentamento do crack e outras drogas, do Governo Federal, por meio do Programa “Crack, é Possível Vencer”. Na adesão do município ao projeto, em meados de 2013, a Guarda foi escolhida para atuar nas ações de autoridade e prevenção às drogas.

Para a execução dos trabalhos, o município receberá do Ministério da Justiça, ainda neste semestre, um microônibus que funcionará como base móvel, duas viaturas modelo sedan, duas motocicletas, 50 pistolas de eletrocondutividade (choque) e 150 ampolas de gás de pimenta. Estes equipamentos vão ampliar a capacidade operacional dos guardas que atuarão nas ruas no combate às drogas.

São José dos Campos foi escolhida pelo Senasp como cidade pólo para a formação de multiplicadores e passa a ter autonomia para receber novos cursos do Governo Federal voltados para a área de segurança, bem como para oferecer formação para outros municípios.

http://www.sjc.sp.gov.br/noticias/noticia.aspx?noticia_id=16242

 

RIBEIRÃO PRETO/SP

GUARDA CIVIL MUNICIPAL PRESENTE NA AGRISHOW 2013

Este ano a Guarda Civil Municipal de Ribeirão Preto inovou e levou sua Base Comunitária Móvel de Monitoramento Eletrônico para a Agrishow proporcionando maior segurança aos frequentadores desse importantíssimo evento.

Guarda Civil Municipal de Ribeirão Preto Scobar eficiência 150x99 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA Van conta com monitoramento eletrônico móvel por meio de quatro câmeras, sendo duas externas, uma interna e uma outra, considerada de última geração

Assim como acontece em todos os grandes eventos realizados na cidade, a Prefeitura de Ribeirão Preto levou para a Agrishow 2013, Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a Base Comunitária Móvel e uma câmera de monitoramento de última geração.

Guarda Civil Municipal de Ribeirão Preto 150x112 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA Base e a câmera estão instaladas no próprio estande da Prefeitura na feira, que prossegue até a próxima sexta-feira, dia 3, no Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro-Leste / Centro de Cana (Rodovia Antônio Duarte Nogueira Km 321 – Ribeirão Preto – SP) Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

A Base Comunitária Móvel integra o processo de melhoria da segurança da cidade, e está em atividade desde dezembro de 2012. Também integra o projeto “Olhos de Águia”. A Van conta com monitoramento eletrônico móvel por meio de quatro câmeras, sendo duas externas, uma interna e uma outra, considerada de última geração.

Guarda Civil Municipal de Ribeirão Preto cameramonitoramento02 100x150 SÃO PAULO   SP POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAEssa câmera, chamada “speed dome”, tem capacidade de monitoramento de toda a extensão da feira. Ela é instalada junto a um poste, transportado por uma mini carreta acoplada ao veículo. Um poste com 15 metros de altura traz a câmera que permite um giro de 360 graus e zoom de alta qualidade, alcançando uma distância de 5 km.

A Agrishow é uma feira que apresenta tecnologia e nós também estamos levando nossa tecnologia para o evento, aliado à segurança, já que a câmera faz uma visualização geral, facilitando as ações de rotina da Guarda Municipal e proporcionando maior controle”, afirma a prefeita Dárcy Vera.

fonte: http://gcmandretavares.blogspot.com.br/2013/05/guarda-civil-municipal-presente-na.html

http://gcm-ivete-portofeliz.blogspot.com.br/2013/05/ribeirao-pretosp-guarda-civil-municipal.html

Sistema de denúncias pela internet em São Paulo… sugestão para a SSP DF

Sistema de denúncias pela internet em São Paulo… sugestão para a SSP DF

Ferramenta começou a funcionar em novembro e recebeu 2 mil denúncias.
Muitas chegam com fotos dos suspeitos e até da casa onde eles moram.

Edição do dia 06/02/2014 (G1)

slide1 Sistema de denúncias pela internet em São Paulo... sugestão para a SSP DF

Quase duas mil denúncias foram feitas no novo sistema de registros pela internet em São Paulo. Pelo menos 25 bandidos foram presos desde que a ferramenta começou a funcionar, em novembro.

Os crimes podem ser denunciados são homicídio, tráfico de drogas, roubos e furtos e sequestros.

Muitas das denúncias chegam com fotos dos suspeitos e até da casa onde eles moram.

Nas denúncias podem ser anexadas FOTOS e VÍDEOS para enriquecer as informações e o sigilo é garantido pelo sistema, ou seja, o nome do denunciante é preservado, bem como a identificação do IP da máquina utilizada.

 

Atenção Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o que é bom tem que ser copiado e isso aqui não é bom, é excelente e necessário.

slide4 300x130 Sistema de denúncias pela internet em São Paulo... sugestão para a SSP DF  slide3 300x130 Sistema de denúncias pela internet em São Paulo... sugestão para a SSP DF

http://www.webdenuncia.org.br/

O QUE É O SERVIÇO?

O que éo serviço 136x150 Sistema de denúncias pela internet em São Paulo... sugestão para a SSP DFO WebDenúncia é uma nova ferramenta para recebimento de denúncias, via internet, que funciona 24 horas por dia e 7 dias por semana, acessível através de qualquer computador, tablet ou celular (com internet).

QUEM ADMINISTRA O SERVIÇO ?

O WebDenúncia é administrado pelo Instituto São Paulo Contra a Violência e funciona com base num convênio firmado com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, as mesmas instituições que administram o Disque Denúncia 181 desde o ano 2000.

QUAL A SEGURANÇA DO WEBDENÚNCIA ?

O WebDenúncia foi criado para garantir ao cidadão que utiliza este serviço a manutenção do anonimato e o sigilo das informações fornecidas. O site possui o melhor padrão de certificação digital exigido para sua finalidade e foi construído para permitir a criptografia das informações em diversos níveis.

QUAIS AS VANTAGENS DE UTILIZAR O WEBDENÚNCIA ?

1. Agilidade: Em poucos minutos você faz a sua denúncia.
2. Permite enviar anexos: fotos, vídeos, áudios e cópia de documentos, etc.
3. Prático e seguro: Você pode fazer a sua denúncia a qualquer hora, com toda a tranquilidade.

O QUE E ONDE DENUNCIAR ?

O QUE E ONDE DENUNCIAR 136x150 Sistema de denúncias pela internet em São Paulo... sugestão para a SSP DFAtravés deste sistema podem ser feitas denúncias sobre: tráfico de drogas, homicídio, latrocínio, roubo de veículos, roubo (outros), furto de veículos, procurados pela justiça e sequestro. Demais crimes podem ser denunciados através do Disque Denúncia 181.

Não recomendamos a utilização de equipamentos instalados em locais públicos e de propriedade de terceiros, tais como lanhouses e telecentros. É desejável que você utilize um equipamento pessoal num ambiente que possa ter privacidade.

A utilização de equipamentos instalados em empresas poderá eventualmente impossibilitar o acesso ao WebDenúncia, devido a barreiras tecnológicas colocadas pela empresa, tais como firewall e outros mecanismos de proteção.

COMO DENUNCIAR E FAZER O ACOMPANHAMENTO ?

COMO DENUNCIAR 136x150 Sistema de denúncias pela internet em São Paulo... sugestão para a SSP DFBasta escolher o tipo da denúncia a ser feita, dentre as opções que lhe são oferecidas e seguir as etapas de preenchimento do formulário de perguntas. Após enviar a denúncia você deverá cadastrar uma senha e o sistema vai lhe fornecer uma chave (protocolo) que deverá ser anotada para que possa fazer posteriormente o acompanhamento do andamento da sua denúncia e as providencias tomadas pela polícia.

Para fazer uma denúncia ou acompanhar o andamento de uma denúncia já enviada, clique no botão DENUNCIE AGORA !

Veja o vídeo:

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2014/02/sistema-de-denuncias-pela-internet-ja-prendeu-pelo-menos-25-em-sao-paulo.html

RIO GRANDE DO SUL – RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL

RIO GRANDE DO SUL – RS

POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL

   policia comunitaria camila   piratini 150x100 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL   PC RS 2 150x100 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL   PC RS 1 150x99 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL

Rio Grande terá onze núcleos de Polícia Comunitária

RS 150x99 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILA Secretaria da Segurança Pública do Estado implantará onze núcleos de Polícia Comunitária em Rio Grande (18/12/2012). Ao todo, 33 bairros serão beneficiados. O secretário da Segurança Pública, Airton Michels, participa da cerimônia.

Polícia Comunitária, a alternativa que dá certo!
Uma filosofia e uma estratégia organizacional que proporciona uma nova parceria entre a população e a polícia, baseada na premissa de que a polícia e a comunidade devem trabalhar juntas para identificar, priorizar e resolver problemas contemporâneos, como crimes, drogas, medos, desordens físicas, morais e até mesmo a decadência dos bairros, com o objetivo de melhorar a qualidade geral de vida nas comunidades.
Dentro desse contexto o 6º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Rio Grande, vem empregando todos os esforços junto com a comunidade e poder público, através do comprometimento mútuo, na busca pela segurança e resolução eficaz dos problemas locais e consequentemente, melhorar a qualidade de vida dos moradores dos bairros contemplados com o Programa Polícia Comunitária.
Desde seu início na cidade de Rio Grande, em 18 de dezembro de 2012, o programa Polícia Comunitária teve como saldo positivo 451 ocorrências atendidas, 18 prisões realizadas, 05 foragidos recapturados, 04 armas de fogo apreendidas e 08 veículos roubados recuperados. Dessa aproximação com a comunidade, foram elencados um total de 182 problemas que atingem os moradores dos bairros, desde a falta de estrutura como a falta de iluminação até a informação sobre criminosos e delinquentes, entre outras.
Nesta entrevista, o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar, Tenente Coronel Carlos Alberto Brusch Terres, nos fala da experiência dos primeiros trinta dias do programa em Rio Grande, do planejamento inicial, dos preparativos de material e efetivo e a avaliação final deste período com índices a comemorar, obtidos com a integração dos policiais militares envolvidos, a comunidade e o poder público e ainda os projetos para o futuro.

POLÍCIA COM EM SÃO PAULO MOLD 300x168 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL

11 Núcleos criados na cidade de Rio Grande:

http://governo-rs.jusbrasil.com.br/politica/112232325/rio-grande-tera-onze-nucleos-de-policia-comunitaria

Caxias do Sul amplia a Polícia Comunitária a partir desta sexta-feira

caxias do sul 150x100 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILA Secretaria da Segurança Pública do Estado implantará mais oito núcleos de Polícia Comunitária em Caxias do Sul, nesta sexta-feira (18). O município foi pioneiro no policiamento comunitário no Estado. O ato ocorre às 9h, no Parque Municipal Demétrio Monteiro da Silva – o Parque da Lagoa (Rua Celestino Deitos, bairro Desvio Rizzo).

Ao todo, dez bairros serão beneficiados nesta etapa, totalizando 23 núcleos implantados em 35 bairros do município. O secretário adjunto da Segurança Pública, Juarez Pinheiro, participa da cerimônia.

Texto: Fábio Ritter   -     Edição: Redação Secom (51) 3210.4305

http://governo-rs.jusbrasil.com.br/politica/112261263/caxias-do-sul-amplia-a-policia-comunitaria-a-partir-desta-sexta-feira

Caxias do Sul chega a 35 bairros com Polícia Comunitária

caxias do sul2 150x96 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILQuase 228 mil moradores de Caxias do Sul já contam com policiais militares morando e atuando em seus bairros. A Secretaria da Segurança Pública implantou oficialmente, nesta sexta-feira (20), mais oito núcleos de Polícia Comunitária em dez bairros. Somados aos já existentes, chegam a 23 núcleos e 35 bairros. O total de investimentos nos dez novos núcleos é de aproximadamente R$ 650 mil.

Caxias do Sul foi a cidade pioneira, onde o projeto existe há mais de um ano. Após a implantação, os homicídios nos bairros com policiamento comunitário diminuíram mais de 50%. O secretário adjunto da Segurança Pública do RS, Juarez Pinheiro, disse que “Caxias do Sul é nosso primeiro grande case da Polícia Comunitária. Os resultados já demonstram que o projeto veio para ficar e crescer em todo o Estado”.

Pinheiro informou, ainda, que no ano que vem será feita uma avaliação detalhada do desempenho do policiamento comunitário em 11 municípios onde o projeto já está em funcionamento. O secretário da Segurança Pública de Caxias do Sul, Roberto Soares Louzada, lembrou que o município é entusiasta do projeto e sempre ofereceu apoio ao Estado. “Não se consegue fazer segurança pública hoje sem a parceria dos três entes federados, União, Estado e municípios”, ponderou.

O presidente das Associações de Moradores de Bairro, Valdir Fernandes Walter, afirmou que a comunidade de Caxias do Sul abraçou a causa desde o começo. “Antes era difícil haver segurança nos bairros, pois até uma ocorrência ser atendida poderia ser tarde. Hoje, a sensação é de segurança, pois os policiais estão inseridos nos bairros”.

O projeto

PC RS 150x99 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILA Polícia Comunitária – implantada do Rio Grande do Sul pela Secretaria da Segurança Pública – traz um conceito inédito no Brasil, de aproximar os policiais com a população, alimentando a sensação de segurança pública a partir dessa convivência. Combina o policiamento comunitário denominado de “Chuzaisho” (do Japão) e o de policial de quarteirão. Traz para o perímetro urbano o conceito japonês que coloca o policial a morar em pequenas comunidades da zona rural.

pol.comunitaria RS 150x99 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILÉ operado a partir de núcleos formados por bairros, que são atendidos por PMs que moram nos locais onde farão o policiamento. Uma parceria entre a Secretaria e as prefeituras garante uma bolsa-auxílio para o pagamento do aluguel das casas para os policiais. Na implantação do projeto, o Estado entrega uma viatura nova para cada núcleo e equipamentos de uso individual para cada policial. A SSP, por meio do Departamento de Ensino e Treinamento, capacita policiais e líderes comunitários.

Núcleos de Polícia Comunitária em Caxias do Sul

- Vila Cristina    – Jardim Eldorado, Adorado, Jardim Iracema e Serrano    – Planalto    – Ana Rech    – Desvio Rizzo    – Esplanada    – Fátima

Texto e foto: Fábio Ritter    Edição: Redação Secopm (51) 3210.4305

http://governo-rs.jusbrasil.com.br/politica/112267614/caxias-do-sul-chega-a-35-bairros-com-policia-comunitaria

Governo inaugura oito núcleos de Polícia Comunitária em Novo Hamburgo

Novo Hamburgo 150x84 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILA Secretaria da Segurança Pública (SSP) instala, nesta quarta-feira (11), oito núcleos de Polícia Comunitária em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. A cerimônia de implantação ocorre a partir das 9h, na Rua Bartolomeu Gusmão, nº 200 (em frente ao Banrisul), bairro Canudos.

Novo Hamburgo3 150x90 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILNesse modelo, os policiais militares moram no mesmo bairro onde trabalham. A SSP disponibiliza viatura nova e equipamentos de uso individual, e o município, por sua vez, paga o aluguel das residências para os PMs.

Próximas implantações, até janeiro, em outras cidades: Bagé (12/12), Rio Grande (18/12), Santa Cruz do Sul (16/12), além de Lajeado, Parobé, Vacaria, Farroupilha, Farroupilha, Bento Gonçalves, Novo Hamburgo (mais quatro núcleos) e Pelotas, com datas a serem confirmadas.

Texto: Fábio Ritter    Edição: Redação Secom (51) 3210.4305

http://governo-rs.jusbrasil.com.br/politica/112211113/governo-inaugura-oito-nucleos-de-policia-comunitaria-em-novo-hamburgo

Implantação de Núcleos de Polícia Comunitária em Novo Hamburgo – RS:

Cruz Alta recebe núcleos de polícia comunitária

Cruz Alta RS 150x100 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILMais de 20 mil moradores de Cruz Alta passam a ser beneficiados com o Projeto de Policiamento Comunitário, implantado nessa sexta-feira (14) no município. As grandes regiões dos bairros Fátima e Vila Nova receberam um núcleo com quatro policiais e uma viatura em cada um.

Para o secretário da Segurança Pública, Airton Michels, o projeto vai além do caráter policial de prevenção e combate ao crime. “A população verá que o Estado está presente. Cruz Alta RS2 150x112 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILTodos vão saber que têm a quem recorrer próximo de suas casas”. Michels ainda ressaltou que o resultado no aumento da segurança se refletirá em toda cidade de Cruz Alta.

O prefeito Juliano da Silva enfatizou a parceria entre município e governo do Estado, dizendo que o projeto vai “agregar qualidade ao policiamento ostensivo”.

http://policiacomunitariars.blogspot.com.br/2013/06/cruz-alta-recebe-nucleos-de-policia.html

Policiamento Comunitário em Passo Fundo é ampliado

pasaso fundo 150x112 RIO GRANDE DO SUL   RS – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASILO Policiamento Comunitário em Passo Fundo ganhou reforço. O município, que contava com dois núcleos nos Territórios de Paz, teve o projeto expandido para mais dois bairros – São José e São Luiz Gonzaga. Além disso, recebeu oito policiais militares, duas viaturas e equipamentos para atuação nos bairros. Durante a cerimônia de entrega dos reforços, nesta sexta-feira (14), o secretário da Segurança Pública, Airton Michels, enfatizou a importância da parceria entre o município e o estado. “O trabalho social de prevenção próximo à comunidade é o objetivo principal do projeto.”

Atualmente, o Policiamento Comunitário está presente com 37 núcleos no estado e, segundo o coordenador do projeto, coronel Julio César Marobin, até novembro haverá um total de 98 núcleos. Para o prefeito municipal, Luciano Azevedo, é muito importante a sequência do projeto Territórios de Paz em Passo Fundo.

http://policiacomunitariars.blogspot.com.br/2013/06/policiamento-comunitario-em-passo-fundo.html

Governo implanta policiamento comunitário em mais três municípios

A Secretaria da Segurança Pública implantou o Policiamento Comunitário em Canoas e Sapucaia do Sul. O município de Canoas contará com 11 núcleos, 34 policiais militares e 11 viaturas nos bairros. Já em Sapucaia do Sul, o Policiamento Comunitário terá dois núcleos, duas viaturas e oito policiais atuando nos bairros Fortuna e Cohab. Na mesma manhã, o secretário da Segurança Pública, Airton Michels, anunciou a ampliação do projeto em Esteio. O município, que tem dois núcleos, passa a atuar com mais um, além de uma viatura e quatro policiais no bairro Novo Esteio.

Para Michels, a recepção da população em relação ao projeto de policiamento comunitário e o trabalho dos PMs são fundamentais para o encaminhamento das ações. “A implantação da polícia comunitária é essencial para o enfretamento à violência. Temos que trabalhar com a prevenção para atingirmos bons resultados”, justifica. O prefeito em exercício de Sapucaia do Sul, Arlênio da Silva, considera que o ato é muito importante para a cidade alinhar projetos com o Estado e promover uma cultura de paz.

http://policiacomunitariars.blogspot.com.br/2013/06/governo-implanta-policiamento.html

 

MATO GROSSO-MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

MATO GROSSO-MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

Ações Comunitárias de Prevenção ajudam no combate à criminalidade

POLICIA JUDICIARIA CIVIL MT 300x225 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA Coordenadoria de Polícia Comunitária, da Polícia Judiciária Civil, tem mostrado que a aproximação com a sociedade e a integração entre as forças de segurança pública são os remédios no combate à criminalidade.

 Durante o ano de 2013 foram realizadas 40 ações sociais como palestras educativas e mutirões, sendo que 9 dessas atividades contaram também com registros de boletins de ocorrência.

POL.CIVIL MT 21 150x99 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAOutro ponto forte é o trabalho conjunto nas bases comunitárias, onde policiais civis e militares atendem a comunidade local desenvolvendo uma linguagem de comunicação mais próxima do cidadão, além de agilizar o atendimento de ocorrências, uma vez que cada base está responsável apenas pela região que atua.

Segundo a Delegada de Polícia, Silvia Virginia Biagi Ferrari, Silvia Virginia Biagi Ferrari coordenadora de Polícia Comunitária da PJC. 150x99 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAa Polícia Civil possui, atualmente, 21 policiais trabalhando nas bases, que tem o propósito de aproximação com a comunidade. “Nossos policiais também tornam acessível vários programas sociais e dão orientações de segurança aos cidadãos”, destacou.

Conforme o coordenador estadual de polícia comunitária, Major PM Júlio Martins de Carvalho, atualmente o estado tem 23 bases comunitárias criadas por lei, sendo 18 localizadas entre Cuiabá e Várzea Grande e outras 5 no interior, compreendendo as cidades de Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop, Barra do Garças e Cáceres.

Para Martins o sucesso do trabalho da Coordenadoria é garantido pela união das forças de segurança pública estaduais. “A integração é necessária para combater o crime, que é um problema social. Como em um grande hospital, cada um atua em sua especialidade, mas trabalhando juntos para auxiliar e fortalecer o trabalho do outro”, finalizou o Major.

Projeto De Bem Com a Vida 150x112 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORADe acordo com a delegada Sílvia Virginia, a Coordenadoria de Polícia Comunitária mantém diretamente sob sua coordenação dois projetos sociais em ação. São eles: “Ciranda da leitura”, voltado para o incentivo à leitura, promovendo a arrecadação e distribuição de livros para bibliotecas e escolas e o “De bem com a vida”, focado no combate ao consumo de bebida alcoólica durante a adolescência através de trabalhos preventivos de conscientização junto aos jovens e a sociedade em geral.

CIRANDA DA LEITURA 150x112 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAO projeto Ciranda da leitura distribuiu cerca de 2600 livros em 2013, enquanto que o De bem com a vida, após nove meses de seu lançamento, finalizou o ano com 410 ações realizadas em todo estado.

No ano 2000, com o Plano Nacional de Segurança Pública do Governo Federal, chega em Mato Grosso por meio de uma política institucional, o primeiro curso de polícia comunitária. A Secretária de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp) adere a essa política e encaminha oficiais e delegados para participarem do 1º Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária.

Com oficiais e delegados capacitados começa a formatação de uma Coordenadoria de Polícia Comunitária na Sesp e em 23 de junho de 2005, o Governo do Mato Grosso através do Decreto 5.992 cria na estrutura da Secretaria a Coordenadoria de Polícia Comunitária.

Em 2007, a Sesp cria de forma amplia as Bases comunitárias de Segurança, com todas as instituições de segurança, como Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiro Militar e Polícia Técnica (Politec).

Conforme a Lei Complementar 407/2010, a Coordenadoria da Polícia Comunitária da PJC, responsável por duas Gerências (capital e interior), tem a missão de promover ações que integrem a comunidade e a Polícia Civil, dentre outras, discutir junto as entidades organizadas políticas de segurança publica e promover a interação dos policiais junto as comunidades visando a melhoria das atividades desenvolvidas nas bases comunitárias. http://www.policiacivil.mt.gov.br/noticia.php?id=8484

   Silvia Virginia Biagi Ferrari 150x112 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA  POLICIA JUDICIARIA CIVIL MT 2 150x112 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA  POL.CIVIL MT 11 150x99 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

Policia Comunitária, uma nova filosofia para Primavera do Leste

O curso conta com a participação de inúmeros profissionais envolvidos na segurança pública

Redação: Fabrício Costa – Assessoria

uma nova roupagem Foto Aderson Silva Assessoria 150x99 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA Uma  nova roupagem, com valores  sociais que  aproximam a  sociedade e  policiais, é o que desponta de  uma  filosofia onde  a segurança  pública deixa de  ser responsabilidade apenas dos órgãos  de segurança, e o cidadão se torna  um dos pilares para construção de  uma  nova  realidade. Na capital do estado a Polícia Comunitária é uma  realidade, o desafio agora  é alcançar as cidades do interior do estado, e para isso é preciso capacitar… “A  formação de policiais com a  filosofia  da Policia  comunitária é um avanço para  segurança pública em todo  estado, temos  como base  a  capacitação para que o policial tenha  maior  envolvimento com a  comunidade, sendo assim costumo dizer que este  é um caminho que prioriza a qualidade  de vida  da  população” destacou Vilma Lucas  Barbosa, Gerente  de  capacitação da polícia Comunitária.

Assembleia Legislativa abriga curso nacional de Polícia Comunitária

Publicado por Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso (extraído pelo JusBrasil)

Assembleia Legislativa abriga curso nacional de Polícia Comunitária 150x100 MATO GROSSO MT – POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio da Superintendência de Planejamento Estratégico da Assembleia Legislativa, firmou uma parceria com a Secretaria de Estado Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso e iniciou, no segundo semestre de 2013, o Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária abordando o tema crack é possível vencer.

O Legislativo cedeu o espaço da Escola do legislativo para a realização das aulas ministradas pelo Major PM Martins, cuja finalidade é preparar os Policiais Militares, Bombeiros e Policiais Civis, para ações de combate à droga e ao resgate do cidadão viciado em entorpecentes.

O curso acontece nas demais capitais brasileiras e, em Cuiabá, a primeira turma se reúne na Escola do Legislativo pelo período de 30 dias.

Na avaliação do superintendente do Planejamento Estratégico da Assembleia, professor Abílio Fernandes Neto, a iniciativa é de fundamental importância, pois, trata-se de um assunto pertinente ao Parlamento.

A atuação legislativa tem sido no sentido de criar possibilidades de atender a essa clientela de cidadãos que precisa de políticas públicas para sair do mundo das drogas de todo o tipo. Então, a nossa participação mesmo que física é muito importante, disse Abílio.

http://al-mt.jusbrasil.com.br/noticias/100617185/assembleia-legislativa-abriga-curso-nacional-de-policia-comunitaria

POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA

Policiamento comunitário se espalha pelo Brasil

A partir desta semana a policiacomunitariadf.com vai mostrar toda semana as AÇÕES DE POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL afora…e no Distrito Federal, como será que estão estas AÇÕES???

…é certo que não anda nada bem, mas isso veremos mais tarde, por enquanto, nesta introdução, vamos ver uma visão panorâmica:

Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) já treinou mais de 130.000 policiais e representantes da comunidade para promover atuação integrada contra criminalidade (dados de 2012).

photo1A 490 376 300x230 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA Brasil – A iniciativa do governo do Rio de Janeiro de pacificar favelas e depois aproximar os policiais da comunidade tornou-se a mais famosa experiência de policiamento comunitário do país.

Mas não é a única.

Todos os estados brasileiros já adotam essa estratégia na tentativa de reduzir a criminalidade e combater o narcotráfico.

Até o final de 2010, 130.000 agentes de polícia comunitária de todo o país foram treinados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça.

SENASP 2 150x84 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAForam capacitados 81.000 profissionais de segurança pública (polícias civis e militares, bombeiro militar e guarda municipal) e representantes da comunidade em cursos presenciais. Na rede de ensino a distância da Senasp, 49.000 policiais receberam qualificação.

Cristina Gross Villanova 150x108 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA“A forma como é implantado o policiamento comunitário deve ser avaliada estado por estado”, explica Cristina Gross Villanova, diretora do Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Senasp. “A secretaria possui uma coordenação específica para a implementação de polícia comunitária, em constante contato com os gestores estaduais.”

A Senasp executa o projeto de polícia comunitária desde 2006, quando foi criada a Doutrina Nacional de Polícia Comunitária, que busca uma atuação integrada entre polícia e sociedade.

“O objetivo maior é conhecer os problemas existentes e poder antecipar-se a situações de violência e criminalidade”, explica Cristina. “O profissional deve ser treinado para estar próximo e interagir com a comunidade, ter foco no policiamento orientado para a solução de problemas, construir, conjuntamente, alternativas não violentas para a resolução de conflitos.”

Pronasci ajuda a levar segurança às comunidades

Pronasci 300x77 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORACriado no final de 2007, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) vai ainda mais além que o policiamento comunitário ao articular políticas de segurança com ações sociais.

Todos os estados e o Distrito Federal já foram contemplados com cursos de capacitação do Pronasci e tiveram disponibilizados recursos para projetos de polícia comunitária.

Já foram repassados R$ 31 milhões via Pronasci aos governos estaduais, além de R$ 55 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública, liberados a partir de 2003.

“A grande diferença da proposta no Pronasci é a articulação em rede com outras áreas de conhecimento”, diz Cristina.

Com o Pronasci, profissionais de segurança pública aprendem em cursos de capacitação como encaminhar a população para atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) e no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Mulheres vítimas de violência doméstica, por exemplo, podem ser atendidas pelo programa Proteção Social Especial do Suas, que trata de casos de maus-tratos, abuso sexual e uso de drogas.

Experiências positivas em todo país

UPP SANTA MARTA 150x112 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAEm 2008, o Rio de Janeiro apenas começava o processo de pacificação das favelas com as UPPs.

Hoje já são19 UPPs, beneficiando 1,5 milhão de pessoas de74 comunidades. O policiamento é realizado por 3.956 agentes de segurança pública.

 

mapaupp 150x93 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAA meta da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro é ampliar ainda mais esses números até 2014. A expectativa é contar com 12.500 policiais em 45 UPPs, abrangendo 165 comunidades e beneficiando 860.000 moradores.

“Este é só o início de um trabalho longo”, afirma o coronel Rogério Seabra, coordenador das UPPs. “A ideia é devolver ao cidadão que mora ali seu espaço de cidadania plena. E isso começou pela instalação das UPPs, mas segue com a entrada de serviços básicos, que ainda estão vindo, junto com a UPP Social.”

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POL.CIVIL MT 2 150x99 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORANo estado do Mato Grosso, o conceito de polícia comunitária começou a ser discutido no final dos anos 80, com atuação da polícia militar junto à comunidade.

“De lá para cá esse formato só tem evoluído”, destaca o major Júlio Martins de Carvalho, coordenador estadual de polícia comunitária do Mato Grosso. “Hoje, as POL.CIVIL MT 1 150x99 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORApolícias militar e civil trabalham juntas com o assessoramento dos conselhos comunitários de segurança de cada região que tem o posto de polícia comunitária.”

Ao todo, são 23 unidades, 17 delas na capital, Cuiabá.

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RS NA PAZ 150x97 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORANo Rio Grande do Sul, o programa RS na Paz começa a ganhar novos contornos.

Para aproximar ainda mais policiais e comunidade, os policiais vão residir no bairro em que atuam. O projeto-piloto começou em Caxias do Sul em 14 de março. A prefeitura vai ajudar o governo estadual a pagar o aluguel das residências.

RS NA PAZ 2 150x112 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORA“Serão selecionados para esta função os policias que tenham perfil para o trabalho comunitário”, relata Carlos Sant’Ana, coordenador do RS na Paz – Programa Estadual de Segurança Pública com Cidadania.

Outra novidade é o programa de acolhimento nas delegacias de polícia, com a qualificação das equipes de plantão.

RS NA PAZ 21º 018 150x99 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAO Projeto Acolher vai oferecer atendimento psicológico, jurídico e assistência social às vítimas de violência que procuram as delegacias para o registro da ocorrência. O projeto-piloto será desenvolvido em São Leopoldo ainda em 2012.

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Bahia tem Pacto pela Vida

pacto pela vida BAHIA 150x100 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORANa Bahia, o programa Pacto pela Vida atua através de câmaras setoriais, que desenvolvem políticas públicas para as áreas mais vulneráveis do estado.

As regiões escolhidos para receber as câmaras são as que apresentam os maiores índices populacional e de violência. Até agora, foram implantadas cinco em bairros da capital, Salvador, e pacto pela vida2 150x99 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAoutras sete no interior do estado.

“Chegamos a regiões em que havia conflitos com traficantes e que os moradores queriam deixar o bairro”, conta o coronel Zeliomar Almeida, superintendente de Prevenção à Violência da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia.

Para atuar nessas comunidades, os policiais recebem 60 pacto pela vida1 150x108 POLÍCIA COMUNITÁRIA PELO BRASIL AFORAhoras de treinamento em policiamento comunitário, incluindo direitos humanos e mediação de conflitos.

Cada grupo de 120 homens atua em um perímetro de 3 km2, o que abrange, em média, de 20.000 a 30.000 habitantes.

Fonte:

http://infosurhoy.com/pt/articles/saii/features/main/2012/04/11/feature-01

FOTO 1: A Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Dona Marta (foto), no Rio de Janeiro, foi implantada em 2008. Hoje já são19 UPPs, beneficiando 1,5 milhão de pessoas de 74 comunidades. (Cortesia de Priscila Marotti)

COMO PENSAM OS CRIMINOSOS

 

COMO PENSAM OS CRIMINOSOS

EDIÇÃO 2346 114x150 COMO PENSAM OS CRIMINOSOSRevista Veja – Entrevista Stanton Samenow, psicólogo e consultor em criminologia.

Na edição de 6 de novembro de 2013 (edição 2346 – ano 46 – nº45), a Revista Veja veiculou uma entrevista com o psicólogo e professor Stanton Samenow. Segundo a matéria, ele passou os últimos 43 anos lidando com criminosos, a fim de entender qual o raciocínio por trás dos delitos, como cada um enxergava seus atos e lidava com as consequências. O psicólogo publicou dois livros, na década de 70, que tratam de como pensam assaltantes, assassinos e psicopatas. Esses livros são considerados marcos para a criminologia. Samenow, que já foi consultor do FBI, continua a prestar assessoria a tribunais americanos.

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Stanton Samenow 100x150 COMO PENSAM OS CRIMINOSOSSeguem abaixo os trechos iniciais da entrevista que reforça a ideia de que as pessoas que cometem delitos têm uma natureza criminosa. Os posicionamentos do psicólogo se enquadram dentro do Positivismo Criminológico. O foco do discurso de Samenow está na transgressão, buscando entender a natureza degenerada do transgressor. Seu objetivo é entender como os criminosos pensam e tomam decisões, para, como psicólogos, ficarmos mais bem posicionados para decidir o que fazer com eles. Samenow desconsidera a ideia de que o sujeito é um efeito de uma construção sócio-histórica.

 

Dr Stanton Samenow 99x150 COMO PENSAM OS CRIMINOSOSCOMO PENSAM OS CRIMINOSOS
Em quatro décadas entrevistando bandidos, o psicólogo concluiu que a decisão de cometer crimes pouco tem a ver com a pobreza e as condições de vida em que eles se encontram

 

 

Veja – O senhor diz que o comportamento criminosos é uma escolha. Por quê?
Samenow – Não é uma escolha apenas, é uma série de escolhas. Para quem opta pelo crime como caminho de vida, essas escolhas começam a ser feitas bem cedo, quase sempre. Por exemplo: as pessoas mentem, adultos e crianças. Mas os futuros criminosos não mentem apenas para escapar de situações embaraçosas ou exagerar seus feitos. Mentem porque obtém uma sensação de poder com isso. Mentir acaba se tornando uma escolha, e parte do seu comportamento. É assim em vários outros aspectos. Mais um exemplo: crianças pequenas pegam os brinquedos umas das outras, batem-se e beliscam-se, mas aprendem, normalmente até os 5 anos de idade, que machucar os outros é errado. Número 1, porque não querem ser machucadas também. Número 2, porque serão punidas se forem pegas fazendo o que sabem ser errado. E número 3, e o mais importante, porque desenvolvem uma sensibilidade em relação ao sofrimento das outras pessoas. Já o futuro criminoso sente prazer em machucar os outros, e não só fisicamente. Coisas que qualquer um pode fazer, ainda mais quando se é novo e não se sabe distinguir o certo do errado, os criminosos continuam a fazer durante toda a vida. Eles simplesmente não incorporam o que se tenta ensinar-lhes. Para eles, “ser alguém” é ser o centro das atenções. É a vida como estrada de mão única – e o único sentido possível é o deles. Todos gostamos que as coisas sejam como queremos, mas aprendemos que não temos controle absoluto para além de nossas próprias ações.É um modo muito especial de pensar, que se desenvolve ao longo do tempo.

STANTON 1024x576 COMO PENSAM OS CRIMINOSOS

Sua descrição de um criminoso aproxima-se de um psicopata. Qual a diferença entre eles?
Não é propriamente uma diferença. Existe uma escala, como no caso da ansiedade e da depressão. Os que são chamados de “psicopatas” seriam ocupantes do último degrau dessa escala. Mas não acho que o rótulo seja importante, são todos criminosos. O que é relevante é a presença de um padrão de pensamento leva a um comportamento criminoso.

Persiste uma crença de que o crime é reflexo da ausência de oportunidades, um produto do meio. Qual sua opinião sobre isso?

Muitos criminologistas e sociólogos discordam, mas ao longo dessas quatro décadas de entrevistas com criminosos cheguei à conclusão de que o ambiente tem uma influência relativamente pequena sobre o crime. em lugares muito pobres, com a presença de gangues e alto índice de criminalidade, há mais tentações e pressões, sem dúvida. Se armas e drogas estão ao alcance da mão, cometer delitos é mais fácil. Nos lugares em que a presença do Estado e da polícia é quase inexistente, é claro que a sensação de que se pode cometer um crime sem ser punido também é mais forte. Mas não podemos dizer que a maioria dos pobres se torna criminosa, isso não é verdade. O que podemos dizer é que todo criminosos – não importa se rico ou pobre, negro ou branco, educado ou analfabeto – tem uma forma semelhante de pensar. A questão é como as pessoas lidam com o que a vida lhes oferece. Na maioria esmagadora dos casos, uma pessoa que vem de uma vizinhança pobre, tem uma família desestruturada e poucas oportunidades não envereda pelo caminho do crime. Ela tem irmãos, irmãs, vizinhos que vivem na mesma condição e não seguem esse rumo. Há um caso que eu sempre cito. O pai e os dois irmãos de um rapaz estavam na prisão. A tentação para o crime se encontrava na porta de casa. Perguntei: por que você não seguiu esse caminho? Ele respondeu que não estava interessado – que olhou ao redor e viu como seus parentes acabaram, como estavam as pessoas a que eles haviam prejudicado, e decidiu que queria ser diferente.

O senhor diz que uma das características da mente criminosa é a incapacidade de se colocar no lugar do outro. Como isso resulta em crime?

Essa incapacidade é uma das características da mente criminosa, mas o que resulta no cometimento do delito é um conjunto delas. Em primeiro lugar, o criminoso se enxerga como alguém com um poder total sobre os outros. Por isso, é hipersensível a qualquer coisa que arranhe sua imagem. Se alguém falar conosco num certo tom arrogante, por exemplo, provavelmente não vamos dar muita importância. Mas para o criminoso, isso significa que a pessoa o afrontou. E ele vai provar que isso não se faz. É assim em toda situação. É por isso que os criminosos estão sempre nervosos: esperam que os outros se ajustem a eles, que se submetam. No decorrer do dia, muitas coisas não saem como queríamos, e temos que lidar com isso. Essa, no entanto, não é a mentalidade do criminoso. O que o outro fala ou sente não é importante, porque importante é ele. E, se ele inflige um mal outro, a culpa não é dele, mas de quem não agiu como ele acha que deveria. “Bom, se o sujeito não tivesse olhado para mim daquele jeito… É um script que se repete: o assaltante entra numa loja com uma arma. O vendedor faz um movimento brusco e ele atira. Pego, diz que a culpa é do morto: Ele se mexeu, achei que ia sacar a uma arma”.


A entrevista continua.

Fonte: http://criminologiapsiufrj.blogspot.com.br/2013/12/revista-veja-entrevista-stanton-samenow.html

PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃO

PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃO

Ministério da Justiça lança aplicativo Sinesp Cidadão

 sinesp cidadão 300x152 PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃOO SINESP Cidadão é um aplicativo que permite ao cidadão consultar informações de veículos roubados e furtados, registrados na base nacional do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito). Após instalar o aplicativo, basta o cidadão digitar a placa para saber a situação do veículo. Em caso afirmativo para o registro de furto ou roubo, aparecerá a informação destacada em vermelho. Ao tocar nesta informação o aplicativo realiza uma ligação para a Polícia através no número 190.

image 145x150 PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃOEm caso de clonagem de placa o usuário deve observar no resultado da consulta, se as informações referente a marca / modelo / cor conferem com o veículo cuja a placa foi consultada.

Vale destacar, que nenhum cidadão deve fazer abordagem ou se aproximar de veículos cadastrados no sistema com registro positivo de furto, roubo ou clonagem de placa, devendo acionar a Polícia pelo telefone 190 para que uma equipe seja direcionada ao local, onde será feita a checagem das informações.

A iniciativa do Governo Federal através do SINESP Cidadão tem como objetivo possibilitar a consulta de dados de veículos cadastrados na base nacional do DENATRAN, ampliando a inclusão digital e a proteção da sociedade brasileira, com a participação de todos os cidadãos.

Veja o depoimento de um taxista que utilizou o aplicativo:

depoimento de quem usou o aplicativo PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃO

O aplicativo foi idealizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), órgão do Ministério da Justiça e desenvolvido juntamente com o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO).

image002 PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃO

image003 PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃO

Para baixar o aplicativo gratuito, acesse a loja do Google (Play) ou a loja Apple Store e procure por SINESP CIDADÃO.

http://www.infoseg.gov.br/noticias/senasp-lanca-aplicativo-para-consulta-de-veiculos-roubados-e-furtados

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MJ lança o Portal Sinesp, serviço inédito que integra informações de Segurança no Brasil

 “É impensável fazer política de segurança pública sem informação”, justificou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na manhã desta quarta-feira (11), ao lançar o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp). O acesso ao sistema é feito pelo portal www.sinesp.gov.br e também por meio de um aplicativo para smartphone. Eles permitem aos cidadãos e profissionais de segurança pública de todo o país terem acesso a dados e estatísticas unificas por meio de consulta.

 “O Sinesp é um sistema de informações integradas que possibilita a qualquer um realizar consultas sobre estatísticas criminais. O serviço também disponibiliza, para os profissionais de segurança pública, a realização de consultas operacionais, investigativas e estratégicas sobre drogas, segurança pública, justiça, sistema prisional, entre outras, otimizando sua atuação nas ruas”, definiu o ministro.

 Portal Sinesp

Voltado para o cidadão, o Portal Sinesp divulga dados estatísticos sobre a criminalidade no Brasil, trazendo informações consolidadas em âmbito nacional sobre os números de homicídios, latrocínios, furtos, roubos, entre outros, servindo de fonte de informações a toda sociedade. Dentro do mesmo portal, existe uma área exclusiva para profissionais de segurança pública. O espaço contém informações que, no futuro, estarão integradas entre as instituições de segurança pública de todo o país.

Segundo a titular da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, o Sinesp tem como proposta a integração, modernização e padronização das informações. O intuito é subsidiar diagnósticos de criminalidade e viabilizar formulação e avaliação de políticas públicas de segurança.

 “Havia a necessidade de nós termos um abastecimento melhor de dados, de termos um padrão metodológico uniforme e de fazermos análises sobre isso, inclusive do ponto de vista estatístico, tudo o mais próximo possível do tempo real. Tínhamos também a necessidade de a sociedade estar informada de tudo isso. Essas situações fizeram com que buscássemos conceber o Sinesp”, explicou a secretária.

 Ainda de acordo com Regina Miki, mesmo não havendo hierarquia entre União, estados e municípios, o Ministério da Justiça encontrou uma forma de motivar a participação dos governos locais na construção de dados nacionais sobre segurança pública. “O governo federal não pode obrigar os entes a passar informações. Então nós fizemos uma lei que respeitava esse princípio federativo. O estado que não aderisse não receberia verbas. É direito do estado não aderir, mas também é nosso direito não repassar verbas a quem não alimenta o sistema informativo”, acrescentou.

Fonte: http://www.infoseg.gov.br/noticias/senasp-lanca-aplicativo-para-consulta-de-veiculos-roubados-e-furtados

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Detran DF 129x150 PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA SEGURANÇA PÚBLICA – SINESP CIDADÃOInstale também o aplicativo para andróide Detran Móvel  gratuitamente, ambiente em que você terá acesso a vários tipos de consultas com muita agilidade e comodidade. Acesse o link https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.df.detran.detranmovel e instale.

PM é mais confiável em MG e Polícia Civil no DF, segundo DATAFOLHA

PM é mais confiável em MG e Polícia Civil no DF, segundo DATAFOLHA

A revista EXAME publicou esta semana (14/12/2013) no (http://exame.abril.com.br) a pesquisa DATAFOLHA que sonda a opinião pública quanto ao desempenho e confiabilidade de suas forças de segurança pública, e conclui que Minas Gerais é o único estado em que a população confia “MUITO” e no Distrito Federal, notadamente a coisa se inverte, isto é, a Polícia Civil (DF) supera no agrado e confiança da opinião pública em detrimento da PM.

Os moradores de Minas dão crédito de confiança à polícia militar que têm. Os do DF, à polícia civil.

logo pmmg 300x225 PM é mais confiável em MG e Polícia Civil no DF, segundo DATAFOLHA    Brasão OFICIAL da PCDF 252x300 PM é mais confiável em MG e Polícia Civil no DF, segundo DATAFOLHA

Veja como as forças de segurança se saem em cada estado

 Marcelo Camargo/ABr

size 590 PM 150x112 PM é mais confiável em MG e Polícia Civil no DF, segundo DATAFOLHAPoliciais militares nas ruas de São Paulo: na maioria dos estados, corporação têm maior confiança por parte da população que polícia civil.

São Paulo – Minas Gerais é o único estado do Brasil em que um em cada 4 cidadãos dizem confiar muito – vale frisar, muito – na polícia militar. E é apenas no Distrito Federal que a polícia civil recebe consideração semelhante da população. O retrato de quem está conseguindo obter respaldo dos moradores na busca por cidades mais seguras está na Pesquisa Nacional de Vitimização, do Ministério da Justiça.

O levantamento mostra que, na maioria dos estados, a polícia militar tem mais respaldo que a civil.

Esse resultado de percepção dos habitantes varia muito em relação ao feedback dado por quem foi de fato atendido pelas forças policiais, assunto também abordado em EXAME.com nesta semana.

Cita-se como exemplo uma situação curiosa: as polícias do Rio de Janeiro estão entre as de pior imagem dentre todas as forças de segurança estaduais do Brasil, como pode ser visto na tabela abaixo.

Entretanto, elas aparecem muito bem posicionadas nacionalmente quando avaliadas por quem precisou delas em algum momento no ano anterior à pesquisa (compare os dois dados).

O levantamento foi feito pelo Datafolha e divulgado na semana passada. Foram entrevistadas 78 mil pessoas em 346 municípios, no período de junho de 2010 a maio de 2011 e junho de 2012 a outubro de 2012.

Posição (considerando PM) Estado CONFIA MUITO NA PM (em %) CONFIA MUITO NA PC (em %) Posição (considerando PC) Quanto se confia a mais na Polícia Militar? (em pontos percentuais)
Minas Gerais 26,1 23 3,1
Paraíba 22,1 20,2 1,9
Rio Grande do Sul 21,7 16,7 12º 5
Santa Catarina 21 17,7 3,3
Paraná 20 17,3 2,7
Bahia 19,3 19,2 0,1
São Paulo 19,2 15,8 18º 3,4
Mato Grosso do Sul 18,8 18,8 0
Rondônia 18,8 16,9 11º 1,9
10º Distrito Federal 18,7 24,2 -5,5
11º Pernambuco 18,1 17,6 0,5
12º Espírito Santo 17,9 16,2 15º 1,7
13º Acre 17,8 13,2 22º 4,6
14º Tocantins 17,5 16,2 16º 1,3
15º Alagoas 17,1 15,9 17º 1,2
16º Sergipe 16,8 16,5 14º 0,3
17º Mato Grosso 16,3 16,7 13º -0,4
18º Goiás 15,2 17,1 10º -1,9
19º Piauí 15,2 12,4 23º 2,8
20º Amapá 15 18,9 -3,9
21º Ceará 14,9 15,3 19º -0,4
22º Rio Grande do Norte 13,6 14,9 20º -1,3
23º Maranhão 13,4 12,4 24º 1
24º Roraima 12,1 6,5 27º 5,6
25º Rio de Janeiro 10,8 14 21º -3,2
26º Pará 8,9 9 25º -0,1
27º Amazonas 8,4 7,4 26º 1
BRASIL 18 16,6 1,4

 Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pm-e-mais-confiavel-em-mg-e-policia-civil-no-df-veja-lista

 

15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM

15ªDP PARTICIPA DO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1 FM

Ag.AYALA NA 981FM.2 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM 15ªDP participa do Programa Linha Direta, da Rádio Comunidade DF 98,1 FM, com o apresentador e comunicador Monteiro, na sexta-feira 13 de dezembro de 2013, oportunidade em que falaram da mudança provisória da sede da delegacia, sobre a construção da nova sede, sobre delegacia eletrônica, sobre a Operação Ação em Cadeia, sobre Disque Denúncia e sobre o site http://www.policiacomunitariadf.com/  , e muito mais.

O Chefe da SPCOM, Agente Wagner Ayala, representando o Delegado-Chefe Dr. Mauro Leite Pereira, respondeu os questionamentos da comunidade de Ceilândia, quando pôde esclarecer sobre a mudança da 15ªDP do local onde funcionou desde a criação da cidade de Ceilândia, QNM 02 A/E, para a Av. Elmo Serejo (Pista do Estádio – sentido Ceil/Tag), na Praça Estrela A/E, antigo prédio da Academia de Polícia Civil, novo telefone 3207-6099.

15ªDP atual antiga PCDF 1024x341 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM

Esclareceu que o motivo da mudança era para que o novo prédio da sede da 15ªDP pudesse ali ser construído nos padrões modernos de edificações de delegacias adotada pela PCDF…comentou que o fato se trata de uma grande vitória da comunidade ceilandense, tendo em vista que o prédio antigo não oferecia condições operacionais, bem como condições de um razoável atendimento à população.

Diante de reações de insatisfações de alguns participantes (por telefone) do programa, os quais alegaram que a DP ficou longe (3 km de distancia), Ayala orientou sobre a Delegacia Eletrônica, na qual o usuário pode registrar sua ocorrência de Acidente de Trânsito Sem Vítima, Furto e Extravio no conforto de seu lar pelo endereço https://www.google.com.br/#q=delegacia+eletronica+df  ou  www.pcdf.df.gov.br/ .

cartaz 1 1971 106x150 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM Ayala incentivou o ouvinte a não se conformar com a violência e não a aceitar como uma coisa normal, divulgando assim o DISQUE DENÚNCIA 197, no qual o denunciante não precisa de identificar e mesmo que a unidade policial do Disque Denúncia identifique o telefone de origem da ligação a PCDF tem o compromisso de manter o anonimato do denunciante.

 

OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA 102x150 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM Muitos participantes manifestaram sensação de insegurança no centro de Ceilândia em decorrência da mudança da sede da 15ªDP, tendo Ayala, na oportunidade, discordado, sobretudo porque a 15ªDP não deixou de atuar em qualquer lugar que seja dentro da sua área circunscricional, argumentando por exemplo a cerca da OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA, enfatizando que a 15ªDP se destacou entre as demais delegacias do DF realizando 26 prisões em outubro, 35 prisões em novembro e 13 prisões em dezembro (até o dia 10), fator que influi diretamente nos índices de criminalidade, tendo em vista que os procurados capturados se tratam de reincidentes em sua grande maioria.

A partir de agosto de 2013 as ações da OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA se intensificaram e se destacaram a 15ªDP (Ceilândia), a 30ªDP (São Sebastiãi)  e a 29ªDP (Riacho Fundo).

Entre 1º de agosto e 10 de dezembro a 15ªDP realizou 103 prisões, a 30ªDP 91 prisões e a 29ªDP 82 prisões referentes à Operação Ação em Cadeia.

    Ag.AYALA NA 981FM.2 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM   Ag.AYALA NA 981FM.4 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM  Ag.AYALA NA 981FM.6 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM

   Ag.AYALA NA 981FM.8 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM   MONTEIRO 981FM 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM  MONTEIRO 981FM.4 150x112 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM

Veja abaixo a matéria publicada pela SSP/DF no dia 04 Dezembro 2013:

http://www.ssp.df.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/item/2463-opera%C3%A7%C3%A3o-a%C3%A7%C3%A3o-em-cadeia-prendeu-47-mil-criminosos-em-seis-meses.html

Operação Ação em Cadeia prendeu 4,7 mil criminosos em seis meses   Adriana Machado

Foto: Pedro Ventura / ArquivoPRESOS 300x199 15ªDP NO PROGRAMA LINHA DIRETA DA RÁDIO COMUNIDADE 98,1FM

Em média, 26 mandados de prisão foram cumpridos por dia pelos agentes da Polícia Civil do Distrito Federal

A operação Ação em Cadeia, desencadeada pela Polícia Civil em abril deste ano, comemora marca recorde no cumprimento de mandados nos primeiros seis meses de existência. A ação tirou das ruas 4.796 criminosos – média de 26 mandados cumpridos por dia – que tinham ordens de prisão em aberto entre abril e outubro deste ano pelos mais diferentes crimes, de acordo com balanço divulgado hoje pela Secretaria de Segurança Pública.

“O cumprimento desses mandados tem reflexo direto na redução dos índices de criminalidade, visto que 70% do contingente carcerário atual são reincidentes. Com a prisão de criminosos contumazes conseguimos reduzir os índices criminais”, comentou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

A Operação, que tem caráter permanente, cumpriu o total 5.623 mandados em todo o DF. O número de mandados cumpridos é superior ao de pessoas presas em razão muitos deles terem mais de um mandado em aberto.

Nos seis meses de existência da Ação em Cadeia, o número de homicídios teve redução de 21%. Em 2012, entre abril e outubro foram registrados 461 homicídios e no mesmo período deste ano esse número caiu para 362. Os crimes de latrocínios e roubo com restrição de liberdade também tiveram redução de 60% e 33%, respectivamente.

Em 2012, foram registrados 25 latrocínios entre abril e outubro e neste ano 10 crimes dessa natureza criminal foram registrados no mesmo período. Já o roubo com restrição de liberdade foram registrados 208 ocorrências este ano e 418 no último ano, queda de 32%.

Confira a entrevista:

OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDF

OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDF

Ação promove o cumprimento de mandados de prisão em aberto em todas as cidades do DF

OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA 205x300 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDFO diretor-geral da Polícia Civil do DF, Jorge Xavier, e o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, apresentaram em maio passado os primeiros resultados da Operação Ação em Cadeia, lançada em abril deste ano. O projeto é semelhante à já realizada Operação Alvorada, feita trimestralmente, visando cumprir mandados de prisão de crimes violentos no DF. A diferença é que, com este novo projeto, os mandados serão cumpridos diariamente, já que um novo sistema permitiu agilizar a localização dos procurados.

O Ação em Cadeia foi iniciado em 2 de abril e em 28 dias (a partir do início até maio) cumpriu 708 mandados de prisão e busca e apreensão de menores. “Como alguns têm mais de um mandado, do total, 554 foram encarcerados, 494 imputáveis e 60 adolescentes”, observou Jorge Xavier. Segundo o diretor, conseguiu-se, em um mês de projeto, os mesmos resultados que conseguiam em um trimestre, por meio da Operação Alvorada. “Isso foi possível devido às ferramentas de localização dos procurados”, completou.

diretor geral da PCDF Jorge Xavier e o secretário de Segurança Pública Sandro Avelar 150x112 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDFDos mandados cumpridos, os crimes mais cometidos foram os contra o patrimônio seguido dos crimes contra a vida. “Houve redução de homicídios e isso tem a ver com as prisões de potenciais homicidas”, observou Xavier. Segundo o diretor-geral, 60% dos mandados foram contra pessoas entre 18 e 29 anos de idade, entre  prisões condenatórias, mandados de prisões preventivas e prisões temporárias.

Neste fim de ano as ações se intensificaram

Vejam os números da operação:

Em análise, mencionamos as três delegacias que se destacaram, que foram a 30ªDP (São Sebastião), 15ªDP (Ceilândia) e 29ªDP (Riacho Fundo).

De 1º de outubro a 28 de novembro a 15ªDP superou as demais com o cumprimento de 54 mandados de prisão, seguido da 30ªDP com 45 e 29ªDP com 40 mandados cumpridos.

    15ªDP PCDF 150x112 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDF   30DP 150x99 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDF   29DP 150x99 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDF

Agentes Ayala e Eusa SPCOM 150x112 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDFTodos da Delegacia estão envolvidos na operação, cada qual em sua rotina de trabalho, mas a SPCOM/15ªDP, com a equipe formada pelos agentes Wagner Ayala, Eusa Calazans e Marcelo Araki, com efetividade e dedicação, se destacaram logrando êxito em 13 prisões em outubro e 16 prisões em novembro (29 prisões), com o apoio indispensável do delegado-chefe da 15ªDP, Dr. Mauro Leite Pereira.

Considerando todo o período, de abril a novembro, a 30ªDP cumpriu 172MPs, a 15ªDP 135 e a 29ªDP 112.

PRISÕES 150x99 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDFEstamos falando aqui de apenas três unidades policiais…interessante é quando verificamos o universo do projeto que mostra que de 01ª de abril de 2013 a 29 de novembro de 2013 foram cumpridos em todo o DF 6.766 Mandados de Prisão.

A operação, que começou em 2 de abril será permanente. Ela envolve os seis mil homens da Polícia Civil em cada uma das delegacias espalhadas por todas as regiões administrativas. Com essa ação, a criminalidade reduz instantaneamente, como já percebemos tanto em abril quanto em todo o período até neste mês de novembro.

PRESOS2 150x100 OPERAÇÃO AÇÃO EM CADEIA DA SSP/DF/PCDFComo reflexo da ação, as estatísticas criminais apontaram, no mês passado, uma redução de 26% no número de homicídios. Foram 83 casos em, abril do ano passado contra 54 no mesmo período deste ano. A mesma tendência foi seguida pelo sequestro relâmpago, que apresentou uma redução de 53%, quando foram registrados 40 ocorrências neste ano contra 83 em abril do ano passado.

Segundo o diretor da PCDF, mandados de prisão serão cumpridos diariamente

Fonte (em parte): http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2013-05-09/policia/143361/OPERACAO+CUMPRE+708+MANDADOS+DE+PRISAO.pnhtml

     

15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO

15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NA VII SIPAT DO HOSPITAL SÃO FRANCISCO

 

DSC02945 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOO Hospital São Francisco, em Ceilândia, realizou nesta primeira semana de novembro de 2013 a VII SIPAT – SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO EM ACIDENTES DE TRABALHO, e dentre as várias atividades realizadas na unidade hospitalar, a organização do evento convidou a 15ªDP a participar com uma palestra sobre DROGAS.

DSCN7911 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOA SPCOM – Seção de Polícia Comunitária, pelos agentes AYALA e EUSA representaram muito bem a PCDF e a 15ªDP, tendo o preletor, o agente AYALA, levado àquela clientela uma surpreendente colocação acerca da problemática das drogas em nossa sociedade.

 

DSCN7819 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCONa oportunidade, AYALA mencionou acerca da OPERAÇÃO CRACOLÂNDIAS desencadeada pela SPCOM da 15ªDP, exibiu a página postada no site POLICIACOMUNITARIADF.COM , mostrou as imagens produzidas pela equipe policial, fazendo uma breve explanação sobre o panorama encontrado, bem como esclareceu que o problema transcende a segurança pública, sendo prioritariamente social, seguido de saúde e posteriormente uma questão de segurança pública.(http://www.policiacomunitariadf.com/cracolandias-ceilandia-df-desafio-transcende-seguranca/)

A palestra, apresentada de forma dinâmica, com utilização de recursos de vídeo e PowerPoint, agradou bastante os participantes conforme os relatos registrados.

  DSCN7797 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO  DSCN7854 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO  DSCN7869 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO

  DSCN7846 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO  DSCN7910 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO  DSCN7822 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO

A palestra, oportunamente, reforçou as colocações feitas sobre a operação mencionada, tendo em vista o seu conteúdo.

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Drogas: Uma guerra perdida?

acende um cachimbo 150x84 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCODos males da modernidade, talvez nenhum se equipare à ampla proliferação das drogas. Vidas individuais e famílias reduzidas a farrapo e escombros diante do flagelo do vício.

Para se entender a devastadora epidemia das drogas que assola a nossa sociedade, é preciso analisar o tema sob uma perspectiva mais ampla.

Não se pode abordar o tema sem fazer referência às nossas fronteiras nacionais.
O país possui cerca de 15 mil quilômetros de fronteiras, com fiscalização muito deficiente ou mesmo inexistente e alguns países vizinhos elencados entre os maiores produtores mundiais de drogas.

LIMITE FRONTEIRIÇO DO BRASIIL COM OS TRES MAIORES PRODUTORES DE COCAÍNA 150x147 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOColômbia – 68 mil hectares – Maior produtor mundial de cocaína.

Peru – 59,9 mil hectares – Segundo maior produtor de cocaína.

Bolívia – 30,9 mil hectares – Terceiro maior produtor mundial de cocaína.

Paraguai – Segundo maior produtor mundial de maconha, atrás apenas do México.

O que leva os países andinos a produzir tanta droga são essencialmente questões econômicas. A maior parte dos que se dedicam aos cultivos não são narcotraficantes, mas produtores rurais miseráveis, vislumbrando um lucro superior ao que obteriam caso se dedicassem a plantações tradicionais de hortifrutigranjeiros.

O processo de refino, transporte e comercialização da droga tem rendido aos narcotraficantes lucros astronômicos.

Grande parte da cocaína produzida nos países andinos atravessa as fronteiras rumo ao território brasileiro, seja para envio posterior à Europa e América do Norte, seja para distribuição no mercado nacional brasileiro.

2 150x92 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOO mapa mostra a dinâmica de distribuição da cocaína produzida pelos países andinos. Grande parte da droga segue para a América do Norte, enquanto outra parte segue, via território brasileiro, para a Europa. Uma crescente parcela da cocaína produzida se destina ao mercado consumidor brasileiro, que tem crescido consideravelmente nos últimos anos.

MEXICO2 150x121 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOPara ilustrar a dificuldade em se deter a atuação do crime organizado transnacional, vejamos o exemplo dos E.U.A; que têm enfrentado graves problemas de segurança na sua fronteira com o México, envolvendo principalmente organizações ligadas ao narcotráfico. Apesar de dispor de uma polícia federal dedicada exclusivamente ao combate ao tráfico, e de ter os soldados mais bem treinados e equipados do mundo, eles tem falhado sucessivamente em evitar o ingresso de carregamentos de drogas em seu território. Até apelaram para a construção de um muro físico que separa a divisa entre os dois países, noite e dia vigiado por um forte esquema de segurança. Mas, vira e mexe, túneis por onde volumosos carregamentos de droga continuam passando livremente são descobertos.

DEA 150x150 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO  MURO 150x97 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO  TUNEL 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO

Alguns especialistas sustentam que enquanto houver gente querendo consumir droga, os traficantes darão um jeito de garantir o lucro auferido com a venda.

 Se a superpotência mundial não consegue cuidar de uma fronteira seca com um único país, que é muito mais um corredor do que produtor de drogas, imagine a situação nas fronteiras brasileiras, com suas dimensões continentais.

A fronteira brasileira com a Bolívia sozinha é mais extensa do que toda a faixa entre México e E.U.A.

Enquanto a fronteira entre México e E.U.A. é uma fronteira seca e desértica, a brasileira inclui a densa floresta amazônica, com seus mil rios, lagos e áreas pantanosas. O próprio ministro da Justiça reconheceu recentemente que há um “nível elevado de vulnerabilidade” nas nossas fronteiras. Outras autoridades apontam as fronteiras brasileiras entre as mais desguarnecidas do mundo.

A fragilidade de nossas fronteiras está diretamente relacionada à ampla circulação de drogas nas nossas cidades – uma triste e dura realidade com a qual convivemos e que nos desafia a buscar juntos alguma saída.

Um levantamento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios em 2010 constatou que 98% dos municípios do país enfrentam problemas de circulação e consumo de crack. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, a droga é hoje uma ameaça onipresente.

Já que a produção e comercialização das drogas encontram-se longe de serem adequadamente combatidas, vamos refletir um pouco sobre a outra ponta do processo do tráfico: o usuário.

O que é que leva uma pessoa a embarcar no risco suicida que as drogas representam?

Os usuários podem ser agrupados em duas categorias básicas:

USO DE CRACK 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO De um lado, temos a categoria de usuários formada pela parcela “invisível”, excluída, esquecida e ignorada da sociedade. Moradores de rua e crianças e adolescentes em situação de risco social, que muitas vezes recorrem às drogas para amenizar a vivência de rua, e sua amarga rotina de fome e frio, abusos, privações, humilhações e violência. Nas décadas de 1980 e 1990, crianças de rua tinham na cola de sapateiro a principal droga de escolha.

Cola de Sapateiro: Solvente e inalante, cujas substâncias básicas são o tolueno e o benzeno, depressoras do Sistema Nervoso Central. A aspiração da cola de sapateiro causa euforia, desinibição, alteração das percepções, insensibilidade à dor, fome e cansaço. Pode causar alterações na respiração, culminando com a morte do usuário.
Na época, políticos e governantes se fizeram de cegos diante do problema.
Disseram: “Não temos nada a ver com isso.”
A sociedade civil também se fez de surda, tratando com frio descaso o abandono social.
E dissemos: “Não é problema nosso, tampouco.”
Passaram-se duas décadas e o problema se agravou drasticamente.
Crianças e adolescentes ao relento e expostos às mazelas e durezas da vivência de rua, que ontem cheiravam cola, hoje se tornaram escravos de drogas muito mais devastadoras: o crack e o oxi.

pedras de crack1 150x95 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOCrack/Oxi: subprodutos da cocaína misturados a soda cáustica ou bicarbonato de sódio. São cinco vezes mais potentes que a cocaína, produzindo dependência com muita facilidade. A fumaça chega ao cérebro com velocidade e potência extremas, causando problemas respiratórios agudos. Produzem uma sensação de confiança, poder e excitação, seguida por um período de depressão, paranóia, com alucinações e delírios. Não raro, tornam o usuário violento e suicida em potencial. A expectativa de vida dos usuários gira entre quatro e oito anos.

FATALIDADE CRACK 100x150 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOCrianças e adolescentes que não chegarão à idade adulta. O tratamento para a recuperação de usuários é muito complexo, e o completo descaso e despreparo das instâncias públicas no trato da questão faz com que a reabilitação psicossocial seja uma possibilidade bastante remota. A fuga. A ilusão de identidade, de satisfação, de plenitude. A sensação de preencher o vazio, a fome e o abandono social.

 

 

veja eles precisavam morrer 109x150 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOAlém dos moradores de rua, vítimas do abandono e descaso social, há uma outra categoria de usuários, formada por jovens que tiveram condições sociais privilegiadas. Ao contrário da cruel invisibilidade social que acomete as camadas que sobrevivem à margem da sociedade, estes jovens têm nome e sobrenome, possuem lares, álbuns de fotografias, pais e famílias. Tiveram acesso a boas escolas e a uma educação que teoricamente os deveria ter prevenido sobre a viagem geralmente sem volta que é o mundo do vício. Não foi a miséria material que os empurrou para o vício, mas uma outra forma de miséria, a existencial e afetiva.

…três histórias…

Diante das histórias de Adriana, Nelson, Cristiane e de tantos outros jovens, talvez seja hora de refletirmos sobre os valores que norteiam a nossa sociedade. Uma sociedade de consumo voraz, que transformou a busca do prazer imediato e da satisfação numa condição existencial essencial. Jovens desorientados, que buscam nos prazeres ilusórios uma forma de se libertar do peso de uma sociedade que desumanizou o homem e humanizou o dinheiro e os bens materiais. Tristes retratos do fracasso dos laços de sociabilidade familiar e comunitária. O desamor e o não-reconhecimento afetivo servindo de pilares para uma vivência vazia.

Que sociedade é esta que construímos, tão repleta de valores desvirtuados?

Talvez seja hora de, enfim, refletirmos com mais atenção sobre o impacto devastador da nossa atual programação televisiva, que golpeia especialmente, com cruel violência, crianças, jovens e adolescentes. Anúncios que associam a felicidade e o bem-estar ao consumo de bebidas alcoólicas (uma droga tão ou mais nociva que as ilícitas). Artistas com imenso apelo junto ao público infanto-juvenil servindo de “exemplo” para gerações de crianças e adolescentes. Empresários, artistas, publicitários e donos de emissoras de tv faturam bilhões. E nós arcamos com os danos e custos sociais decorrentes. Programas que massacram a subjetividade e anulam o senso crítico, banalizando e mercantilizando a existência.

A torrente abusiva de publicidade que invade os lares e formata a mente de crianças e adolescentes desde a mais tenra idade. A mensagem impregnada em mentes indefesas, de que somos o que possuímos, e que viver se resume a consumir.

“Troque de carro, troque de celular, beba mais cerveja, etc. etc. etc…”
Uma vida centrada em bens materiais, uma existência sem um sentido ou propósito mais nobre. Nada melhor do que a televisão para preencher uma vida vazia, carente de aspirações elevadas e sem padrões morais firmes…

Não seria uma vida vazia de propósito, sentido e conteúdo uma porta de fácil entrada para o abuso do álcool, a maconha, a cocaína, o crack e todas as demais drogas que entorpecem a mente?

Talvez seja hora de refletirmos sobre como a atual programação televisiva está contribuindo para solapar as bases éticas e morais necessárias para que crianças, jovens e adolescentes possam resistir às falsas promessas que as drogas (lícitas e ilícitas) oferecem.

O máximo que as forças policiais isoladamente 150x106 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOAcreditar que as forças policiais conseguirão sozinhas algum dia resolver o problema das drogas é ignorar as causas reais que alimentam a degradação moral, e o tráfico e vício subseqüentes.
O máximo que as forças policiais isoladamente conseguirão é prosseguir na sua heróica tarefa de “enxugar gelo”… entupindo cada vez mais e mais e mais as já desumanas e superlotadas prisões.

Para reverter a batalha contra as drogas, devemos buscar novos paradigmas sociais e existenciais. Buscar corrigir as causas estruturais que conduzem ao vício que alimenta o tráfico.

Vejamos alguns componentes do nosso complexo mosaico social tão repleto de falhas, que precisam ser discutidas e sanadas caso queiramos construir uma sociedade soberana e livre:

mosaico social 300x225 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO

educação no Brasil2 150x112 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOTalvez seja hora de acordarmos para o fato de que a epidemia das drogas é apenas um dos sintomas de um problema muito mais amplo, que encontra sua origem no grave descaso com a Educação e a Infância no país.

O escritor José Saramago dizia:

“Para se acabar com as velhas prisões, é necessário construir novas escolas.”

“No Brasil, a educação das massas ainda é uma utopia verde-amarela.” Silviano Santiago

Na guerra contra as drogas, mais importante do que soldados e policiais são os professores e educadores. Uma educação plena, capaz de transmitir valores e virtudes, conduzindo cada criança em direção à sua plenitude. Uma educação capaz de banhar de sentido, propósito e bondade as vidas que iniciam sua jornada pelos caminhos do mundo.
O legítimo anseio que todos trazemos no peito, de descobrir por que existimos, e de revestir os nossos dias de beleza, poesia, propósito e dignidade.
A “alegria dos que não sabem e descobrem.”

Há que se cuidar do broto, para que a vida nos dê flor e fruto. Trocar o amargo reprimir e remediar pela doçura de amar, ensinar, prevenir, e juntos descobrir.

“Só a participação cidadã é capaz de mudar esse país.” Betinho

Um outro mundo é possível.

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HOSPITAL SÃO FRANCISCO

DSC02945 300x225 15ªDP (SPCOM ) REALIZA PALESTRA SOBRE DROGAS NO HOSPITAL SÃO FRANCISCOHá 17 anos na cidade, o Hospital São Francisco é o maior da região.

Quem pensa que os moradores de Ceilândia não possuem boa renda, está enganado. Que o digam os hospitais e clínicas particulares que se instalaram na região. Cansados de enfrentar os problemas da rede pública de saúde, muitos moradores recorrem aos benefícios de pagar uma consulta ou o plano de saúde.

Um dos maiores hospitais instalados na região, o São Francisco expandiu recentemente, para melhor atender aos pacientes. Instalado em Ceilândia há 17 anos, o local atualmente é administrado por Sérgio Bastos. Ele conta que na época do surgimento do São Francisco, o local era uma pequena clínica que se chamava Unitas. “No início, só havia maternidade, mas com o passar do tempo foram tendo outras demandas por especialidades e a gente foi crescendo”, conta. Hoje o hospital é o maior de Ceilândia, com plantão 24 horas, exames laboratoriais e uma variedade de especialidades.

Pelo São Francisco passam cerca de 700 pessoas por dia. “A população procura o hospital pela qualidade e pelo preço acessível”, observa Sérgio, lembrando que entre julho e agosto deste ano será implantado o exame cardiológico com hemodinâmica no hospital.

Além dos atendimentos, o Hospital São Francisco oferece palestras gratuitas à população e cursos de aperfeiçoamento para médicos e funcionários. O Hospital São Francisco tem 27 leitos no pronto socorro, UTI e a radiologia 24 horas por dia.

Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua

Moradores de Rua ou

Pessoas em Situação de Rua

situação de rua 300x224 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de RuaA Organização das Nações Unidas define dois conceitos relativos à pessoa em situação de rua: o desabrigado e o sem-teto. A população em situação de rua é composta por pessoas com vários perfis diferenciados e tem a sua origem em vários fatores. O fato de existirem pessoas que vivem nas ruas ou sobrevivem nelas é um fenômeno que tem a sua origem relacionada ao modelo sócio-econômico vigente e faz parte da pobreza gerada pelo capitalismo.

Também são muitas as causas que caracterizam a população em situação de rua, tais como vínculos familiares rompidos, inexistência de endereço fixo e ausência ou insuficiência de renda.

Dentre as pessoas em situação de rua, além dessa condição que as define, encontram-se múltiplas situações de vulnerabilidade: mulheres, idosos, negros, LGBTs, estrangeiros e pessoas com deficiência.

Encontram-se ainda pessoas com sofrimento mental e outras vítimas de dependência química que são ou estão doentes e precisam de cuidados específicos da saúde.

Segundo a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em 2008, apenas 15,7% das pessoas pedem dinheiro como principal meio para sobrevivência.

populacao em situacao de rua 150x104 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua    cracolandia 2 150x99 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua   cracolandia de ceilândia 3 150x112 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua

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As principais razões pelas quais essas pessoas estão em situação de rua são:

crack 150x112 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua1.alcoolismo/drogas (35,5%)

2.desemprego (29,8%)

3.desavenças com pai/mãe/irmãos (29,1%)

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Aspectos legais

Morar na rua não é crime!

Habitar uma rua, uma praça ou demais espaços públicos não constitui, por si só, um delito ou infração penal.

A “mendicância” deixou de ser tipificada como contravenção penal a partir da Lei n° 11.983, de 16 de julho de 2009.

 rua 300x199 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua

O direito de ir e vir:

• A Constituição Federal/88 assegura que é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

• Nos casos de situações conflitantes, cabe ressaltar que o cidadão em situação de rua tem o direito de permanecer em local público, desde que não esteja infringindo a lei.

Se o cidadão estiver em local privado e lhe for solicitada sua retirada, o policial deve garantir o direito do proprietário, mas com proteção à pessoa em situação de rua. O policial só poderá agir dentro dos parâmetros legais com respeito, sem discriminação e preconceito.

Leis e decretos

O cidadão em situação de rua é sujeito de direitos e deveres, assim como qualquer outro brasileiro, de acordo com a Constituição Federal /1988.

De acordo com o Decreto n˚ 70.53/2009 (DECRETO Nº 7.053 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. Institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento, e dá outras providências.) a população em situação de rua constitui um grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.

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Em 2008 foi houve uma grande Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), e hoje, passados cinco anos, com certeza podemos afirmar que a realidade foi muito mais agravada com o fenômeno do CRACK e dependência química como um todo.

PESQUISA NACIONAL SOBRE A POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA (Meta Instituto de Pesquisa de Opinião – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – Abril de 2008).

O levantamento abrangeu um conjunto de 71 cidades brasileiras; desse total, fizeram parte 48 municípios com mais de 300 mil habitantes e 23 capitais, independentemente de seu porte populacional. Entre as capitais brasileiras não foram pesquisadas São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

 

Vejam alguns destaques:

2.2.1. Razões da ida para a rua

crack 2 150x112 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua• Os principais motivos pelos quais essas pessoas passaram a viver e morar na rua se referem aos problemas de alcoolismo e/ou drogas (35,5%); desemprego (29,8%) e desavenças com pai/mãe/irmãos (29,1%). Dos entrevistados no censo, 71,3% citaram pelo menos um desses três motivos (que podem estar correlacionados entre si ou um ser consequência do outro).

2.4.2. Vínculos familiares

rua 2 150x98 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua• 51,9% dos entrevistados possuem algum parente residente na cidade onde se encontram.

• Porém, 38,9% deles não mantêm contato com esses parentes e 14,5% mantém contato em períodos espaçados (de dois em dois meses até um ano). Os contatos são mais frequentes (diários, semanais ou mensais) no caso de 34,3% dos entrevistados.

• 39,2% consideram como bom ou muito bom o relacionamento que mantém com os parentes que vivem na mesma cidade, enquanto 29,3% consideram esse relacionamento ruim ou péssimo.

• 23,1% mantêm contato com parentes que vivem fora da cidade em que se encontram.

2.5.3. Recursos utilizados para a higiene

rua 3 150x104 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua• Os principais locais utilizados pelas pessoas em situação de rua para tomar banho são a rua (32,6%), os albergues/abrigos (31,4%), os banheiros públicos (14,2%) e a casa de parentes ou amigos (5,2%).

• Os principais locais utilizados pelas pessoas em situação de rua para fazer suas necessidades fisiológicas são a rua (32,5%), os albergues/abrigos (25,2%), os banheiros públicos (21,3%), os estabelecimentos comerciais (9,4%) e a casa de parentes ou amigos (2,7%).

2.5.4. Posse de documentação

cracolandia de ceilândia 2 150x112 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua• 24,8% das pessoas em situação de rua não possuem quaisquer documentos de identificação, o que dificulta a obtenção de emprego formal, o acesso aos serviços e programas governamentais e o exercício da cidadania.

• 21,9% possuem todos os documentos de identificação mencionados na pesquisa.

2.5.5. Acesso aos programas governamentais

cracolandia de ceilândia 150x112 Moradores de Rua ou Pessoas em Situação de Rua• A grande maioria não é atingida pela cobertura dos programas governamentais: 88,5% afirmaram não receber qualquer benefício dos órgãos governamentais.

• Entre os benefícios recebidos se destacaram a aposentadoria (3,2%), o Programa Bolsa Família (2,3%) e o Benefício de Prestação Continuada (1,3%).

Fonte: http://www.mds.gov.br/backup/arquivos/sumario_executivo_pop_rua.pdf

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Politicamente podemos ver que nosso governo é até correto, com bons programas de governo, com políticas públicas bem elaboradas (CREAS, CRAS, COSE, POP,..CAPS…etc), mas tudo isso não passa da teoria e de infinitas reuniões de gabinetes e muita publicidade…como pudemos constatar em setembro de 2013, nas cracolândias de Ceilândia, 100% das pessoas em situação de rua abordadas enfrentam as mazelas da rua e nenhuma foi abordada por órgão do GDF com oferta de socialização ou de qualquer outra proposta inclusiva.

Com certeza falta Políticas Públicas efetivas para a questão de Pessoas em Situação de Rua do DF…

As autoridades têm que ACORDAR e ARTICULAR os órgãos afins e começarem a agir, antes que as CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA, CRACOLÂNDIA DE BRASÍLIA (Plano Piloto) tomem dimensões das Cracolândias de São Paulo, o que não está longe de chegar.

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Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional da População em Situação de Rua

Telefone: (61) 2025-9842

Ministério do Desenvolvimento Social

Tel.: 0800 707 2003 / www.mds.gov.br

Fonte:http://portal.mj.gov.br/main.asp?Team={CC590305-CAF4-4C2F-94B7-3A8EC6F2AC66}

CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

cracolandias 300x225 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇANo Distrito Federal, está cada vez mais comum se deparar com usuários ou traficantes de drogas. O crescente número de usuários de crack, por exemplo, torna possível ver, em alguns lugares, como o Setor Comercial Sul, o consumo em plena luz do dia. Esta região, inclusive, já esta sendo conhecida como a “Cracolândia” do Distrito Federal. São cenas explícitas em que homens, mulheres e crianças sucumbem ao vício e muitos, por não ter condições financeiras para bancá-lo, acabam apelando para a bandidagem.

Na Ceilândia não tem sido diferente.

Você vai ver neste post:

  • MAPEAMENTO DAS CRACOLÂNDIAS EM CEILÂNDIA
  • ABORDAGEM UMA A UMA DAS CRACOLÂNDIAS
  • FEIRA DO ROLO
  • PRISÕES REALIZADAS NA OPERAÇÃO CRACOLÂNDIA
  • QUANTITATIVO DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA ENVOLVIDAS EM OCORRÊNCIAS CRIMINAIS
  • TOLERÂNCIA ZERO e TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS
  • PORQUE A QUESTÃO DO CRACK É PRIORITARIAMENTE SOCIAL..DEPOIS DE SAÚDE
  • DESARTICULAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS
  • FORÇA TAREFA EM CEILÂNDIA

Desde a derrubada da obra inacabada e abandonada conhecida por CASTELO DE GRAYSKULL, em maio de 2012, localizada na QNN 13 Ceilândia Norte, local onde se concentravam as PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA E USO DE CRACK E OUTRAS DROGAS, a 15ªDP jamais parou de receber denúncias, requerimentos, abaixo-assinados e até mesmo manifestações protocoladas na sede da PCDF, reclamando acerca da continuação daquela CRACOLÂNDIA, agora não mais reclusa em uma obra abandonada, mas nas ruas de Ceilândia Norte, convivendo em meio à comunidade local, fumando crack na frente dos jovens de bem, urinando e defecando nas ruas, ocupando as áreas públicas com tendas e fixando moradias em qualquer lugar, sem contar as ocupações nos esgotos do lugar, bem como importunando a comunidade pedindo dinheiro, até mesmo em tons ameaçadores.

15dp 150x90 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAA Seção de Polícia Comunitária da 15ªDP, por determinação do Delegado-Chefe, Dr. Mauro Leite, desencadeou a OPERAÇÃO CRACOLÂNDIA, no sentido de apurar as reivindicações comunitárias, bem como realizar diligências de abordagens policiais em locais de CENAS DE CONCENTRAÇÃO DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA E USO DE DROGAS, especialmente o CRACK, fazer levantamento quantitativo desta realidade, e ainda colocar em prática ações proativas de Polícia Comunitária, concomitante com a Filosofia e estratégia Organizacional de Polícia Comunitária, com o objetivo de IDENTIFICAR problemas, APONTAR PRIORIDADES e sugerir SOLUÇÕES, que são os trilhos da estrutura de Polícia Comunitária.

DOS LEVANTAMENTOS

Percorremos por toda a área circunscricional da 15ªDP e verificamos que por toda Ceilândia existe a situação de uso e tráfico de drogas, especialmente o crack, porém, vamos nos deter aqui da questão de concentração de pessoas em situação de rua e uso de crack e outras drogas.

DSCN7465 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAFazendo um mapeamento de Ceilândia, como um todo, verificamos que a questão do tráfico e uso de drogas, especialmente o CRACK, gira em torno da QNN 03 em Ceilândia Norte há muitos anos, sendo que antes a maior parte das pessoas em situação de rua e uso de drogas se concentravam na QNN 13 Ceilândia Norte, no local conhecido como CASTELO DE GRAYSKULL, o qual foi demolido em maio de 2012, e doravante passaram a ocupar vias públicas na QNN 11 e CNN 01, em Ceilândia Centro/norte.

mapeamento crack ceilândia 1024x585 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Verificamos que a CNN 01 e QNN 11, Ceilândia Centro/Norte (proximidades do Supermercado Tatico), seria o ponto nevrálgico da problemática de pessoas em situação de rua e uso de crack e outras drogas. Iniciamos ali o mapeamento in’loco de Ceilândia, área circunscricional da 15ªDP, com abordagens pontuais nos focos de permanência dos usuários, fazendo buscas também pontuais visando desarmamento e entrevistando individualmente a todos no sentido de identificá-los, apontar sua condição na rua, tempo de rua e de uso e dependência química, bem como se foram abordados por qualquer órgão de natureza social com oferta de inclusão social e/ou tratamento.

Verificamos ali seis pontos de concentração de pessoas em situação de rua e uso de crack.

CNN 01 QNN 11 QNN 03 1024x585 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

No mapa abaixo verificamos um ponto permanente localizado na calçada da Igreja Ebenezer na QNM 04 conjunto B, Via Leste, Ceilândia Norte.

QNM 04 IGREJA EBENEZER2 1024x585 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Constatamos um ponto de concentração diária de pessoas em situação e rua e uso de crack na QNM 12, ao longo do muro da empresa Irmãos Gravia (conforme abaixo).

QNM 12 1024x604 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

No mapa abaixo verifica-se constatação de ponto de concentração de pessoas em situação de rua e uso de crack e outras drogas na calçada do BRB na CNM 01 em Ceilândia Centro.

CNM 01 CEILCENTRO 1024x585 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Apesar de termos ali identificado apenas duas pessoas, é de conhecimento de muitos que no local se concentra entre 10 e 20 pessoas todas as noites para o uso de crack, bem como para dormir.

Também neste mapa está pontuado a área ao lado do restaurante comunitário (Rorizão), onde vergonhosamente uma multidão ali se concentra diariamente em torno de um comércio irregular de todo tipo de objeto, novos e usados, legais e ilegais, certamente sendo em sua maioria ilegais, onde as pessoas ali estão tão a vontade que verifica-se, inclusive, uso indiscriminado de maconha, jogo de azar e outras irregularidades sem serem incomodados.

Este local é importante neste contexto, tendo em vista que é bastante frequentado pelas pessoas em situação de rua, as quais, após adquirirem qualquer objeto para fazerem recursos para aquisição da droga, ali comparecem para trocarem ou venderem.

No mapa abaixo verifica-se apenas um local identificado na parada de ônibus (quiosques) da EQNM 18/20, acima da Praça do Cidadão, Ceilândia Norte, onde ali se concentram cerca de vinte e cinco pessoas envolvidas com crack e álcool. Esses são encontrados no local à noite e pela manhã.

EQNM 18 20 PÇA CIDADAO2 1024x585 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

No mapa abaixo verifica-se o último ponto identificado nesta operação, localizado na EQNM 07/09, atrás do bloco E, em Ceilândia Sul, onde ali se concentram cerca de cinco pessoas permanentes mais pessoas transitórias.

EQNM 7 9 SUL2 1024x585 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

DAS ABORDAGENS

Realizamos abordagens em todos os pontos mencionados no mapeamento, com o objetivo de registrar a realidade, identificar individualmente as pessoas envolvidas, saber o tempo de vivencia de rua e sondar sobre se este público teve oferta de atendimento social nos últimos dois anos.

Realizamos 56 abordagens, o que não quer dizer que o universo desta situação de rua seja isto, ou seja, foram 56 pessoas no momento da abordagem, sendo que em outros momentos, sobretudo à noite, este público tem um acréscimo de cerca de três vezes mais, considerando a transitoriedade da maioria. Este número (56) foi apenas amostragem.

100% dos abordados afirmaram não terem sido abordados por qualquer órgão social nos últimos dois anos, bem como não receberam nenhuma oferta de tratamento ou qualquer outro tipo de inclusão social como emprego ou qualificação profissional, tendo alguns desses (cerca de 3%) afirmado terem sido abordados por instituições religiosas.

Perguntado sobre dependência química, 100% declararam ser dependentes e que gastam entre R$60,00 e R$100,00 com crack por dia, não respondendo ao certo como adquirem o valor informado, alegando vigiarem carros ou outros argumentos, mas sabemos que a maioria sustenta suas dependências furtando e roubando.

  • QNN 11, Concreto sobre Metrô frente EQNN 1/3 Ceilândia Norte-“BARRACO DA NEIDE”

DSCN7360 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  DSCN7361 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  DSCN7363 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Neste local abordamos 15 pessoas durante o dia, as qualificamos e as entrevistamos, sendo que todas se encontram em situação de rua e de dependência química. Dentre elas, para uma pessoa constatamos ser procurada pela justiça e esta foi devidamente presa e conduzida à DP e após à carceragem da PCDF.

  • QNN 11 – Ceilândia Norte – MARGEM INFERIOR DA LINHA DO METRÔ

DSCN7420 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA   DSCN7424 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  DSCN7440 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Já Neste local abordamos 06 pessoas durante o dia, as qualificamos e as entrevistamos, sendo que todas se encontram em situação de rua e de dependência química.

  • QNN 11 – Ceilândia Norte - Área Central da quadra onde existe um MONTE DE TERRA

DSCN7364 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  DSCN7445 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  DSCN7376 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Neste local abordamos 12 pessoas durante o dia, as qualificamos e as entrevistamos, sendo que todas se encontram em situação de rua e de dependência química. Para duas dessas pessoas constatamos ser procurada pela justiça e estas foram devidamente presas e conduzidas à DP e após a carceragem da PCDF.

  • QNN 11  VIA NM 11B LT 18 – AO LADO IGREJA MARANATA

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  • QNN 11 –Ceilândia Norte – Rede de Manutenção Pública

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  • CNN 01 - ESTACIONAMENTO DO SUPERMERCADO TATICO

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 Aqui abordamos 7 pessoas durante o dia, as qualificamos e as entrevistamos, sendo que todas se encontram em situação de rua e de dependência química.

  • QNN 03 – MARGEM SUPERIOR DA LINHA DO METRÔ - CEILÂNDIA NORTE

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Mais um foi preso aqui na QNN 03 por mandado de prisão na abordagem que realizamos a mais 9 pessoas que se encontravam escondidas em tendas improvisadas fixadas na grade da linha do Metrô.

Várias pessoas se encontravam dentro do duto de águas pluviais, as quais não conseguimos acesso, pois as mesmas correram e entraram nas malhas de manilhas ali existentes.

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  • QNM 04 CONJ. B – VIA LESTE CEILÂNDIA NORTE- ESQUINA IGREJA EBENEZER

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Neste local foram abordadas 6 pessoas, todas em situação de rua e dependência química, durante o dia, mas temos notícias que à noite este número mais que triplica pela rotatividade.

  • QNM 12 – FUNDOS DA IRMÃOS GRAVIA - CEILÂNDIA CENTRO/NORTE

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  • EQNM 18/20 – COMÉRCIO LOCAL – ACIMA DA PRAÇA DO CIDADÃO

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Neste local há uma permanência de cerca de vinte e cinco pessoas envolvidas com crack e álcool. Essas são encontrados no local à noite e pela manhã.

  • CNM 01 – CEILÂNDIA CENTRO  -   CALÇADA DO BRB

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Este local é frequentado diariamente por cerca de 20 pessoas em situação de rua e uso de crack e outras drogas…os mesmo são encontrado aqui no período noturno.

  • CNM 01 – CEILÂNDIA CENTRO - PRAÇA DO RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE CEILÂNDIA

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  feira do rolo4 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  feira do rolo5 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA  feira do rolo6 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Área ao lado do restaurante comunitário (Rorizão), onde vergonhosamente uma multidão ali se concentra diariamente em torno de um comércio irregular de todo tipo de objeto, novos e usados, legais e ilegais, certamente sendo em sua maioria ilegais, onde as pessoas ali estão tão a vontade que verifica-se, inclusive, uso indiscriminado de maconha, jogo de azar e outras irregularidades sem serem incomodados.

Este local é importante neste contexto, tendo em vista que é bastante frequentado pelas pessoas em situação de rua, as quais, após adquirirem qualquer objeto para fazerem recursos para aquisição da droga, ali comparecem para trocarem ou venderem.

Imagine a seguinte situação: em um mesmo lugar, é possível encontrar aparelhos celulares, instrumentos musicais, eletroeletrônicos, peças de cozinha, roupas e até itens para banheiro. Tudo por preços extremamente baixos, com descontos que chegam a até 80% em comparação àquilo que se encontra normalmente em lojas especializadas. Tudo parece perfeito, se não fosse por um detalhe: vários destes produtos são itens furtados ou roubados na capital federal, Brasília e nas cidades satélites do Distrito Federal (DF).

Nenhum produto vendido por lá tem nota fiscal e são poucos os vendedores que conseguem explicar de onde vem o produto usado que oferecem. É justamente aí que o consumidor comum tem como saber se o produto é furtado ou não.

Outro detalhe: tudo isso é acontece a poucos metros da 15ªDP, porém, entanto, é oportuno informar que este tipo de abordagem não é competência da Polícia Civil em suas atribuições, cabendo tais competências à polícia ostensiva (PMDF), bem como à Administração Regional, Secretaria de Ordem Pública e órgãos de fiscalização, como por exemplo AGEFIS, tendo constatado as irregularidades aí sim, encaminha à Delegacia de Polícia Civil para o devido registro, instauração do Inquérito Policial ou Termo Circunstanciado e a consequente apuração, como está expresso na Constituição Federal Cidadã de 1988, em seu art. 144 § 4ºÀs polícias civis, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.

FEIRA DO ROLO PCS 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAUma providência urgente tem que ser tomada de maneira eficaz no sentido de ocupar a área de maneira ostensiva, permanente e repressiva, não nos moldes que hoje existe ali, tendo em vista que existe um Posto Comunitário de Segurança (PMDF) totalmente desmoralizado, com tudo isso acontecendo na área imediata de atuação daquela unidade policial.

 

  • EQNM 07/09 BL. E – CEILÂNDIA SUL – (PRÓX. SUPERCEI)

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De 56 pessoas abordadas, 52 são dependentes químicos e vivem em situação de rua. 100% dessas pessoas afirmaram NÃO TEREM SIDO ABORDADADAS POR QUALQUER ÓRGÃO DE NATUREZA SOCIAL NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS, somente por algumas igrejas.

NUASO é o Núcleo Especializado em Abordagem Social, que atuava com o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), ofertando seus serviços e promovendo o diálogo com a comunidade local (comerciantes, moradores, igreja, Ongs), porém, tomamos conhecimento que desde maio de 2013 este Núcleo não mais atua em no DF, tendo sido substituído pela SEDEST, em 31 de julho de 2013, pela CIDADE ACOLHEDORA – SERVIÇO DE ABORDAGEM SOCIAL, uma ONG Associação Casa Santo André – Cidade Acolhedora, a qual iniciou o trabalho em Ceilândia no dia 05 de agosto de 2013.

05 PROCURADOS PELA JUSTIÇA FORAM PRESOS NA OPERAÇÃO

Resultado das abordagens na OPERAÇÃO CRACOLÂNDIA, logramos identificar cinco pessoas procuradas pela justiça, tendo sido realizado o devido cumprimento nesta 15ªDP.

DSCN7525 112x150 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAJ.A.RIBEIRO

Data de nascimento: ../../1986     RG: …-SSP/DF

Tempo de Vivência de rua: 01 ano

Se foi abordada por órgão social nos últimos dois anos: NÃO

Situação Criminal: Preso na Operação por Mandado de Prisão

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DSCN7517 112x150 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAC.G.FARIAS – “DIABO LOIRO”

Data de nascimento:                        RG: …/SSP/DF

Tempo de Vivência de rua: 5 anos

Se foi abordada por órgão social nos últimos dois anos: NÃO

Situação Criminal: Preso nesta operação por força de MP (EVASÃO)

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DSCN7625 112x150 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAA.B.CONCEIÇÃO

Data de nascimento: ../../1974       RG: …/SSP/DF

Tempo de Vivência de rua: 5 anos

Se foi abordada por órgão social nos últimos dois anos: NÃO

Situação Criminal: Preso nesta operação por força de MP (Condenatória)

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DSCN7508 150x112 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAR.B.RODRIGUES

Data de nascimento: ../../1960       RG: …/SSP/DF

Tempo de Vivência de rua: 1 ano

Se foi abordada por órgão social nos últimos dois anos: NÃO

Situação Criminal: Preso nesta operação por força de MP(Preventiva)

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DSCN7537 112x150 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAW.S.QUEIROZ – “GALEGUINHO”

Data de nascimento: ../../1986      RG: …-SSP/DF

Tempo de Vivência de rua: 3 anos

Se foi abordada por órgão social nos últimos dois anos: NÃO

Situação Criminal: Prisão Domiciliar – Preso nesta operação por força de MP (condenatória)

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PESQUISA:

Realizamos um levantamento nos sistema de informações PCDF sobre PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA e obtivemos os seguintes dados:

  • Entre 2011 e 2013 280 pessoas se envolveram em ocorrências criminais na 15ªDP.
  • As naturezas de ocorrências foram, na maioria, furto em interior de veículo, furto em comércio e roubo a transeunte.
  • 100 Pessoas em Situação de Rua (em Ceilândia) encontram-se presas atualmente.

Os dados acima nos mostram que a polícia tem feito um bom trabalho. A 15ªDP tem se destacado pela SRD – Seção de Repressão às Drogas nas investigações no que diz respeito ao tráfico de drogas, bem como o 18ºBPM tem feito um número extraordinário de abordagens flagranciais, o que não interfere nas questões sociais e de saúde das pessoas em situação de rua.

OPINIÃO

Temos vários programas e projetos governamentais, a nível Federal e Distrital, porém, apesar de tantos dispositivos, esta Seção de Polícia Comunitária (SPCOM) lamentavelmente constatou que não houve nenhuma ação prática nas cenas de drogadição (CRACOLÂNDIAS de Ceilândia) nos últimos dois anos (abordagens), haja vista as declarações unânimes das pessoas em situação de rua em Ceilândia por nós abordadas.

Compreendemos que o assunto é extremamente complexo, mas algo tem que ser feito na prática.

Podemos aprender muito com as experiências do prefeito Rudolph Giuliani, de New York-USA, o qual, com a política de “Tolerância Zero” contra criminosos na década de 1990 diminuíram sensivelmente taxas de criminalidade.

janelas quebradas 3 97x150 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇATambém podemos aprender com a “TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS” de autoria dos criminologistas Wilson e George Kelling, a qual, depois de vários experimentos, concluiu que, onde a paisagem ou ambiente mantinham degradação, atraia-se mais degradações e onde se consertava, atraia mais ainda humanização. De acordo com os autores , caso se quebre o vidro de uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todos os outros serão quebrados…algo semelhante ocorre com a delinquência.

Entendemos que, no caso de Ceilândia, em especial com a região da QNN 03/QNN 05 e CNN 01/QNN 11, deveria se implantar uma espécie de Tolerância Zero, firmando-se um “PACTO” e criando uma “FORÇA TAREFA” entre os ORGÃOS DE NATUREZA SOCIAL (CREAS-CRAS), os ÓRGÃOS DE SAÚDE (HRC-CAPS-CONSULTÓRIO DE RUA), ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE CEILÂNDIA, SEOPS – Sec. De Estado de Ordem Pública do DF, MPDFT-Ceilândia, ONGs SOCIAIS e COMUNIDADES TERAPÊUTICAS e por último POLÍCIA CIVIL-15ªDP e PMDF-8ºBPM.

Polícia foi colocada por último por entendermos que esta problemática transcende a questão de segurança pública, bem como de saúde, passando a ser prioritariamente uma questão SOCIAL, tendo em vista o histórico e realidade dos 100% dos abordados, os quais se encontram exclusos socialmente, sobretudo pela condição de dependência química e alcoólica.

“Enfrentar o crack só é possível por meio de uma política pública integrada e articulada, senão já começaríamos derrotados. Estamos comprometidos em fazer isso não somente como uma política pública, mas também de Estado”, afirmou o governador durante a cerimônia, realizada no Salão Branco do Palácio do Buriti, no dia 07/12/2012 na assinatura do Termo de Adesão do DF ao programa “Crack, é Possível Vencer”.

PORQUE ESTA QUESTÃO É PRIORITARIAMENTE SOCIAL

…E DEPOIS DE SAÚDE…

Primeiro, prender o usuário pelo crime de uso nada resolve porque o uso não é mais considerado crime e sim doença (dependência química), isto é, a autuação em delegacia é possível mas não há nenhum efeito nisso, portanto o uso de crack deixa de ser uma questão de polícia.

“O grande problema é que as pessoas colocam a responsabilidade toda no Caps, mas ele não consegue resolver o problema da dependência química. Alguns pacientes se beneficiam com o Caps e outros não. Têm pacientes que precisam, por exemplo, de uma moradia assistida, que é um intermediário, e isso ainda não existe no Brasil”.

“Retirar os viciados da cracolândia não vai resolver o problema da dependência. É preciso oferecer serviços para esses indivíduos, associados a outras medidas, como a de saneamento, por exemplo. Ao encarar a cracolândia como uma área de traficantes e apenas querer limpar o espaço, se corre o risco de piorar a situação daqueles que estão seriamente dependentes do crack”.

Quando um tratamento começa, avalia-se qual é a estrutura química, física e social do paciente. A partir daí, escolhe-se as opções que melhor atenderão as necessidades dele. Esse é o conceito atual. Então, é feita uma avaliação das necessidades e a partir disso, tenta-se começar o tratamento com uma proposta terapêutica, onde são considerados os ambientes que temos à disposição (podem ser os ambulatórios, podem ser as clínicas, as comunidades terapêuticas, os hospitais). É escolhido o melhor ambiente, pensado na equipe de profissionais disponível para ajudar esse paciente e nas estruturas de apoio sociais – se o dependente químico tem filhos, procuramos uma creche para a criança, por exemplo. Portanto, algumas decisões são clínicas e outras, sociais.

Têm pacientes que se beneficiam do Caps, mas este é um tratamento que requer uma estrutura do dependente, pois ele precisa marcar a consulta, e ir às reconsultas. Esse é um tratamento para alguém que já está conseguindo se estruturar melhor.

É PRIMORDIAL AÇÕES INTEGRADAS

A DESARTICULAÇÃO ENTRE AS POLÍTICAS DE SEGURANÇA, SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL TEM PREJUDICADO O TRATAMENTO DE DEPENDENTES QUÍMICOS

O motivo desta desarticulação é porque o país investe em política pública nessa área há pouquíssimo tempo. Então, as pessoas ainda estão “batendo a cabeça”. A falta de articulação também esbarra no preconceito em relação ao tratamento, porque ainda existem pessoas que acham que “passar a borracha” nos usuários de droga é a melhor solução. Essa é uma mentalidade da cultura dos indivíduos. Está no imaginário das pessoas essa concepção de que o dependente químico é um drogado e que não há problema em tratá-lo com violência. As pessoas, às vezes, acabam agindo de uma maneira equivocada.

O grande desafio é possuirmos ambientes e capacitação, além de ter a oportunidade de influir nos momentos em que se definem as políticas públicas. É uma questão de encarar o crack como uma questão de saúde pública.

(Esta foi uma parte da entrevista concedida por Marcelo Ribeiro de Araújo, mestre e doutor em Psiquiatria pela Universidade Federal de São Paulo – Unifesp. Atualmente é diretor de ensino da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas da mesma universidade e autor do livro O Tratamento do Usuário do Crack (editora Artmed).)

Desarticulação pública atrasa combate ao crack

Em 2011, o Ministério da Saúde estima que foram feitos cerca de 3 milhões de atendimentos nos Centros de Atenção Psicossocial-Álcool e Drogas, localizados em todas as capitais e na maioria das cidades médias e grandes. Para os especialistas, as cenas cotidianas de consumo de crack nas ruas do centro de São Paulo e, mais recentemente, de policiais militares reprimindo usuários na Cracolândia, sem a retaguarda de profissionais da saúde e do serviço social do poder público, escancaram a ineficiência do Estado no combate ao consumo da pedra de pasta de cocaína refinada com bicarbonato de sódio que afeta a vida de mais de 200 mil brasileiros. (reportagem é de Samantha Maia e Luciano Máximo e publicada pelo jornal Valor, 10-01-2012)

 Neste entendimento, cremos que tem que acontecer, com muita URGÊNCIA, ações efetivas de ABORDAGENS SOCIAIS a essa comunidade de excluídos, com OFERTA DE AJUDA e, sobretudo, COM PRONTA ESTRUTURA DE AJUDA.

Sabemos também que essas pessoas não aceitarão a oferta de ajuda a princípio pelo fato de se encontrarem em uma zona e situação de conforto, isto é, têm abrigo (lonas, tapumes, papelões, compensados, madeiras, buracos…), formas fáceis e ao alcance para ganhar dinheiro (pedindo, furtando, roubando…) e próximo da aquisição do maior objetivo deles, o crack.

invasão área pública 150x100 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇAConsiderando isso é que entendemos que, com o acontecimento de um PACTO, com a criação de projeto de uma “FORÇA TAREFA”, com características de “tolerância zero”, que tivesse como uma das metas de ação 2 operações semanais por um período de pelo menos 3 meses consecutivos, contando com todos os órgão acima sugeridos, tirando essas pessoas do “CONFORTO” que elas se encontram, recolhendo em caminhão lonas, plásticos, papelões, compensados, madeiras, colchões, sofás velhos, e todo tipo de objeto que utilizam na invasão de área pública, forçando essas pessoas a sentirem-se vulneráveis, sentirem necessidade de ajuda, enfim, sentirem-se desconfortáveis, afinal, o paternalismo que verificamos hoje, que é a permissividade do poder público a essa condição imoral é escandalosamente negligente.

Entendemos que a questão de POPULAÇÃO DE RUA está regulamentada no Decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009, que, dentre outras características descreve que o direito de utilizar os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, porém não os permite invadir área pública construindo e fixando barracos e tendas.

Cremos que é fundamental a “FAXINA URBANA”, não retirando pessoas como se fossem lixo, mas os objetos que são de fato lixo, para forçar as pessoas a oportunidade de humanização.

Outrora (maio de 2012), na região onde se concentra o maior foco do problema, havia uma obra inacabada, a qual era ocupada pelos mesmos moradores de rua e usuários de drogas e fugitivos que hoje ocupa a CNN 01 e a QNN 11; o local, então conhecido como CASTELO DE GRAYSKULL (QNN13), foi demolido pela ação da Administração Regional de Ceilândia, com colaboração da PMDF, SLU, COORDENADORIA DA CIDADE E DEFESA CIVIL, sem nenhuma preocupação com as pessoas que eram, na verdade, o real problema, isto é, não participou naquela ação nenhum ÓRGÃO VINCULADO À SEDEST/GDF para dar ou oferecer destino àquelas pessoas.

CASTELO DE GRAYSKULL QNN 13 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇA

Nesta ação varreram o lixo e colocaram-no debaixo do tapete.

Neste caso, o principal órgão que deveria estar à frente deste projeto deveria ser um órgão vinculado ao SEDEST/GDF, pois, por ser a questão social, seriam eles que dariam os encaminhamentos no momento que começariam surtir os efeitos do projeto de desestruturação e desmobilização dessas comunidades de pessoas em situação de rua, com o recolhimento sistemático de suas estruturas, ou seja, quando as pessoas, por sentirem-se vulneráveis e sem proteção, buscariam ajuda.

Em uma fase seguinte, operações periódicas seriam necessárias para dar manutenção e não se permitir ocupações de acampamentos em áreas públicas dessas pessoas em situação de rua, para o bem da comunidade geral, bem como deles próprios.

No final, o poder público estaria dando um recado para essas pessoas de que USAR DROGAS EM ÁREA PÚBLICA NÃO É PERMITIDO NEM TOLERADO, ao contrário do que ocorre hoje, descaso e permissividade constatada.

mãos unidas 150x129 CRACOLÂNDIAS DE CEILÂNDIA (DF), UM DESAFIO QUE TRANSCENDE A SEGURANÇASe o sonho de se conseguir mobilizar os órgãos aqui mencionados (de Ceilândia) no firme propósito de tratar o crack de maneira intolerante, coordenada, prática (atitude) e comprometida com resultados a longo prazo seríamos os referência para todo o DF, sobretudo para Brasília (Plano Piloto), onde se concentra o maior foco da crise.

A SPCOM-15ªDP entende que o caso não é problema de polícia e de segurança pública, que apenas tem relação, mas é uma questão de crise social, no entanto esta seção não se furta a abraçar a causa e se coloca a inteira disposição para participar de qualquer proposta de projeto para interferir na atual realidade de cenas de permanência de pessoas em situação de rua e uso de crack e outras drogas.

36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

36 policiais do DF, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack do Programa “Crack, é Possível Vencer”, do Governo Federal.

dscn7066 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

Encerrou nesta sexta-feira, 16 de agosto de 2013, a terceira etapa do Curso Treinamento de Abordagens Humanizadas para Usuários de Crack, formatado pela SENASP/Ministério da Justiça e coordenado pela SUPROC/SSP/DF.

 DSCN6478 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

Esta última etapa consistiu em TÉCNICAS DE ABORDAGENS A VULNERÁVEIS, tendo nos seus cinco dias aulas de Instrumentos do Direito Internacional dos Direitos Humanos aplicados ao Uso da Força; Presença Verbalização e Postura Policial; Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (Tonfa, Bastão e Espargidor de pimenta) ; Manejo de Arma de Condutividade Elétrica (Spark) e Oficina de Vivenciamento. Esta fase aconteceu nas instalações do CENTRO DE ALTOS ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO – CAEAP da PMDF, em Taguatinga-DF e contamos com os excelentes Instrutores de defesa pessoal daquela instituição.

DSCN6460 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN6477 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN6487 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

  DSCN6509 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN6532 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN6638 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

Na fase anterior foi ministrado CONCEITOS FUNDAMENTAIS DAS SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS e EPIDEMIOLOGIA DO USO DE DROGAS NO BRASIL, pela professora Farmacêutica Giovana Brolese da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; POLÍTICAS E LEGISLAÇÃO SOBRE DROGAS NO BRASIL, pelo Policial Federal Carlos Mariath; PRINCÍPIOS DA ABORDAGEM PSICOSSOCIAL, pela psicóloga Bárbara Vaz, do Ministério da Saúde; e, por fim, O PAPEL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS), pela Psicóloga Maria de Fátima Pereira, do Min. Do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Na primeira fase tivemos duas semanas no Curso de MULTIPLICADOR DE POLICIA COMUNITÁRIA, o que dá a sustentação neste projeto, pois todas as ações policiais, neste caso, são fundamentadas nos princípios de Polícia Comunitária, ou seja, policiais capacitados a orientar, dar encaminhamentos, bem como reduzir os danos nas abordagens, fazendo o uso PROGRESSIVO da força.

Como podemos constatar, a capacitação foi formatada em alto nível de estrutura e conteúdo. 

DSCN7062 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN7084 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN7171 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

DSCN7188 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN7206 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack  DSCN7240 150x112 36 policiais, militares e civis, do eixo Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia, foram capacitados no curso de Abordagem Humanizada para Usuários de Crack

OPINIÃO:

  • Capacitação de extrema importância para humanização das ações policiais no enfrentamento ao fenômeno CRACK e outras mazelas sociais, porém, acredito que realizar este projeto para um Bombeiro Militar e quatro Policiais Civis, em um eixo gigante como este (Plano Piloto/Taguatinga/Ceilândia) é chover no molhado, pois uma andorinha não faz verão.
  • A inclusão na formatação de curso de  “MULTIPLICADOR DE POLÍCIA COMUNITÁRIA” é fundamental, porém este curso tem o pré-requisito de os instruendos já possuírem o curso de “PROMOTOR DE POLÍCIA COMUNITÁRIA; neste caso sugiro, salvo melhor juízo,  que se troque um pelo outro sem nenhum prejuízo, tendo em vista que os princípios básicos da filosofia e da estratégia de Polícia Comunitária estão inseridos no curso de Promotores.
  • Deve-se priorizar policiais que estejam em atividade em ações fins, ou seja, estejam lidando cotidianamente nas cenas de uso de crack e outras desordens sociais; bem como priorizar policiais que estejam no início de carreira, tendo em vista que verificamos um grande número de policiais com mais de 22 anos de carreira, próximo de reformas e aposentadorias, isto é, em alguns casos a capacitação será inútil para o objetivo fim.   Wagner Ayala

CONFIRAM O NOSSO ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS: Clique em [Show as slideshow] e daí poderá clicar na imagem para passar em sequência todas as fotos, uma a uma.

Crack, é possível vencer – Como Ajudar

Crack, é possível vencer – Como Ajudar

crack é possivel vencer 150x113 Crack, é possível vencer   Como AjudarO crack é uma droga que causa dependência com muita rapidez. Para o usuário se recuperar, a ajuda precisa vir na mesma velocidade. O primeiro passo é buscar ajuda de profissionais especializados e iniciar o tratamento. No Brasil existem instituições que prestam atendimento tanto para a família quanto para o dependente.

O vídeo a seguir mostra a importância dos familiares na recuperação de um usuário de crack, e como um ambiente acolhedor, e pessoas dispostas a entender e a ouvir podem fazer a diferença no tratamento.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/crackepossivelvencer/cuidado/como-ajudar/como-ajudar

Como oferecer ajuda – Veja o video:

CRACK, É POSSÍVEL VENCER

http://youtu.be/MNKrZOqrOFo

Redução de danos

image preview Crack, é possível vencer   Como Ajudar

Equipe do Consultório na Rua de São Bernardo do Campo atende usuários de drogas em situação de vulnerabilidade social Crédito da imagem: Ministério da Saúde

Incentivar o dependente de crack a cuidar de si, sem que a condição para isso seja a interrupção total do uso da droga, é a estratégia central das ações de Redução de Danos à saúde do usuário. Ao reduzirem os problemas associados com o uso de drogas no âmbito social, econômico e de saúde, estas estratégias beneficiam o usuário, seus familiares e a própria comunidade.

Segundo Tarcísio Andrade, psiquiatra e professor adjunto da Faculdade de Medicina da Bahia, as práticas de Redução de Danos são baseadas em princípios de pragmatismo e compreensão da diversidade. As ações são pragmáticas porque tratam como imprescindível a oferta de atendimento para todas as pessoas nos serviços de saúde, inclusive para aqueles que não querem ou não conseguem interromper o uso do crack. O esforço é pela preservação da vida. Do mesmo modo, as estratégias de redução de danos se caracterizam pela tolerância, pois evitam o julgamento moral sobre os comportamentos relacionados ao uso do crack e às práticas sexuais, assim como intervenções autoritárias e preconceituosas.

Oferecer estes serviços de abordagem, muitas vezes na própria rua e nos contextos de uso da droga, também pode evitar a exposição a outras situações de risco e aproximar o usuário das instituições de saúde, abrindo a possibilidade de que ele venha pedir ajuda quando necessário. Além disso, permite que o serviço de saúde possa acompanhá-lo de forma mais próxima.

Iniciativas práticas

De acordo com o psiquiatra Marcelo Cruz, coordenador do Programa de Estudos e Assistência ao Uso Indevido de Drogas (Projad) e professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, as ações para redução dos riscos de contaminação por doenças entre usuários de drogas injetáveis e também durante a prática sexual marcaram o início das estratégias de Redução de Danos no País. Com o sucesso dessas ações, elas passaram a ser usadas também na prevenção de outras práticas de risco, tais como os problemas com drogas não injetáveis, como é o caso do crack nos dias de hoje. Ainda segundo o psiquiatra, a estratégia de redução de danos para usuários de crack prevê a distribuição de preservativos, a disponibilização de informações sobre os riscos de contaminação pelo compartilhamento de cachimbos e sobre os cuidados para a prática de sexo mais seguro. Assim, a atividade de abordagem dos usuários nos locais de uso da droga não é um fim em si, mas um serviço oferecido junto a muitos outros, com o objetivo geral de preservação da saúde.

Nesse processo de Redução Danos, ações preventivas, como a substituição de cachimbos improvisados por outros de melhor qualidade, evitam a contaminação do usuário por bactérias. “Oferecer cachimbos que não superaquecem ajuda a reduzir lesões bucais e infecções secundárias”, afirma Francisco Inácio Bastos, psiquiatra e doutor em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Afastar o usuário dos locais de consumo e venda da droga também ajuda a minimizar os riscos. “É imprescindível recorrer à ajuda profissional para tentar diminuir a compulsão pelo uso da droga e para que o usuário tenha também outras formas de estímulo, seja com medicamentos ou através de outras ações”, diz Bastos. Também é importante tentar regularizar a alimentação e o sono, o que reduz o risco de anemia e desnutrição e impede o agravamento de doenças físicas e mentais. “Todo comprometimento orgânico-nutricional é grave. Algumas pessoas, em decorrência do uso de substâncias psicoativas, deixam de se alimentar adequadamente. Particularmente na infância, isso impossibilita a absorção de vitaminas e pode causar danos ao sistema nervoso, às vezes irreversíveis”, afirma Antonio Nery Filho, professor e psiquiatra do Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas (CETAD) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Atenção psicossocial

Além das medidas práticas e paliativas, é importante valorizar e estimular a vivência das habilidades e potencialidades do usuário. “O usuário de crack é uma pessoa insegura que busca, através da droga, suprir esta angústia de pensar que não é capaz”, diz a psicóloga Raquel Barros, da ONG Lua Nova de Sorocaba (SP). Ajudar o dependente a reconstruir vínculos com a família e a sociedade também ajuda a diminuir os prejuízos do consumo do crack. “A droga só tem sentido na vida de um usuário a partir do momento em que ele não consegue estabelecer relações que o façam sentir-se como uma pessoa importante”, diz a psicóloga.

image preview2 Crack, é possível vencer   Como Ajudar

Trabalho de redução de danos pode ser primeiro passo para usuário de drogas que busca tratamento para melhorar qualidade de vida Crédito da imagem: Portal Brasil

Fonte: http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack/cuidado/reducao-de-danos

VEJA OS VÍDEOS ABAIXO:

Efeitos do uso do crack e consequências no organismo

http://youtu.be/XIMNL4GmrOw

Efeitos neurológicos do uso do crack

http://youtu.be/se5HqN2AoPI

Efeitos do uso do crack na gestação

http://youtu.be/8xoV-ikm2lY

TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

Programa “Crack, é possível vencer”

crack é possivel vencer 300x226 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACKEnfrentar o crack é compromisso de todos. O governo federal lançou o programa Crack, é Possível Vencer para trabalhar em parceria com estados, municípios e a sociedade em três eixos: prevenção, cuidado e segurança. No total,  estão previstos R$ 4 bilhões em recursos federais até 2014 que serão investidos em ações de orientação da população, capacitação de profissionais, aumento da oferta de tratamento e atenção aos usuários, além do enfrentamento ao tráfico de drogas.

ministra Gleisi Hoffmann 150x97 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACKO governador Agnelo Queiroz e a ministra de Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, assinaram no dia 07/dez/2012, no Palácio do Buriti, o termo de adesão do Governo do Distrito Federal ao Programa Crack é Possível Vencer, do Governo Federal. “O marco inicial deste programa no DF foi a criação do Comitê de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, com a participação de 15 Secretarias do GDF, em maio do ano passado”, disse o governador ao falar sobre todas as medidas colocadas em prática desde então.

DSCN5767 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACKO Programa Crack é Possível Vencer está estruturado sobre três eixos:

1º- PREVENÇÃO: Educação, Informação e Capacitação.

2º- CUIDADOS: Aumento da oferta de tratamento de à saúde e atenção aos Usuários.

3º- AUTORIDADE: Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações Criminosas.

__________________________________________________________________________

DSCN5765 112x150 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

Relativo ao eixo AUTORIDADE, o programa “CRACK, É POSSÍVEL VENCER”, pelo Ministério da Justiça, formatou o curso de TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK para capacitação dos servidores da Segurança Pública do DF, PCDF, PMDF e CBMDF, inovando no currículo…o curso compreendido em 3 módulos, iniciou-se  o 1º módulo com o Curso Nacional de Multiplicadores de Polícia Comunitária, capacitando os servidores acerca das seguintes matérias:

1º Módulo:

  • DSCN6197 112x150 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACKPolícia Comunitária Comparada
  • Direitos Humanos
  • Mobilização Social
  • Gestão de Qualidade na Segurança Pública
  • Gestão de Projetos
  • Relações Interpessoais
  • Resolução Pacífica dos Conflitos
  • Estruturação dos Conflitos

REDE DE ATENDIMENTO 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK2º Módulo:

  • Terá como tema “Rede de Atenção e Cuidado”

3º Módulo:

  • Técnicas de Abordagem Policial a Vulneráveis.

DSCN6091 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

O curso está sendo coordenado pela SUPROC – Subsecretaria de Programas Comunitários, da SSP-DF, pelo Mj José Martins.

A aula inaugural aconteceu no dia 22 de julho, a qual foi aberta pelo subsecretário  Suproc TenCel Cirlândio Martins e pelo coordenador Mj José Martins.                        DSCN5732 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK                  DSCN5735 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

Dentre alunos da PMDF e CBM-DF estão os agentes de polícia da PCDF  Wagner Ayala da 15ªDP, Deilson Resina da 5ªDP, Ricardo da 23ª DP e Fernanda da 2ªDP.

DSCN6103 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK                  DSCN6110 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

DSCN6182 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACKDentre os mestres ministrantes citamos os que ministraram na primeira semana:  Mário Gil (Pres. Do CONEN), Prof. Alessandra Cristiane, Mj Rubinaldo, Mj Marco Lourenço, Mj Paulo André, Agente de Polícia Deise Luci, Agente Ricardo, Agente Sérgio, Cap Guilherme e Mj Emerson.

 

DSCN5752 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK  DSCN5967 112x150 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK  DSCN5927 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

DSCN6011 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK  DSCN6097 112x150 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK  DSCN6082 150x112 TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE CRACK

http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack/perguntas-frequentes/7-programa-crack-e-possivel-vencer

http://www.saude.df.gov.br/noticias/item/2372-gdf-adere-ao-programa-do-governo-federal-%E2%80%9Ccrack-%C3%A9-poss%C3%ADvel-vencer%E2%80%9D.html

 

POLÍCIA DO DF TERÁ TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE DROGAS

Polícia do DF terá treinamento de abordagem humanizada a usuários de droga

Postado por Daniela Novais 18:23:00 19/07/2013

crack cracolandia 300x191 POLÍCIA DO DF TERÁ TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE DROGASPoliciais do Distrito Federal receberão treinamento de abordagem humanizada a usuários de drogas. O objetivo é que essas ações policiais de enfrentamento das drogas, em especial, o crack tenham como foco a saúde e a assistência social. Os cursos estão fundamentados no Programa “Crack é Possível Vencer”, que envolve os eixos Prevenção, Cuidado e Autoridade.

CRACOLANDIA 300x156 POLÍCIA DO DF TERÁ TREINAMENTO DE ABORDAGEM HUMANIZADA A USUÁRIOS DE DROGASSegundo José do Nascimento Rêgo Martins, coordenador de Capacitação e Polícia Comunitária da Secretaria de Segurança Pública, “os policiais serão treinados para ações onde segurança, saúde e assistência social aconteçam de maneira integrada”. Ele ressalta que esse tipo de abordagem é “ao usuário de drogas, aqueles que dispõem apenas de uma quantidade pequena de drogas para consumo próprio, a abordagem será com foco na saúde e assistência social. As ações de prisão são focadas nos traficantes”.

Os integrantes dos órgãos de segurança do DF também receberão capacitação em outros dois módulos de 40 horas sobre a “Rede de Atenção e Cuidado ao usuário de drogas” e “Abordagem Policial a Pessoas em Situação de Risco”. A primeira turma do curso começará na segunda-feira (22) e uma nova leva de alunos será treinada a partir do dia 19 de agosto.

A SPCOM – Seção de Polícia Comunitária da 15ªDP (Ceilândia-DF) se fará presente e participante pelo Agente Wagner Ayala.

Enfrentar o crack é compromisso de todos.

O governo federal lançou o programa Crack, é Possível Vencer para trabalhar em parceria com estados, municípios e a sociedade em três eixos: prevenção, cuidado e segurança. No total,  estão previstos R$ 4 bilhões em recursos federais até 2014 que serão investidos em ações de orientação da população, capacitação de profissionais, aumento da oferta de tratamento e atenção aos usuários, além do enfrentamento ao tráfico de drogas.

As informações são da Agência Brasília.

http://noticias.r7.com/distrito-federal/policiais-do-df-fazem-curso-de-abordagem-humanizada-a-usuarios-de-droga-19072013

http://camaraempauta.com.br/portal/artigo/ver/id/4976/nome/Policia_do_DF_tera_treinamento_de_abordagem_humanizada_a_usuarios_de_droga

http://www.escoladegoverno.seplag.df.gov.br/noticias/item/7642-policiais-ser%C3%A3o-capacitados-para-abordagem-humanizada-de-usur%C3%A1rios-de-droga.html

http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack/perguntas-frequentes/7-programa-crack-e-possivel-vencer

Reality show de viciados em drogas estreia no Brasil

Reality show de viciados em drogas estreia no Brasil

Postado por Josiel Dias

crack cracolandia sp 300x201 Reality show de viciados em drogas estreia no Brasil O programa apresenta a verdade sobre o drama vivido por usuários de drogas que receberão ajuda para se recuperar

Estreou no dia 1º de agosto de 2012, às 23h, a série “Intervenção” que mostra o dia a dia de pessoas viciadas e drogas e a tentativa pela recuperação. Ganhadora do Emmy 2009 de Melhor Reality Show nos Estados Unidos, o programa ‘Intervention’ ganha formato brasileiro, no canal A&E.

wipe intervencao canal ae 150x40 Reality show de viciados em drogas estreia no Brasil O programa apresenta a verdade sobre o drama vivido por usuários de drogas e casos de oito dependentes químicos – viciados em todos os tipos de droga – serão mostrados.

A versão brasileira registra de forma intimista, o esforço de familiares e amigos para salvar seus entes queridos de todo tipo de vício e comportamento autodestrutivo, por meio de um processo de reabilitação inovador e efetivo, realizado por interventores especialistas.

O drama é acompanhado por dois médicos, terapeutas, familiares dos participantes e a produção do programa.

“É um reality sem maquiagem ou glamour. Acompanhamos desde a rotina do uso até o trato com os familiares. Só não os gravamos comprando a droga para manter a segurança da equipe”, conta a produtora do canal, Krishna Mahon, que esteve com cada um dos dependentes durante uma semana, segundo publicação O Dia.

“Tivemos problemas em encontrar viciados da classe A. As pessoas com dinheiro acham que o filho é excêntrico e não drogado”, revela Krishna.

A primeira temporada do programa mostrará o drama de três moças e cinco rapazes, com idades entre 22 e 37 anos, a maioria viciada em cocaína, crack e álcool. São eles: Marcelo, de Teresópolis (RJ); João Carlos, de Itaguaí (RJ); Davi, ator paulistano; Vanessa, de São Paulo; Thiago, de Taquara (RJ); Michelle, de Queimado (RJ); Bárbara, de São Paulo; e Filippo, de Niterói (RJ).

Nos Estados Unidos, o reality conseguiu uma média de 70% de recuperação dos participantes e levou dois Emmys, o Oscar da TV americana. Por aqui, segundo a produtora, os participantes não voltarão às drogas.

“Um deles está inclusive trabalhando na clínica em que esteve internado”, revela Krishna, que viveu em casa o drama do vício com um parente. “Quando eu era criança, vi cenas de pessoas consumindo cocaína que não devia ter presenciado, me lembrei muito gravando o programa”, relata ela, segundo a mesma publicação.

Christian Post

http://josiel-dias.blogspot.com.br/2012/07/reality-show-de-viciados-em-drogas.html

http://canalaetv.com/pt/series/intervencao.html

 

Certidão de Antecedentes Criminais do DF via Internet

Certidão de Antecedentes Criminais do DF via Internet

Antecedentes On Line 300x196 Certidão de Antecedentes Criminais do DF via InternetA Seção de Registros Criminais e Certidões-SRCC/DC, da Corregedoria Geral de Polícia da PCDF, é responsável pela emissão da certidão de antecedentes criminais a particulares. Por mês são emitidas centenas de certidões, gratuitamente, mediante requerimento da parte interessada.

A Certidão de Antecedentes Criminais disponibilizada via internet visa fornecer comodidade na obtenção da certidão, sem necessidade de deslocamento do requerente à sede da Corregedoria Geral de Polícia Civil – CGP.

O serviço está disponível de forma ininterrupta e o prazo para análise dos dados do requerente da certidão é de até 03 dias úteis.

Para que a solicitação seja efetivada, preencha todos os campos obrigatórios do formulário com os dados corretos.

O prazo máximo para preenchimento e envio dos dados é de 40 minutos.

Em caso de ausência de documentos obrigatórios imprimir o formulário e apresentá-lo devidamente preenchido com o documento de identificação à Corregedoria Geral de Polícia – CGP.

Conforme dispositivos do Estatuto da Criança e Adolescente, a Certidão de Antecedentes Criminais do menor de 18 anos somente poderá ser emitida por meio de decisão judicial.

________________________________________________________________________

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Sugestões e Reclamações


Ajuda

http://certidaoweb.pcdf.df.gov.br/Views/index.aspx

 

 

 

CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

01 Ciclismo urbano 300x225 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESHá oito meses venho praticando pedaladas (ciclismo) na área urbana e tenho ficado impressionado o quanto o motorista de Brasília ainda não tomou consciência da necessidade de compartilhar as vias públicas com os ciclistas…os ciclistas devem conduzir suas bikes ao longo do meio-fio da mão de tráfego e jamais andar pela contra-mão…os motoristas tiram cada fino!!!

É impressionante a quantidade de “sem noção” que fecha o ciclista, ou seja, ultrapassa o ciclista 02 Ciclista x carros 150x99 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESpela esquerda e entra logo à frente deste para a direita, julgando que o ciclista está circulando em local inapropriado, o que não é verdade segundo a resolução do CONTRAN nº 349…sem contar aqueles que, quando estão saindo de suas casas ou condomínios não dão a preferência para a bicicleta que já está circulando na pista…eles são capazes de atropelar e ainda se acham na razão.

05 no centro de londres ciclistas dividem faixa com onibus 150x73 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESVivemos em um país democrático de direitos e temos uma legislação muito avançada, só falta fiscalização e, sobretudo, conscientização dos usuários das vias.

 

02 Ciclista x carros 150x99 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESEste poste é uma oportunidade para nos conscientizarmos e de semearmos esta conscientização compartilhando com o máximo de pessoas que pudermos…lembre-se que a utilização da bicicleta não é somente para diversão: é como condução para trabalho, como prática esportiva e atividade física, enfim, inúmeros motivos, e você um dia precisará deste recurso e poderá sofrer pela ditadura dos motoristas.

Veja o que diz a resolução do CONTRAN:

DIREITOS E DEVERES DOS CICLISTAS

ATENÇÃO: Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a bicicleta é um veículo assim como a carroça, e por isso deve obedecer as regras de trânsito como outro veículo qualquer.

04 Ciclista Seguro 300x300 150x150 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESJa está em vigor desde Agosto de 2010 a resolução 349 do CONTRAN que dispõe sobre o transporte de bicicleta em veículo automotor, e quem transportar bicicleta em desacordo com as normas dessa resolução poderá ser multado no artigo 230 IV ou 231 II, IV e V ou ainda no 248 do CTB , fique atento.

Art. 38. (CTB): Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:
Parágrafo único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrario pela pista de via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem.

Art. 39. (CTB): Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita nos locais para isto determinados, que por meio de sinalização, quer pela existência de locais apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de segurança e fluidez, observadas as características da via, do veiculo, das condições meteorológicas e da movimentação de pedestres e ciclistas.

03 imprudência e intolerância 150x90 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESArt. 58. (CTB): Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclo faixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.
Parágrafo único. A autoridade de transito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclo faixa.

06 Campanha GETZ 220x300 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESArt. 129. (CTB): O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana (bicicletas), ciclomotores e dos veículos de tração animal (carroças) obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicilio ou residência de seus proprietários.

Art. 220. (CTB): Deixar de reduzir a velocidade do veiculo de forma compatível com a segurança do transito:
1 – Quando se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles:
Infração: gravíssima
Penalidade: multa 191,54

 Art. 255. (CTB): Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59:

Infração – Média;
Penalidade – multa;
Medida Administrativa – Remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

Art. 214. (CTB) Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veiculo não motorizado:

img 5944 150x112 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕESI – que se encontre na faixa a ele destinada;
II – que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veiculo;
III – Portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes:
Infração: Gravíssima
Penalidade: multa 191,54

IV – quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;
V – que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veiculo:
Infração: Grave
Penalidade: multa 127,69

 fonte: CTB Código de Trânsito Brasileiro

Vejam abaixo algumas estatísticas do Detran-DF:

(Clique na imagem para ampliá-la)

07 ACIDENTES MORTOS E FERIDOS 2010 1024x542 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

08 ACIDENTE NO DF 1024x398 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

 

O CICLISTA não é um obstáculo na via, ele faz parte do trânsito!

         09 blog ciclista 214x300 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES           10 14182495 300x300 CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

11 relação CICLISTAS URBANOS, UM CONDUTOR COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

“O ciclismo é uma atividade física que reduz o estresse, evita o infarto e aumenta a imunidade. É uma das atividades físicas mais completas por movimentar todo o corpo”

Recorrer à prática de exercícios é a melhor maneira para angariar ganhos duradouros à saúde e o ciclismo pode ser um aliado de quem pretende adotar um estilo de vida mais saudável: promessa comum que se costuma fazer em todo começo de ano.

“Como toda prática esportiva, o ciclismo traz grandes benefícios ao organismo e ao coração de uma forma global e integrada”, afirma o cardiologista João Vicente da Silveira. “E vale lembrar que é fundamental a utilização de trajes e equipamentos apropriados à prática do esporte, como o uso de capacete”, alerta o médico.

Pedalar é uma das atividades mais completas, pois movimenta todo o corpo.

Conheça 10 principais vantagens em andar de bicicleta:

01- Combate estresse e depressão: As contrações cardíacas tornam-se mais eficazes e, com isso, o sangue chega mais rapidamente ao cérebro, diminuindo, assim, a incidência de ansiedade, angústia e depressão.

02- Melhora relações sexuais: Como ocorre uma tonificação dos vasos das coxas e das pernas, a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e vasos pélvicos é intensificada, o que colabora com uma melhor ereção peniana e aumenta a lubrificação vaginal, levando a uma relação sexual prazerosa.

03- Emagrece: Combinadas a uma dieta saudável e com baixas calorias, as pedaladas auxiliam na perda de peso, no controle de peso, além de favorecer o emagrecimento, reduzindo a gordura corporal.

04- Faz ser mais feliz e ter bom sono: O ato de pedalar estimula a liberação das endorfinas (morfinas endógenas – que fazem com que o indivíduo seja mais feliz), aumenta também os níveis de serotonina (o chamado hormônio da felicidade), gerando o relaxamento, fatores essenciais para um sono saudável.

05- Reduz colesterol e triglicérides: Com a prática constante do ciclismo, ocorre consumo das gorduras e diminuição do colesterol total e LDL (colesterol ruim), além dos triglicerídeos.

06- Evita o infarto: Ocorre também diminuição da glicemia, controlando o diabetes, que é fator de risco para a formação da placa aterosclerótica, que leva a angina e ao infarto agudo do miocárdio.

07- Diminui a pressão arterial: Pedalar com frequência tonifica os vasos sanguíneos (artérias e veias) e faz com que eles relaxem mais facilmente, contribuindo com a diminuição da pressão arterial, que é um importante fator de risco para doenças coronarianas.

08- Aumenta a imunidade: com a melhora na contração cardíaca, o sistema imune fica estimulado e eleva a produção de glóbulos brancos, ajudando o organismo a defender-se de vírus e bactérias.

09- Melhora a Respiração: O esforço das pedaladas aumenta a frequência cardíaca, melhorando oxigenação dos pulmões e dos tecidos.

10- Garante boa forma e fôlego de atleta: A prática recorrente do ciclismo tonifica os músculos das pernas, além de aumentar o desempenho aeróbico e cardiovascular.

Seguem abaixo dicas importantes:

- Benefícios da Atividade Física(ciclismo):

  • Melhora do condicionamento físico,dos sistemas cardíaco, respiratório e vascular.
  • O ciclista ganha resistência muscular nas pernas.
  • Gasto calórico alto – de até 600Kcal/hora.
  • Auxilia na eliminação de gorduras localizadas.
  • Excelente atividade aeróbica e anaeróbica.
  • Reduz o estresse.

- Riscos/Cuidados no Ciclismo:

  • É preciso ter consciência de sua capacidade física. Por exemplo, para encarar subidas deve-se estar bem preparado.
  • O uso de capacetes é fundamental,para evitar bater a cabeça, em uma eventual queda.
  • Há riscos de cortes, torções e fraturas nas pernas e nos braços, em quedas.

- Grupamentos Musculares Utilizados no Ciclismo:

  • Quadríceps
  • Glúteos
  • Abdômen
  • Panturrilha
  • Lombar

É importante saber dosar essa atividade, aumentando gradativamente a intensidade e o volume dos treinos, dando importância aos sinais de seu organismo, como dores, desconfortos, cansaço excessivo, para não sobrecarregar a musculatura e acabar se desmotivando com a atividade. Outra dica importante é não se descuidar dos equipamentos de proteção como luzes, farol (caso pedale à noite), capacete, luvas, roupas apropriadas, hidratação com squizes próprios para a bike, etc.

O ciclismo, além de ser uma forma de treinamento físico diferente da corrida e da caminhada, ainda oferece diversos benefícios à saúde e à mente.  Uma atividade prazerosa e pode ser praticada por qualquer pessoa.

Fontes:

http://www.guiatransito.com/index.php?option=com_content&view=article&id=60:direitosdeveresciclistas&catid=37:ciclistas&Itemid=43

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/ciclismo.htm

http://www.amigosdebike.com.br/Artigos/beneficios-do-ciclismo

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICO

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE

DEPENDENTE QUÍMICO

internação compulsoria 300x225 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOProjeto de Lei prevê internação compulsória de dependente químico

Um Projeto de Lei que prevê a internação compulsória de dependente químico poderá ir a votação do Plenário da Câmara dos Deputados a partir de fevereiro. Proposto pelo deputado Osmar Terra (PMDB-RS), o PL 7.663/2010 altera a Lei do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (11.343/2006) e já foi aprovado em Comissão Especial da Casa.

O texto prevê três tipos de internação: voluntária, que é a consentidaação contra o crack 103x150 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICO pelo dependente; a involuntária, a partir de pedido de terceiro e contra a vontade do dependente; e a compulsória, a partir de determinação da Justiça. Pelo PL, a internação deverá ser registrada no Sistema Nacional de Informações, para acompanhamento do Ministério Público e dos Conselhos de Políticas sobre Drogas.

Por Elton Bezerra

Fonte: http://www.conjur.com.br/2013-jan-26/notas-curtas-pl-preve-internacao-compulsoria-dependente-quimico

Hoje a internação contra a vontade do próprio dependente de drogas só é feita por decisão liminar da Justiça, pedida por parentes ou por órgãos judiciais. É adotada principalmente no Estado do Rio de Janeiro e passa a ser seguida também em São Paulo, nesta semana.

Se aprovada por uma lei federal, a internação compulsória passa a valer para todo o país, por um prazo máximo de 6 meses.

O sistema nacional de informações vai registrar o nome do internado, para acompanhamento do ministério público e dos conselhos de políticas sobre drogas.

Fonte: http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=44296

 VIDEO:

 

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Entenda o que é a internação compulsória para dependentes químicos

Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania preparou perguntas e respostas sobre ação do Governo do Estado

Protesto contra internação compulsória 150x99 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOO Governo do Estado deu início à parceria com o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para plantão especial no Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas) para atendimento diferenciado aos dependentes químicos. Em casos extremos, a Justiça pode decidir pela internação compulsória do dependente. Para entender melhor o que é o programa e qual o objetivo da ação, a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania preparou um guia com perguntas e respostas.

1) A internação compulsória está prevista em lei?
Sim. Quando a pessoa não quer se internar voluntariamente, pode-se recorrer às internações involuntária ou compulsória, definidas pela Lei Federal de Psiquiatria (Nº 10.216, de 2001).

crack internação compulsoria rio 150x99 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICO§ Internação involuntária: de acordo com a lei (10.216/01), o familiar pode solicitar a internação involuntária, desde que o pedido seja feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra. A lei determina que, nesses casos, os responsáveis técnicos do estabelecimento de saúde têm prazo de 72 horas para informar ao Ministério Público da comarca sobre a internação e seus motivos. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação ser utilizado para a prática de cárcere privado.

Ação assistência social Osvaldo Praddo Agência O Dia Manguinhos 28.06.2011 150x112 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICO§ Internação compulsória: neste caso não é necessária a autorização familiar. O artigo 9º da lei 10.216/01 estabelece a possibilidade da internação compulsória, sendo esta sempre determinada pelo juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a sua condição psicológica e física.

2) Se já está previsto por lei, qual é a novidade no que o Governo do Estado está fazendo?

cracolandia SP 150x109 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOO governo criou medidas para o cumprimento mais eficiente da lei. No dia 11 de janeiro de 2013, o Estado de São Paulo viabilizou uma parceria inédita no Brasil entre o Judiciário e o Executivo, entre médicos, juízes e advogados, com o objetivo de tornar a tramitação do processo de internação compulsória (já previsto em lei) mais célere, para proteger as vidas daqueles que mais precisam. As famílias com recursos econômicos já utilizam esse mecanismo (internação involuntária) para resgatar os seus parentes das drogas. O que o Estado está fazendo, em parceria com o Judiciário, é aplicar a lei para salvar pessoas que não têm recursos e perderam totalmente os laços familiares. Essas pessoas estão abandonadas, e é obrigação do Estado tirá-las do abandono. A presença do Judiciário vai aumentar as garantias aos direitos dos dependentes químicos.

3) Quem são os parceiros do Estado e qual será a participação deles?

consumo de drogas 150x89 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOForam assinados três termos de cooperação técnica: um com Tribunal de Justiça de SP para a instalação de um anexo do tribunal no CRATOD, em regime de plantão (9h às 13h, de segunda a sexta-feira), com o objetivo de atender as medidas de urgência relacionadas aos dependentes químicos em hipóteses de internação compulsória ou involuntária, com a presença inclusive de integrantes da Defensoria Pública; outro termo com o Ministério Público, com o objetivo de permitir que promotores permaneçam acompanhando o plantão do Judiciário. E um terceiro, com a OAB, para que a entidade coloque, de forma gratuita e voluntária, profissionais para fazer o atendimento e os pedidos nos casos necessários.

4) O que vai mudar agora com a parceria entre Estado e Judiciário?

Brazil crack 150x98 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOVerificou-se que, se a indicação médica for pela internação compulsória, em muitos casos a demora na emissão da ordem judicial impede a equipe médica de manter o paciente no local. O processo continuará a ser iniciado pelos agentes de saúde, da mesma maneira como ocorria antes. A diferença é que, agora, representantes do Judiciário farão plantão em um equipamento médico (CRATOD). Consequentemente, a determinação judicial será mais célere. Após receber o primeiro atendimento (quando o paciente é levado de maneira voluntária ao CRATOD por um assistente social), o dependente químico será avaliado por médicos que vão oferecer o tratamento adequado. Caso a pessoa não queira ser internada, o juiz poderá determinar a internação imediata (desde que os médicos considerem que a pessoa corra risco e atestem que ela não tem domínio sobre sua condição física e psicológica).

5) Antes desta parceria entre o Estado e o Judiciário, a prefeitura já realizava internações compulsórias na cidade de São Paulo?

cracolandia 150x112 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOSim. Dados da Secretaria Municipal de Saúde demonstram que a internação compulsória já é praticada desde que a prefeitura começou, em 2009, a Operação Centro Legal. Das cerca de 2.800 internações realizadas em equipamentos exclusivamente municipais neste período (2009/2012), a prefeitura confirma mais de 300 casos de internação compulsória (cerca de 11% do total). O processo começava com a abordagem dos agentes de saúde. Se o dependente concordasse, ele era enviado a um equipamento – no caso do município, CATS ou Complexo Prates, no caso do Estado, CRATOD –,onde médicos e uma equipe multidisciplinar decidiam qual deveria ser o processo terapêutico adotado para aquela pessoa. Em casos específicos, sempre com laudo médico, optava-se pela internação compulsória para proteger a integridade física e mental do paciente.

6) A internação compulsória será a regra a partir de agora?

cracolandia 150x101 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICONão. Casos de internação compulsória continuarão a ser exceção e não regra. A política prioritária continua sendo a internação voluntária, através do convencimento do dependente por agentes de saúde, assistentes sociais da prefeitura e integrantes da Missão Belém (ver item 16), além de outras formas de tratamento.

7) A PM terá alguma participação no processo de internação compulsória de usuários de drogas?

crack cracolandia sp 150x100 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICONão. A PM não vai recolher pessoas nas ruas para tratamento. Durante esse processo serão seguidos todos os protocolos vigentes na área de saúde e na garantia dos direitos humanos e individuais dos usuários.

 

8) Em caso de resistência do dependente químico, qual será o protocolo?

Nesses casos específicos, vão atuar médicos e enfermeiros treinados para essas situações.

9) Médicos especialistas em dependência química são favoráveis à internação compulsória?

Sim. Veja o que dizem alguns dos maiores especialistas do Brasil sobre o assunto:

arthurguerra 120x150 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOPara Arthur Guerra, psiquiatra, professor da Faculdade de Medicina (FM) e coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Álcool e Drogas: “De forma geral, a internação involuntária é um procedimento médico realizada no mundo todo há muitos anos, que obedece a critérios superobjetivos. A visão médica não vai deixar esse paciente se matar. O médico, no mundo todo, não acha que é um direito do ser humano se matar, pois entende que esse paciente está doente e tem de ser internado. Depois daquele momento de fissura e excesso, quando estiver recuperado, o paciente vai dizer: ‘Obrigado, doutor’”. http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/381210/internacao-involuntaria-para-dependentes-quimicos-divide-opinioes/

ronaldo laranjeira 92x150 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICORonaldo Laranjeira, professor titular do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP, diretor do INPAD (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas) do CNPq e coordenador da UNIAD (Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas): “Nos casos mais graves, a internação é a alternativa mais segura. O ideal seria que ninguém precisasse disso, mas a dependência química é uma doença que faz com que a pessoa perca o controle”. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI255395-15257,00-INTERNAR+A+FORCA+RESOLVE.html

 

Drauzio Varella1 150x111 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICODrauzio Varella, médico oncologista, cientista e escritor. Foi voluntário na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru) por treze anos e hoje atende na Penitenciária Feminina da Capital: “A internação compulsória é um recurso extremo, e não podemos ser ingênuos e dizer que o cara fica internado três meses e vira um cidadão acima de qualquer suspeita. Muitos vão retornar ao crack. Mas, pelo menos, eles têm uma chance”. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI255395-15257,00-INTERNAR+A+FORCA+RESOLVE.html

10) Qual a posição da população brasileira quanto à internação compulsória?

Pesquisa do Datafolha divulgada no dia 25 de janeiro de 2012 aponta que 90% dos brasileiros apoiam a internação involuntária de dependentes de crack. http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=1175

11) O tratamento feito mediante internação involuntária ou compulsória funciona?

cracolandia 150x101 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOSim. Segundo o National Institute on Drug Abuse (EUA), uma das instituições mais respeitadas do mundo nessa questão, funciona tanto quanto o tratamento feito quando o paciente se interna voluntariamente. Na publicação Principles of Drug Addiction Treatment: A Research-Based Guide (Princípios do Tratamento do Vício em Drogas: Um Guia Baseado em Pesquisa), o instituto apresenta quais são os princípios de um tratamento eficaz. O texto diz “o tratamento não precisa ser voluntária para ser eficaz. Sanções ou incentivos impostos pela família, ambiente de trabalho ou pelo sistema judicial podem aumentar significativamente a taxa de internação e de permanência – e finalmente o sucesso das intervenções de tratamento”.http://www.drugabuse.gov/publications/principles-drug-addiction-treatment-research-based-guide-third-edition/principles-effective-treatment

12) A internação compulsória para dependentes de drogas é utilizada em outros países?

cracolandia Brasil 150x98 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOSim. Doze estados norte-americanos, dentre eles a Califórnia, possuem leis específicas sobre a internação compulsória ou involuntária. A Flórida, por exemplo, tem o Marchman Act, aprovado em 1993. O Canadá tem legislação que permite o tratamento forçado de viciados em heroína. O Heroin Treatment Act foi aprovado na província de British Columbia em 1978. A lei foi contestada na Justiça, mas foi mantida posteriormente pela Suprema Corte. A Austrália possui legislação que permite aos juízes condenar ao tratamento compulsório dependentes de drogas que cometeram crimes. A Nova Zelândia também tem legislação que permite à Justiça ou à família internar um dependente compulsoriamente. A Suécia possui o Act on the Forced Treatment of Abusers, que permite a internação compulsória de dependentes que representem risco para si próprios ou para terceiros; a lei é utilizada principalmente para menores de idade.

13) A Organização Mundial de Saúde reconhece a internação compulsória como opção de tratamento?

Sim. No documento “Principles of Drug Dependence Treatment”, de 2008, a OMS considera que o tratamento de dependência de drogas, como qualquer procedimento médico, não deve ser forçado. Admite, porém, que “em situações de crise de alto risco para a pessoa ou outros, o tratamento compulsório deve ser determinado sob condições específicas e período especificado por lei”. http://www.unodc.org/documents/drug-treatment/UNODC-WHO-Principles-of-Drug-Dependence-Treatment-March08.pdf

14) O governo do Estado (SP) está ampliando a oferta de leitos públicos para internação, seja voluntária ou compulsória?

Sim. Atualmente a Secretaria de Estadual de Saúde mantém 691 leitos públicos para dependentes químicos, dos quais 209 foram implantados na atual gestão (aumento de 43%). Outros 488 novos leitos estão em processo de implantação e devem estar disponíveis até o final de 2014, quando o Estado contará com 1.179 leitos. O Governo de São Paulo foi o primeiro do Brasil a criar clínicas com leitos públicos para internação de dependentes, processo que começou em 2010. Todos estes leitos são financiados com recursos exclusivos do governo do Estado, sem a participação do governo federal.

15) O Governo do Estado tem ampliado a oferta de abordagem social?

Desde o dia 3 de dezembro de 2012, o trabalho de abordagem social para auxiliar os dependentes a largar as drogas está sendo realizado com o apoio de 56 agentes da Associação Missão Belém. Os agentes são pessoas que já estiveram em situação de rua e dependência química e foram reinseridos socialmente pelo trabalho da própria Missão. Até o momento mais de 400 dependentes foram retirados do centro e levados para as casas de triagem da Missão. Diariamente, de 10 a 15 pessoas têm concordado em ir para as casas de triagem. Depois de passar pelas casas de triagem e por tratamento de saúde, os usuários podem ser recebidos em moradias assistidas, onde se iniciará a reinserção social. Nesta etapa, o processo conta com atividades de educação, trabalho, lazer, esporte e cultura, além de incentivo para o retorno ao convívio familiar.

Do Portal do Governo do Estado e da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania

Fonte: http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=225660&c=6

 

VIDEO:

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Jornal diz que Rio começa internação compulsória de adultos em abril

Prefeitura confirma o plano, mas nega que haja uma data definida.
Viciados em crack devem passar por triagem antes de tratamento.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/01/internacao-compulsoria-de-adultos-viciados-deve-iniciar-em-abril-no-rio.html

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Será que a Internação Compulsória é suficiente?

O tema que trata da determinação legal para o recolhimento a hospitais, de dependentes do crack, pelo Estado do São Paulo, e que pode espraiar-se para todo o país, vem gerando polêmica, considerando que, também, em nosso entender, não basta, simplesmente, retirar um drogado das ruas e hospitalizá-lo para que seja desintoxicado e, mais tarde, colocado na rua outra vez. Se não houver toda uma estrutura de apoio, bem como um trabalho forte de complementação para, realmente, reintegrá-lo à sociedade, o governo estará, apenas, jogado dinheiro pela janela.

Veja a palavra forte, por meio do Desembargador Claudio Dell’Orto, Presidente da Amaerj (Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro), salientando que a internação de drogados, em qualquer cidade, precisa priorizar o tratamento e recuperação.

“Não se pode imaginar que esses seres humanos sejam internados para que as ruas fiquem mais bonitas e a sociedade tenha a sensação de que o problema foi resolvido. É crucial a preocupação com essas pessoas, seu destino e reinserção familiar e social”, disse o Magistrado, conforme informa a Ricardo Viveiros e Associados – Oficina de Comunicação, que complementa o pensamento do magistrado Ricardo Dell’Orto, que lembra a recuperação dos viciados em crack como muito lenta, complexa e de sucesso muito difícil, “por isso, ao tirá-los das ruas, é necessário ter estruturado todo um programa de saúde, psicologia, assistência social e jurídica, visando ao seu tratamento e a preservação de seus direitos de cidadania”.

Existem fatos, aos montes, provando que o simples tratamento de  desintoxicação do viciado, mesmo em atendimento ao seu próprio desejo (sem internação compulsória), desde que não exista o devido acompanhamento posterior, termina por jogá-lo, outra vez, nas cracolândias da vida, quer pela extrema dificuldade da autoafirmação da vontade de eliminar da sua vida o produto, como pela presença próxima de traficantes e “antigos companheiros” que, fatalmente o conduzirão ao caminho de retorno.

A elaboração de programas governamentais para a reintegração de viciados sempre será bem vinda, diante do verdadeiro caos que vem se tornando este país, com cracolândias espalhadas por todos os cantos e, sempre, em fase de expansão, em uma prova que, infelizmente, estamos perdendo essa guerra para o tráfico, mas esses programas terão que ser elaborados de forma a acompanhar e proteger o ex-drogado, até que ele encontre condições de caminhar com a sua própria força e de cabeça erguida, diante da vitória contra aquele mal que estava tirando-o do convívio dos seus entes queridos e da sociedade. O resto, salvo melhor juízo, será, sempre, “pano de fachada” ou apelo de medidas paliativas sem bases sólidas que possam garantir êxito.

Fonte: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=5&n=38883

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Internação compulsória é caminho a ser percorrido, diz Drauzio Varella

Drauzio Varella 300x199 INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUÍMICOPara o médico, medida pode não ser a ideal, mas politizar a questão torna a discussão inútil; segundo ele, ninguém tem receita exata para tratar dependentes de crack

Revoltado. É assim que o médico e colunista da Folha Drauzio Varella, 69, diz se sentir com a polêmica envolvendo a internação compulsória de dependentes de crack, adotada há uma semana pelo governo Alckmin.

Cancerologista de formação e com profundo conhecimento em dependência química, Varella considera a discussão “ridícula”.

“Que dignidade tem uma pessoa jogada na sarjeta? Pode ser que internação compulsória não seja a solução ideal, mas é um caminho que temos que percorrer. Se houver exagero, é questão de corrigir.”

Ele defende que as grávidas da cracolândia também sejam internadas mesmo contra a vontade. “Eu, se tivesse uma filha grávida, jogada na sarjeta, nem que fosse com camisa de força tiraria ela de lá.”

A seguir, trechos da entrevista concedida à Folha, na última quinta, em seu consultório no centro de São Paulo.

Folha – Muito se discute sobre a ineficácia das internações compulsórias. Na opinião do sr., elas se justificam?
Drauzio Varella – Não conhecemos bem a eficácia ou a ineficácia porque as experiências com internações compulsórias são pequenas no mundo. Mesmo as de outros países não servem para nós. O Brasil tem uma realidade diferente.

Neste momento, temos uma quantidade inaceitável de usuários. E muitos chegando aos estágios finais. Estão nas ruas, nas sarjetas. O risco de morte é muito alto, e nós estamos permitindo isso.

Qual o tratamento ideal?
Depende da fase. Você tem usuários que usam dois ou três dias e param. Tem gente que usa um, dois dias, repete e nunca mais fica livre. E você tem os que chegam à fase final.

A gente convive com essa realidade, e quando o Estado resolve criar um mecanismo para tirar essas pessoas da rua de qualquer maneira começa uma discussão política absurda. Começam a falar que essa medida não respeita a dignidade humana. Que dignidade tem uma pessoa na sarjeta daquela maneira?

Está na hora de parar com essa discussão ridícula. Pode ser que internação compulsória não seja a solução ideal, mas é um caminho que temos que percorrer. Se houver exagero, é uma questão de corrigir. Vão haver erros, vão haver acertos. Temos que aprender nesse caminho porque ninguém tem a receita.

O debate está ideologizado?
Totalmente. É uma questão ideológica e não é hora para isso. Estamos numa epidemia, quanto mais tempo passa, mais gente morre.

Sempre faço uma pergunta nessas conversas: ‘Se fosse sua filha naquela situação, você deixaria lá para não interferir no livre arbítrio dela?’

Eu, se tivesse uma filha grávida, jogada na sarjeta, nem que fosse com camisa de força tiraria ela de lá.

Quando vemos essa discussão nos jornais, parece que estamos discutindo o direito do filho dos outros de continuar usando droga até morrer. É uma argumentação frágil, jargões vazios, de 50 anos atrás. Eu fico revoltado com essa discussão inútil.

E o que fazer com as grávidas do crack?
São casos de internação compulsória, o sistema de saúde tem que ir atrás e internar mesmo que não queiram. O crack é mais forte do que o instinto materno. Elas não param porque estão dominadas pelo crack. Tem uma relação de uso e recompensa e acabou. Nada vale tanto quanto essa dependência.

Como prevenir a gravidez na cracolândia?
É a coisa mais fácil. Há anticoncepcionais injetáveis, dá a injeção e dura três meses.

Haveria mais polêmica…
A menina não engravida para experimentar os mistérios da maternidade, ela engravida porque na situação em que ela vive não há outra forma de se relacionar com os homens. Essa é a realidade.

Precisa levar para um lugar onde terá amparo, um pré-natal decente. Não podemos ficar nessa posição passiva.

Por que é tão difícil adotar uma estratégia efetiva de enfrentamento do crack?
Pela própria característica da dependência. É uma doença crônica. Você deixa de ser usuário de uma droga qualquer, mas não deixa de ser dependente. É a mesma história do fumante. Há 20 anos sem fumar, um dia fica nervoso, pega um cigarro e volta a fumar. Ou do alcoólatra.

Com o crack, é a mesma coisa, a dependência persiste para sempre. Você pega uma pessoa que fuma crack, interna, passa por psicólogo, reata laços com a família, passa um ano sem fumar. Aí, um belo dia, recomeça tudo. Você não pode dizer que o tratamento falhou. Ele ficou um ano livre. Isso não invalida que ele seja tratado novamente.

Fazendo uma analogia com a especialidade do sr., é como tratar um tumor avançado?
Exatamente. Eu pego uma paciente com câncer avançado, faço um tratamento agressivo com quimioterapia e ela passa seis meses com remissão da doença.

Acho ótimo. Pelo menos passou seis meses bem, com a família, tocando as coisas. Aí, quando sai da remissão [volta do tumor], a gente tenta outro esquema. A gente não se dá ao direito de não tratar um doente porque a doença vai voltar. Por que não se faz isso com usuário de drogas?

Isso acontece porque há muito preconceito com as dependências de uma forma geral?
Sim, temos muito preconceito. Nós usamos drogas também, uns fumam, outros bebem, só que temos controle. E temos o maior desprezo pelos que perdem o controle.

Qual o futuro do tratamento das dependências?
A medicina não sabe tratar dependência. Vejo na cadeia meninas desesperadas, me pedindo ajuda. Eu fico olhando com cara de idiota. Não tem o que fazer. Só posso dizer: fique longe da droga.

Não tem um remédio que você diga: você vai tomar um remédio bom em que 30% dos casos ficam livres da droga.

O problema é o prazer. Se você conseguir uma pequena molécula que inative os receptores dos neurônios que recebem a cocaína, o sujeito deixa de ter prazer. Há experiências com anticorpos para tentar desarmar essa ligação, mas estamos em fase inicial.

O sr. acredita que veremos o fim dessa epidemia do crack?
Droga é moda, e a moda do crack vai passar ou ficar restrita a pequenas populações.

Mas para isso acontecer não é preciso uma política nacional de enfrentamento do crack?
Acho que temos que ter uma política nacional para definir as grandes diretrizes. Mas não acho que vamos definir isso com políticas nacionais. Temos que particularizar. Cada cidade tem que criar estruturas locais de atendimento.

Nós perdemos muito tempo. Não fizemos campanha educacional, não trabalhamos as crianças. Agora todos ficam horrorizados. Temos que ter aulas nas escolas, aprender desde pequeno. Precisamos chegar antes da dependência. (Cláudia Collucci, na Folha)

terça-feira, 29/01/2013 – 18:07

Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/2013/01/29/internacao-compulsoria-e-caminho-a-ser-percorrido-diz-drauzio-varella/

 

 

Drogas: Uma guerra perdida?

Drogas: Uma guerra perdida?pedras de crack1 150x95 Drogas: Uma guerra perdida?

Dos males da modernidade, talvez nenhum se equipare à ampla proliferação das drogas. Vidas individuais e famílias reduzidas a farrapo e escombro diante do flagelo do vício.

 

acende um cachimbo 150x84 Drogas: Uma guerra perdida?Numa esquina qualquer, de uma cracolândia qualquer, de uma cidade brasileira qualquer, um jovem acende um cachimbo de crack. Quantas vidas ainda serão reduzidas a farrapos, quantos destinos ainda haverão de se perder para sempre?

 

Para se entender a devastadora epidemia das drogas que assola a nossa sociedade, é preciso analisar o tema sob uma perspectiva mais ampla. Não se pode abordar o tema sem fazer referência às nossas fronteiras nacionais.

AMÉRICA DO SUL 242x300 Drogas: Uma guerra perdida?No cenário da geopolítica global, o Brasil ocupa uma posição de relevância na complexa rede internacional do narcotráfico. O país possui cerca de 15 mil quilômetros de fronteiras, com fiscalização muito deficiente ou mesmo inexistente e alguns países vizinhos elencados entre os maiores produtores mundiais de drogas.

Colômbia – 68 mil hectares – Maior produtor mundial de cocaína.
Peru – 59,9 mil hectares – Segundo maior produtor de cocaína. Seguida a tendência atual, deverá superar a Colômbia nos próximos anos.
Bolívia – 30,9 mil hectares – Terceiro maior produtor mundial de cocaína.
Paraguai – Segundo maior produtor mundial de maconha, atrás apenas do México.

O que leva os países andinos a produzir tanta droga são essencialmente questões econômicas. A maior parte dos que se dedicam aos cultivos não são narcotraficantes, mas produtores rurais miseráveis, vislumbrando um lucro superior ao que obteriam caso se dedicassem a plantações tradicionais de hortifrutigranjeiros.

O processo de refino, transporte e comercialização da droga tem rendido aos narcotraficantes lucros astronômicos. Segundo a ONU, o tráfico de drogas movimenta anualmente em todo o mundo cerca de 500 bilhões de dólares. Grande parte da cocaína produzida nos países andinos atravessa as fronteiras rumo ao território brasileiro, seja para envio posterior à Europa e América do Norte, seja para distribuição no mercado nacional brasileiro.

Este mapa mostra a dinâmica de distribuição da cocaína produzida pelos países andinos.

2 Drogas: Uma guerra perdida?

 

PERCENTUAL TRAFICADOS PARA O BRASIL 300x294 Drogas: Uma guerra perdida?Grande parte da droga segue para a América do Norte, enquanto outra parte segue, via território brasileiro, para a Europa. Uma crescente parcela da cocaína produzida se destina ao mercado consumidor brasileiro, que tem crescido consideravelmente nos últimos anos.

Num mundo globalizado, caracterizado pela fluidez das transações comerciais, o crime organizado segue suas atividades a pleno vapor.

 

 

 

 

Para ilustrar a dificuldade em se deter a atuação do crime EUA 150x121 Drogas: Uma guerra perdida?organizado transnacional, vejamos o exemplo dos E.U.A; que têm enfrentado graves problemas de segurança na sua fronteira com o México, envolvendo principalmente organizações ligadas ao narcotráfico.

 

Apesar de dispor de uma polícia federal dedicada exclusivamenteDEA 150x150 Drogas: Uma guerra perdida? ao combate ao tráfico, e de ter os soldados mais bem treinados e equipados do mundo, eles tem falhado sucessivamente em evitar o ingresso de carregamentos de drogas em seu território.

SOLDADO AMERICANO 150x107 Drogas: Uma guerra perdida?            GILETE COCA 150x112 Drogas: Uma guerra perdida?

MURO 150x97 Drogas: Uma guerra perdida?Até apelaram para a construção de um muro físico que separa a divisa entre os dois países, noite e dia vigiado por um forte esquema de segurança.

 

 

TUNEL 150x112 Drogas: Uma guerra perdida?Mas, vira e mexe, túneis por onde volumosos carregamentos de droga continuam passando livremente são descobertos.

Alguns especialistas sustentam que enquanto houver gente querendo consumir droga, os traficantes darão um jeito de garantir o lucro auferido com a venda.

Se a superpotência mundial não consegue cuidar de uma fronteira seca com um único país, que é muito mais um corredor do que produtor de drogas, imagine a situação nas fronteiras brasileiras, com suas dimensões continentais.

 

AVIAO 150x118 Drogas: Uma guerra perdida?

A fronteira brasileira com a Bolívia sozinha é mais extensa do que toda a faixa entre México e E.U.A.

Enquanto a fronteira entre México e E.U.A. é uma fronteira seca e desértica, a brasileira inclui a densa floresta amazônica, com seus mil rios, lagos e áreas pantanosas. O próprio ministro da Justiça reconheceu recentemente que há um “nível elevado de vulnerabilidade” nas nossas fronteiras. Outras autoridades apontam as fronteiras brasileiras entre as mais desguarnecidas do mundo.

A fragilidade de nossas fronteiras está diretamente relacionada à ampla circulação de drogas nas nossas cidades – uma triste e dura realidade com a qual convivemos e que nos desafia a buscar juntos alguma saída.

 

CIDADE 148x150 Drogas: Uma guerra perdida?Um levantamento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios em 2010 constatou que 98% dos municípios do país enfrentam problemas de circulação e consumo de crack. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, a droga é hoje uma ameaça onipresente.

Já que a produção e comercialização das drogas encontram-se longe de serem adequadamente combatidas, vamos refletir um pouco sobre a outra ponta do processo do tráfico: o usuário.

 

O que é que leva uma pessoa a embarcar no risco suicida que as drogas representam? Os usuários podem ser agrupados em duas categorias básicas.

FATALIDADE CRACK 100x150 Drogas: Uma guerra perdida?

De um lado, temos a categoria de usuários formada pela parcela “invisível”, excluída, esquecida e ignorada da sociedade. Moradores de rua e crianças e adolescentes em situação de risco social, que muitas vezes recorrem às drogas para amenizar a vivência de rua, e sua amarga rotina de fome e frio, abusos, privações, humilhações e violência. Nas décadas de 1980 e 1990, crianças de rua tinham na cola de sapateiro a principal droga de escolha.

 

 

CHEIRA COLA 90x150 Drogas: Uma guerra perdida?Cola de Sapateiro: Solvente e inalante, cujas substâncias básicas são o tolueno e o benzeno, depressoras do Sistema Nervoso Central. A aspiração da cola de sapateiro causa euforia, desinibição, alteração das percepções, insensibilidade à dor, fome e cansaço. Pode causar alterações na respiração, culminando com a morte do usuário.

Na época, políticos e governantes se fizeram de cegos diante do problema.
Disseram: “Não temos nada a ver com isso.”
A sociedade civil também se fez de surda, tratando com frio descaso o abandono social.
E dissemos: “Não é problema nosso, tampouco.”

Passaram-se duas décadas e o problema se agravou drasticamente.

 

 

USO DE CRACK 150x112 Drogas: Uma guerra perdida?Crianças e adolescentes ao relento e expostos às mazelas e durezas da vivência de rua, que ontem cheiravam cola, hoje se tornaram escravos de drogas muito mais devastadoras: o crack e o oxi.

Crack/Oxi: subprodutos da cocaína misturados a soda cáustica ou bicarbonato de sódio. São cinco vezes mais potentes que a cocaína, produzindo dependência com muita facilidade. A fumaça chega ao cérebro com velocidade e potência extremas, causando problemas respiratórios agudos. Produzem uma sensação de confiança, poder e excitação, seguida por um período de depressão, paranóia, com alucinações e delírios. Não raro, tornam o usuário violento e suicida em potencial.

 

A expectativa de vida dos usuários gira entre quatro e oito anos.

MENINO CRACK 150x121 Drogas: Uma guerra perdida?Crianças e adolescentes que não chegarão à idade adulta. O tratamento para a recuperação de usuários é muito complexo, e o completo descaso e despreparo das instâncias públicas no trato da questão faz com que a reabilitação psicossocial seja uma possibilidade bastante remota. A fuga. A ilusão de identidade, de satisfação, de plenitude. A sensação de preencher o vazio, a fome e o abandono social.

 

veja eles precisavam morrer 109x150 Drogas: Uma guerra perdida?Além dos moradores de rua, vítimas do abandono e descaso social, há uma outra categoria de usuários, formada por jovens que tiveram condições sociais privilegiadas. Ao contrário da cruel invisibilidade social que acomete as camadas que sobrevivem à margem da sociedade, estes jovens têm nome e sobrenome, possuem lares, álbuns de fotografias, pais e famílias. Tiveram acesso a boas escolas e a uma educação que teoricamente os deveria ter prevenido sobre a viagem geralmente sem volta que é o mundo do vício. Não foi a miséria material que os empurrou para o vício, mas uma outra forma de miséria, a existencial e afetiva.

 

 

maçanzinha 95x150 Drogas: Uma guerra perdida?Cristiane Gaidies, conhecida pelo apelido de “Maçãzinha”, era uma jovem de cabelos cor de mel, olhos expressivos e sorriso claro. Filha de uma psicóloga e um dentista, dormia até os 18 anos abraçada ao ursinho de pelúcia. Como tantas jovens de sua idade, gostava de ir a shopping centers, festas e shows de rock. Aos 19 anos, abandona os amigos e envolve-se com maconha e crack. A família tenta de tudo: diálogos, terapeutas, psiquiatras, mudanças, internação numa clínica especializada.
“Ela sumia de casa, ficava vagando pelas ruas fumando crack e depois depressão 120x150 Drogas: Uma guerra perdida?reaparecia parecendo uma mendiga”, lembra a mãe. A ex-estudante de classe média torna-se aos 20 anos uma andarilha das ruas de São Paulo, uma nômade urbana, praticante de pequenos furtos para alimentar seu vício. Uma noite, tenta roubar um toca-fitas, exigido por um traficante que a abastece. É o preço da droga. O dono do veículo, um jovem empresário, presencia a cena, e do alto do seu apartamento no 12º andar dispara contra o estacionamento do prédio com o objetivo de afugentar os ladrões. O tiro, que era para ser de advertência, atinge em cheio a frágil jovem pelas costas. Ela ainda se arrasta por 30 metros antes de cair sem vida no asfalto manchado de vermelho. No bolso traseiro de sua calça levava um cachimbo de crack, feito de uma tampa de tubo de pasta de dente e uma antena oca de rádio de carro. A outrora adolescente de cabelos cor de mel, olhos expressivos e sorriso claro passou seus últimos dias num casarão abandonado, sujo e úmido, em companhia de prostitutas, travestis, mendigos e viciados.

 

 

Nelson dal Poggetto Drogas: Uma guerra perdida?

Desde muito jovem Nelson dal Poggetto sabia o que era sofrer. Ao 12 anos começou sua aflitiva jornada pelo mundo das drogas, iniciando com álcool e maconha, para em seguida passar para cocaína e crack. Internado duas vezes, volta a fumar o cachimbinho de crack pouco tempo depois de receber alta. Durante as recaídas, troca celular e outros pertences por droga, mergulhando num ciclo de depressão e arrependimento. Aos 19 anos, antes de cometer suicídio, deixa um bilhete de despedida para a família: “Amei muito vocês e vou tranquilo. Isso vai ser um alívio”.

 

 

 

 

Adriana de Oliveira 104x150 Drogas: Uma guerra perdida?

Adriana de Oliveira era uma garota linda e cheia de sonhos, tida por todos que a conheciam como uma pessoa meiga, doce, brincalhona e amante da vida. Era boa aluna na escola, e tocava piano. A jovem de 20 anos, de olhos azulados, pele morena e cabelos escorridos pelos ombros iniciava uma promissora carreira como modelo. Parecia ser uma dessas pessoas abençoadas, para quem nada dá errado na vida.
No entanto, a vida de Adriana toma um outro rumo após o namorado, um rapaz que cursa o 3º ano de direito e filho de um bem-sucedido advogado, a apresentar ao mundo das drogas.

Adriana de Oliveira2 117x150 Drogas: Uma guerra perdida?Quão tênue e vulnerável é a linha que separa a experimentação e o uso recreativo do risco potencial que as drogas representam. Durante uma festa numa chácara, Adriana passa mal, sente dificuldades para respirar e apresenta um quadro convulsivo. Ao ser transportada para o pronto-socorro já é tarde demais. Mais uma precoce partida, aos 20 anos. Mais uma história interrompida pelo álcool, pela maconha e cocaína.

 

 

Diante das histórias de Adriana, Nelson, Cristiane e de tantos outros jovens, talvez seja hora de refletirmos sobre os valores que norteiam a nossa sociedade. Uma sociedade de consumo voraz, que transformou a busca do prazer imediato e da satisfação numa condição existencial essencial. Jovens desorientados, que buscam nos prazeres ilusórios uma forma de se libertar do peso de uma sociedade que desumanizou o homem e humanizou o dinheiro e os bens materiais. Tristes retratos do fracasso dos laços de sociabilidade familiar e comunitária. O desamor e o não-reconhecimento afetivo servindo de pilares para uma vivência vazia.

 

 

Anúncios que associam a felicidade 150x150 Drogas: Uma guerra perdida?Que sociedade é esta que construímos, tão repleta de valores desvirtuados?

Talvez seja hora de, enfim, refletirmos com mais atenção sobre o impacto devastador da nossa atual programação televisiva, que golpeia especialmente, com cruel violência, crianças, jovens e adolescentes.

 

 

Anúncios que associam a felicidade e o bem-estar ao consumo de bebidas alcoólicas (uma droga tão ou mais nociva que as ilícitas). Artistas com imenso apelo junto ao público infanto-juvenil servindo de “exemplo” para gerações de crianças e adolescentes. Empresários, artistas, publicitários e donos de emissoras de tv faturam bilhões. E nós arcamos com os danos e custos sociais decorrentes.

           cervejão 107x150 Drogas: Uma guerra perdida?      Sandy 127x150 Drogas: Uma guerra perdida?      antarctica 150x112 Drogas: Uma guerra perdida?

Programas que massacram a subjetividade e anulam o senso crítico, banalizando e mercantilizando a existência.bbb 150x111 Drogas: Uma guerra perdida?
“Vamos bisbilhotar”
“Pode espiar à vontade”
“Pra que educação, arte ou cultura?”
“Vamos banalizar a existência”
“Viva a futilidade!”

A torrente abusiva de publicidade 150x129 Drogas: Uma guerra perdida?A torrente abusiva de publicidade que invade os lares e formata a mente de crianças e adolescentes desde a mais tenra idade. A mensagem impregnada em mentes indefesas, de que somos o que possuímos, e que viver se resume a consumir.
“Troque de carro, troque de celular, beba mais cerveja, etc. etc. etc…”
Uma vida centrada em bens materiais, uma existência sem um sentido ou propósito mais nobre.

 

 

Nada melhor do que a televisão para preencher uma vida vazia, carente de aspirações elevadas e sem padrões morais firmes…

Não seria uma vida vazia de propósito, sentido e conteúdo uma porta de fácil entrada para o abuso do álcool, a maconha, a cocaína, o crack e todas as demais drogas que entorpecem a mente? Talvez seja hora de refletirmos sobre como a atual programação televisiva está contribuindo para solapar as bases éticas e morais necessárias para que crianças, jovens e adolescentes possam resistir às falsas promessas que as drogas (lícitas e ilícitas) oferecem.

 

O máximo que as forças policiais isoladamente 2 150x117 Drogas: Uma guerra perdida?Acreditar que as forças policiais conseguirão sozinhas algum dia resolver o problema das drogas é ignorar as causas reais que alimentam a degradação moral, e o tráfico e vício subsequentes.

 

 

 

O máximo que as forças policiais isoladamente 150x106 Drogas: Uma guerra perdida?O máximo que as forças policiais isoladamente conseguirão é prosseguir na sua heróica tarefa de “enxugar gelo”… entupindo cada vez mais e mais e mais as já desumanas e superlotadas prisões.
Para reverter a batalha contra as drogas, devemos buscar novos paradigmas sociais e existenciais. Buscar corrigir as causas estruturais que conduzem ao vício que alimenta o tráfico. Vejamos alguns componentes do nosso complexo mosaico social tão repleto de falhas, que precisam ser discutidas e sanadas caso queiramos construir uma sociedade soberana e livre:

 

Corrupção política – Graves desigualdades sociais – Baixa qualidade da Educação – Uso de drogas ilícitas – Criminalidade e violência – Consumo de bebidas alcoólicas – Pobreza moral e cultural – Individualismo exacerbado – Programação televisiva – Materialismo e consumismo.

mosaico social Drogas: Uma guerra perdida?

educação no Brasil 150x136 Drogas: Uma guerra perdida?Talvez seja hora de acordarmos para o fato de que a epidemia das drogas é apenas um dos sintomas de um problema muito mais amplo, que encontra sua origem no grave descaso com a Educação e a Infância no país.
O escritor José Saramago dizia: “Para se acabar com as velhas prisões, é necessário construir novas escolas.”

 

 

educação no Brasil3 150x112 Drogas: Uma guerra perdida?

“No Brasil, a educação das massas ainda é uma utopia verde-amarela.” Silviano Santiago

 

 

educação no Brasil4 Drogas: Uma guerra perdida?

Uma educação plena, capaz de transmitir valores e virtudes, conduzindo cada criança em direção à sua plenitude. Uma educação capaz de banhar de sentido, propósito e bondade as vidas que iniciam sua jornada pelos caminhos do mundo.
O legítimo anseio que todos trazemos no peito, de descobrir por que existimos, e de revestir os nossos dias de beleza, poesia, propósito e dignidade.
O desejo de “ver com olhos livres.”
A “alegria dos que não sabem e descobrem.”

Há que se cuidar do broto, para que a vida nos dê flor e fruto. Trocar o amargo reprimir e remediar pela doçura de amar, ensinar, prevenir, e juntos descobrir.
“Só a participação cidadã é capaz de mudar esse país.” (Betinho)
Um outro mundo é possível.

{NOTA: O texto abaixo não é meu, sendo apresentado na pesquisa do Google com mais de um autor, então o considero de autoria desconhecida}

http://www.slideshare.net/francygst/drogas-uma-guerra-perdida

CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIA

cabeça CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIA

Entre as missões da CUFA no DF esta o desenvolvimento de ações que estimulem o protagonismo e o empreendedorismo comunitário. Ao longo desses sete anos nos tornamos uma referência para viabilização desse protagonismo, trabalhando a formação, capacitação e estimulando o empreendedorismo comunitário.

Em 2012 não foi diferente, consolidamos várias ações, apostamos na formação profissional de jovens no setor cultural, formamos multiplicadores na área da saúde, realizamos uma pesquisa sobre DST/AIDS, instalamos um ponto de cultura dentro de um Cetro de Educação Sócio Educativa – COSE, além dos eventos e campeonatos de basquete de rua e skate.

Nesse boletim segue um resumo das nossas ações, que só foram possíveis graças ao apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho, pessoas essas que representam o estado, o setor privado, escritórios das Nações Unidas e outras entidades do terceiro setor. A esses nossos sinceros agradecimentos. Obrigado por acreditarem no nosso trabalho e esperamos contar com vocês em 2013.

Setor Privado

Grupo Caixa Seguros; Água Mineral Itiquira; Grupo Sarkis; Instituto Sabin;

Organismos internacionais

Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime – UNODC | ONU – Brasil; Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura - UNESCO | ONU – Brasil; Embaixada dos Estados Unidos;

Governo Federal

Ministério da Saúde; Receita Federal do Brasil;

Governo do Distrito Federal – GDF

Corretora Seguros BRB; Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda – SEDEST; Secretaria de Cultura; Secretaria de Esportes; Secretaria de Governo; Coordenadoria de Juventude; Administração Regional da Ceilândia; Administração Regional do Núcleo Bandeirante; Administração Regional da Cidade Estrutural; Administração Regional de Taguatinga; Administração Regional do Paranoá; Administração Regional Sobradinho I; Administração Regional de Itapoã; Administração Regional de Arapoangas; Administração Regional da Samambaia;

Veículos e empresas de Comunicação

Empresa Brasil de Comunicação – EBC; TV Globo Brasília; Rádio Transamérica Brasília; Jornal de Brasília; Jornal da Ceilândia.

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JANEIRO

2 colonia de ferias 106x150 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAColônia de Férias oferece lazer aos moradores do Distrito Federal

Até o próximo dia 15 de janeiro, estão abertas as inscrições para a primeira Colônia de Férias do Programa Jovem de Expressão. O projeto tem o intuito de levar aos moradores da região uma opção de lazer a mais neste período de férias. As oficinas têm … |+|

Liga Internacional de Basquete de Rua – LIIBRA DF3 Etapa LIIBRA 150x100 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIA

A Liga Internacional de Basquete de Rua do Distrito Federal (LIIBRA) volta com novidades. Diferente das edições passadas a pré-seletiva 2012 irá ocorrer em quatro regiões administrativas: Samambaia, Sobradinho I, Taguatinga e Ceilândia dobrando… |+|

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FEVEREIRO

4 ceilandia1 150x93 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAPonto de Cultura: Jovens de condomínios em Ceilândia são beneficiados com novo projeto da Cufa DF

A CUFA DF assinou convênio com o Ministério da Cultura para instalação do Ponto de Cultura “Ação Periferia”. Com o proposito de atender os Condomínios Pôr do Sol e Sol nascente na Ceilândia, o projeto fechou parceria com a Sedeste que pretende oferecer… |+|

5 saude ativa carnaval 150x72 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAAção no carnaval: Projeto Saúde Ativa distribui mais de 8 mil camisinhas neste carnaval

Durante o período de Carnaval, o projeto Saúde Ativa da Central Única das Favelas do Distrito Federal (CUFA DF) em parceria com a Gerência de DST/AIDS, da Secretaria de Saúde, intensificou ainda mais suas atividades. As Agentes de Desenvolvimento Local…|+|

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MARÇO

6 selecao 08 edit 150x91 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAJovem de Expressão: Projeto oferece curso gratuito para jovens de todo DF

O Programa Jovem de Expressão está com as inscrições abertas para oficinas em diversas áreas: Audiovisual, All Dance e Basquete de Rua, Street Dance. Ao todo serão 30 vagas, por região, Ceilândia e Sobradinho II, para cada modalidade, exceto o All Dance que terá 15 vagas. |+|

7 cms 150x132 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIACUFA DF lança projeto “Eu amo minha morada, por isso cuido dela” 

A Central Única das Favelas do Distrito Federal (CUFA DF) lança a campanha: “Eu amo a minha morada”. O objetivo é interagir com os moradores de diferentes regiões administrativas do DF sobre a relação com a cidade onde moram. A campanha pretende… |+|

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ABRIL

                                      Encontro Nacional da CUFA

CUFA 150x64 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAA Central Única das Favelas (CUFA) realizará na cidade de Salvador, na Bahia, a sétima edição do Encontro Nacional. O evento, que acontecerá nos dias 29/03 a 01/04, no Anfiteatro Prof. Alfredo Thomé da (Antiga) Faculdade de Medicina da Bahia/ UFBA… |+|

9 SBDcultural 150x112 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIASabadão Cultural, um grande presente de entretenimento para Ceilândia 

Curtição, expressão e animação. Esses foram os principais elementos da mistura do Sabadão Cultural, que aconteceu no último sábado (31/03). Em uma edição especial, o evento homenagiou os 41 anos da cidade de Ceilândia, presenteando os moradores com uma… |+|

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MAIO

10 hot 150x100 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAGarra, lágrimas e suor: a final da LIIBRA proporcionou fortes emoções 

A grande final da Liga Internacional de Basquete de Rua (LIIBRA) realizada neste sábado (05/05) na Praça do Cidadão, em Ceilândia Norte, reservou fortes emoções para a torcida presente. Depois de quase 10h de disputas, na categoria feminina e masculina… |+|

11 images 150x87 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAANPR e CUFA DF firmam parceria

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e a Central Única das Favelas do Distrito Federal (CUFA-DF) firmaram acordo de cooperação. Juntas, as instituições vão desenvolver ações – como oficinas, workshops, palestras e trabalhos de … |+|

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JUNHO

12 tv 150x105 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIATV de Expressão: A comunicação participativa dos jovens 

Formada pelos alunos da oficina de audiovisual do programa Jovem de Expressão, a TV de Expressão é o espaço em que a juventude tem voz e vez para manifestar toda a diversidade presente em seu universo. |+|

13 b 2 150x99 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAA fotografia sob o olhar das crianças 

No mês de maio, O ponto de Cultura Ação Periferia iniciou mais uma oficina. A fotógrafa Tatiana Reis foi convidada para passar suas técnicas e coordenar o curso de fotografia voltada para crianças de 8 a 12 anos do projeto. Os 15 participantes… |+|

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JULHO

14 Visita ao Jovem de Expressão 150x84 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIACUFA DF promove turismo cívico na maior periferia de Brasília 

Turismo cívico, conhecer a capital do Brasil, entender e visualizar a dinâmica dos três poderes e, de quebra, apreciar a tão celebrada arquitetura de Brasília. Esse roteiro, que corriqueiramente é tomado por escolas, instituições públicas ou particulares |+|

15 foto 150x100 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAPresidente da CUFA DF é convidado para Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal

Iniciando a série “Conselheiros em Pauta”, que apresentará semanalmente uma entrevista com um membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal (CDES-DF), |+|

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AGOSTO

16 580764 490423077651726 219110103 n 150x79 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAEvento reúne jovens e policiais para debater segurança pública 

Por ocasião do Dia Mundial da Juventude, comemorado em 12 de agosto, o Programa Jovem de Expressão promove o evento Diálogos da Juventude – Segurança Pública, nesta sexta (10/8), com o objetivo de debater soluções para reduzir a mortalidade juvenil no … |+|

17 beleza 150x100 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIATop CUFA: A beleza que vem das favelas

Não há dúvidas de que um dos principais desejos das garotas brasileiras é seguir a carreira de modelo. No último domingo, 18 Jovens, entre 18 e 22 anos, de diferentes comunidades do DF, tiveram a oportunidade de dar um grande passo em busca deste sonho… |+|

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SETEMBRO

18 IMG 2230 150x100 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIADFSTREET: O maior circuito de skate do Distrito Federal 

Os amantes dos esportes radicais e os principais skatistas do DF participaram do maior campeonato de skate do Distrito Federal – DFSTREET. Promovido pela Central Única das Favelas o evento promove o esporte nas periferias da cidade. |+|

19 Voz Ativa 2012 150x112 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAVoz Ativa 2012: Oportunidade para artistas locais

O projeto Jovem de Expressão, realiza a terceira edição do projeto Voz Ativa.O objetivo é oportunizar os artistas locais um ambiente que se discuta e reflita questões relativas a produção artísticas, cultural, de identidade visual, de cooperação… |+|

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OUTUBRO

20 projeto SaudeA 150x112 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAProjeto divulga relatório final com os dados inéditos sobre a vida sexual e social dos jovens do DF

O projeto saúde Ativa apresenta nesta segunda-feira (15) a pesquisa completa com números inéditos sobre o levantamento que mostra o comportamento social e sexual dos jovens do Distrito Federal. |+|

21 sabadasso 150x100 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIASabadão Cultural agita os moradores e a Praça do Cidadão, em Ceilândia 

O Sabadão cultural realizado no último sábado reuniu centenas de pessoas em torno da Praça do Cidadão, em Ceilândia. Organizado pelo programa Jovem de Expressão, o evento teve início às 10h da manhã e envolveu públicos de todas as idades e gostos… |+|

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NOVEMBRO

22 Secretaria e CUFA DF 150x112 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIASecretaria da Criança e CUFA DF firmam parceria

A Secretaria da Criança vai firmar parceria com a Central Única das Favelas do Distrito Federal (Cufa-DF) para implantar projetos destinados à juventude da capital do País e também aos jovens do Sistema Socioeducativo. Nesta quarta-feira (7), o coorden… |+|

23 Evento Paulus 150x112 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAMoradores da estrutural ganham kits de obras literárias

Os moradores da Estrutural receberão nesta quarta-feira (7) a doação de kits literários infantil e juvenil. A entrega simbólica será feita a partir das 14h no auditório do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), localizado no … |+|

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DEZEMBRO

24 Juventude comportamento e DST AIDS 147x150 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAPesquisa mapeia relação de jovens com a Aids 

Os jovens brasileiros não praticam sexo seguro. Pelo contrário: têm alto grau de exposição às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids e 72% deles não levam isso a sério. É o que mostra a pesquisa Juventude, Comportamento e DST/Aids, lançada na… |+|

25 max 150x112 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIAA VOZ DA FAVELA NO MERCOSUL

Entrevista com Max Maciel, coordenador da Central Única das Favelas (Cufa) do Distrito Federal (DF) e participante da Cúpula Social do Mercosul. Sua liderança, mobilização e atuação nas periferias do Distrito Federal o transformou na voz da Favela no Mercosul. |+|

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Fonte: http://cufadf.emktsender.net/ver_mensagem.php?id=TH|466|157556|090805140238519376462

26 layout bottom 1 CUFA BALANÇO 2012, ATITUDES COMUNITÁRIAS E CIDADANIA

Ceilândia oferece atendimento de saúde especial para idosos

Ceilândia oferece atendimento de saúde especial para idososDIREITOS DO IDOSO 225x300 Ceilândia oferece atendimento de saúde especial para idosos

Secretaria de Saúde

Assistência especializada no ambulatório de geriatria

Pacientes que necessitam marcar consulta com geriatra na Coordenação Geral de Saúde de Ceilândia (DF) (GCST) contam com um ambulatório especializado. Toda sexta-feira, no período da manhã, um profissional de saúde acolhe todos os usuários com encaminhamento para a clínica especializada. Segundo Adrienne Toni Vieira, gerente de Políticas e Programas da CGST, responsável pelo ambulatório de acolhimento da geriatria, o serviço foi criado para orientar o idoso e seu cuidador. “Quando o usuário chega com encaminhamento, orientamos quanto à realização da consulta, fazemos uma avaliação geriátrica avançada e procuramos responder aos questionamentos dos cuidadores”, explica Adrienne Vieira.

A CGST conta com duas geriatras que, além de atenderCUIDADOS COM O IDOSO 150x86 Ceilândia oferece atendimento de saúde especial para idosos os idosos, também realizam o matriciamento de geriatria nos centros de saúde. Segundo Adrienne Vieira, a cada 15 dias, uma geriatra vai até um centro de saúde de Ceilândia e atende pacientes em conjunto com o clínico geral da unidade. Assim, dúvidas mais frequentes quanto ao tratamento e patologias mais comuns relacionadas à terceira idade são esclarecidas, e o usuário pode ser acompanhado pela equipe do centro de saúde.

Outras ações que beneficiam os idosos de Ceilândia são asATENDIMENTO IDOSO 150x100 Ceilândia oferece atendimento de saúde especial para idosos oficinas de prevenção de quedas e a Escola de Avós. A oficina tem por objetivo reabilitar os pacientes que já tenham sofrido algum trauma ósseo e também evitar novas quedas.

As atividades da Escola de Avós são realizadas mensalmente nas instalações do Corpo de Bombeiros Militar de Ceilândia, próximo ao Hospital Regional idoso 150x100 Ceilândia oferece atendimento de saúde especial para idososde Ceilândia (HRC), para promover saúde, cidadania e valorização do idoso. Por meio de um circuito de saúde, diversos profissionais e voluntários fazem avaliação de fatores de risco e controle de agravos. São verificadas pressão arterial e glicemia, realizadas atividades físicas e palestras educativas. As ações da Escola de Avós recomeçarão em março do ano que vem.

Sexta, 21 Dezembro 2012 17:33

http://www.df.gov.br/noticias/item/4688-ceil%C3%A2ndia-oferece-atendimento-especial-para-idosos.html

CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

Conselho tutelar 300x63 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

O cuidado e amparo à criança/adolescente são de responsabilidade de seusCUIDADO E AMPARO AS CRIANÇAS 150x92 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente pais ou responsáveis. São eles que formam uma infraestrutura racional e psicológica para que ocorra o amadurecimento social destes menores. Neste âmbito, o Conselho Tutelar passa a ter o papel de auxilio aos menoresgarantindo seus direitos e fornecendo conselhos aos indivíduos que possuem a guarda dos jovens. Cada atitude tomada pelo Conselheiro Tutelar terá impacto no futuro das crianças e adolescentes, seja via contato com os pais ou diretamente com os menores.

O conselho tutelar foi criado conjuntamente ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), instituído pela Lei 8.069 no dia 13 de julho de 1990.

Órgão municipal responsável por zelar pelos direitos da criança e do adolescente,conselheiro tutelar 117x150 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente deve ser estabelecido por lei municipal que determine seu funcionamento tendo em vista os artigos  131 a 140 do ECA. Formado por membros eleitos pela comunidade para mandato de três anos o Conselho Tutelar é um órgão permanente (uma vez criado não pode ser extinto), possui autonomia funcional, ou seja, não é subordinado a qualquer outro órgão estatal. A quantidade de conselhos varia de acordo com a necessidade cada município, mas é obrigatória a existência de pelo menos um Conselho Tutelar por cidade, constituído por cinco membros.

Segundo consta no artigo 136 do ECA, são atribuições do ConselhoECALogo 150x115 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente Tutelar e, consequentemente, do conselheiro tutelar atender não só às crianças e adolescentes, como também atender e aconselhar pais ou responsáveis.

O Conselho Tutelar deve ser acionado sempre que se perceba abuso ou situações de risco contra a criança ou o adolescente, como por exemplo, em casos de violência física ou emocional. Cabe ao Conselho Tutelar aplicar medidas que zelem pela proteção dos direitos da criança e do adolescente.

 Para informações completas das atribuições do Conselho Tutelar acesse o ECA completo em:

 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm .

Apesar de muitas pessoas acharem o contrário, o Conselho Tutelar não tem conselho tutelar 150x123 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescentecompetência para aplicar medidas judiciais, ou seja, ele não é jurisdicional, e não pode julgar nenhum caso. Exemplificando, quando um adolescente (12 à 18 anos) comete um ato infracional (crime), quem deve ser acionado para o atendimento é a Polícia Militar ou a Civil, e não o conselho tutelar. Este sim deve ser chamado quando o mesmo ato infracional for cometido por uma criança (com até 12 anos de idade incompletos). Por se tratar de órgão a parte do aparato de segurança pública municipal, não pode agir como órgão correcional. Em resumo, é um órgão ‘zelador’ dos direitos da criança e do adolescente. Não é função de o conselho tutelar fazer busca e apreensão de crianças e/ou adolescentes, expedir autorização para viagens ou desfiles, determinar a guarda legal da criança.

O conselheiro tutelar deve sempre ouvir e entender as situações que lhe são apresentadas por aquele que procura o Conselho Tutelar. Somente após a análise das situações especificas de cada caso é que o conselheiro deve aplicar as medidas necessárias à proteção dos direitos da criança e/ou adolescente. Cabe ressaltar que, assim como o juiz, o conselheiro aplica medidas, ele não as executa, deve por tanto buscar os poderes necessários para execução dessas medidas, ou seja, poder público, famílias e sociedade.

          no conselho tutelar 150x85 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente            conselho tutelar e para todos 98x150 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente             Familia responsavel 150x96 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

O processo de escolha dos conselheiros tutelares deve ser conduzidoeleições 2012 Conselho Tutelar 150x104 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (órgão que deve ser criado e estar funcionando antes do Conselho Tutelar).

Para ser conselheiro tutelar é necessário ter 21 anos completos ou mais, morar na cidade onde se localiza o Conselho Tutelar e ser de reconhecida idoneidade moral. Outros requisitos podem e devem ser elaborados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. É indispensável que o processo de escolha do conselheiro tutelar busque pessoa com um perfil adequado ao desenvolvimento da função, ou seja, alguém com disposição para o trabalho, aptidão para a causa pública, e que já tenha trabalhado com crianças e adolescentes.

É imprescindível que o conselheiro tutelar seja capaz de manter dialogo com pais ou responsáveis legais, comunidade, poder judiciário e executivo e com as crianças e adolescentes. Para isso é de extrema importância que os eleitos para o a função de conselheiro tutelar sejam pessoas comunicativas, competentes e com capacidade para mediar conflitos.

QUEM PODE SER CONSELHEIRO TUTELAR

CONSELHO TUTELAR KAROL ROMERO.2 100x150 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

Quem nós apoiamos em Taguatinga-DF

Após abordar sobre as aptidões, características, legislação e competências do Conselheiro Tutelar, descobriremos agora quem pode exercer esta importante profissão dentro da conjuntura nacional. Afinal, são estes cidadãos os responsáveis por defender os direitos dos jovens do nosso país, os quais muitas vezes não têm a mínima condição de saber estes direitos para lutar pela garantia dos mesmos.

Para fazer parte desta classe, o interessado, antes de preencher qualquer pré requisito legal, deverá conter muita disposição para lidar com pessoas das classes menos favorecidas e, em decorrência disso, se deparar com os problemas encontrados principalmente (mas não estritamente) neste ambiente. Além disso,o indivíduo deverá estar preparado para:

CONSELHO TUTELAR KAROL ROMERO.localdevotação2 130x150 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

1º -> Estar aberto para receber informações novas. Há que se ter paciência para conseguir ouvir as pessoas que podem influenciar na solução caso.

2º -> Compreender o que foi dito pelos sujeitos envolvidos no caso, fazer associações e buscar as melhores saídas possíveis para os problemas.

3º -> Estudar constantemente, haja vista que alguns conceitos neste meio mudam constantemente.

4º -> Acompanhar e encaminhar os casos.

Agora vamos aos quesitos de acordo com a lei. Um profissional

CONSELHO TUTELAR RONNYWILSON 150x100 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescente

Quem nós apoiamos em Ceilândia-DF

desta área deve possuir:

1º -> Idoneidade Moral perante a sociedade.

2º -> Idade superior a 21 anos.

3º -> Residência na própria cidade em que atua.

4º -> Cumprimento dos pré requisitos estipulados pelo município.

 Geralmente referem-se à escolaridade mínima, onde CONSELHO TUTELAR RONNYWILSON.localdevotação 150x99 CONSELHO TUTELAR, proteção aos direitos da Criança e do Adolescentegeralmente é cobrado, no mínimo, o ensino médio completo e/ou certificado de aprovação em curso de aptidão para ser Conselheiro Tutelar.

Fonte: http://www.conselhotutelar.com.br/

Conselhos Tutelares do Distrito Federal

Estabelecimento

DDD

Telefone

E-mail

Conselho Estadual de Distrito Federal 61 3470076 cedcaceara@yahoo.com.br cedca@sas.ce.gov.br
Conselho Tutelar de Águas Claras 61 33838950
39051616
conselhotutelardeaguasclaras@gmail.com
Conselho Tutelar de Águas Lindas 61 39021134
Conselho Tutelar de Alexânia 62 33364617
Conselho Tutelar de Brasilia Norte 61 39051341
39051356
ctbrasilia.df@hotmail.com
Conselho Tutelar de Brasilia Sul 61 08006452345
39056675
33226505
Conselho Tutelar de Brazlândia 61 08006442031
39051246
39051247
Conselho Tutelar de Candangolândia 61 33019316
33011716
Conselho Tutelar de Ceilândia Norte 61 08006442028
39054291
ctcceilandia@hotmail.com
Conselho Tutelar de Ceilândia Sul 61 39051225
39051241
Conselho Tutelar de Cristalina 61 36123163
Conselho Tutelar de Cruzeiro 61 39056396
39055537
Conselho Tutelar de Estrutural 61 93124568
99396175
Conselho Tutelar de Formosa 61 36314211
Conselho Tutelar de Gama I 61 39051361
39051362
Conselho Tutelar de Gama II 61 39056419
39053989
Conselho Tutelar de Guará 61 39051486
Conselho Tutelar de Itapoã 61 33699418
Conselho Tutelar de Jardim Ingá 61 39691038
Conselho Tutelar de Lago Azul 61 36744977
Conselho Tutelar de Lago Norte 61 34689455
34686873
Conselho Tutelar de Lago Sul 61 39051771
33633205
Conselho Tutelar de Luziânia 61 39063123
Conselho Tutelar de Novo Gama 61 36282209
Conselho Tutelar de Núcleo Bandeirante 61 34861056
35520437
Conselho Tutelar de Ocidental 61 39032035
Conselho Tutelar de Paranoá 61 39051363
33691364
Conselho Tutelar de Pirenópolis 62 33311299
Conselho Tutelar de Planaltina 61 36371069
Conselho Tutelar de Planaltina I 61 08006442027
39054794
39056740
Conselho Tutelar de Planaltina II 61 33890619
33890996
Conselho Tutelar de Recanto das Emas 61 34344305
34345167
Conselho Tutelar de Riacho Fundo I 61 34045022
34045052
Conselho Tutelar de Riacho Fundo II 61 33331901
Conselho Tutelar de Samambaia Norte 61 34591493
33590939
 ctsamnorte@hotmail.com
Conselho Tutelar de Samambaia Sul 61 08006442060
39051368
39051369
Conselho Tutelar de Santa Maria Norte 61 33928416
33931153
conselhotutelarstm@oi.com.br
Conselho Tutelar de Santa Maria Sul 61 08006442032
39054296
39054297
Conselho Tutelar de Santo Antônio 61 36263538
Conselho Tutelar de São Sebastião 61 39057192
39055580
Conselho Tutelar de Sobradinho I 61 08006442026
39054301
92987202
ctsobradinho.df@hotmail.com
Conselho Tutelar de Sobradinho II 61 33519029
33510032
Conselho Tutelar de Taguatinga Norte 61 33519029
33510032
cttaguatinga@gmail.com
Conselho Tutelar de Taguatinga Sul 61 08006442024
39051416
39051418
Conselho Tutelar de Varjão 61 34686599
34686856
Conselho Tutelar de Vicente Pires 61 35673079
34351839
Conselho Tutelar de Conata 61 08006440808
39051351
39051263
Conselho Tutelar de Valparaíso 61 36295971

FONTE: http://www.observatoriodainfancia.com.br/article.php3?id_article=712

 

DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

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COMO OS MARGINAIS SE PREPARAM PARA COMETER UM CRIME?

PERFIL DO BANDIDO

FURTO – art. 155 do CPB

ROUBO – art. 157

ESTELIONATO – art. 171  

compras 150x112 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

O BILHETE PREMIADO

A SENHA POR TELEFONE

COBRANÇA DE VERDADEIROS DÉBITOS NO SERASA

GOLPE DO PACO DE DINHEIRO OU CHEQUE ACHADO

GOLPE COM DIPLOMAS FALSOS

FRAUDE NO COMÉRCIO E C.D.C

cartões 150x77 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

CHEQUES

CARTEIRA DE IDENTIDADE

DINHEIRO

CARTÃO DE CRÉDITO

 PREVENÇÃO

Ato de se antecipar às consequências de uma ação, no intuito de prevenir seu resultado, corrigindo-o e redirecionando-o por segurança.

            A prevenção somente será possível mediante conhecimento do fato que se visa prevenir, sendo este o objetivo dessas dicas, ou seja, explanar acerca dos três crimes que mais atingem as pessoas individualmente, FURTO, ROUBO e ESTELIONATO, esclarecendo as peculiaridades de cada um, bem como sugerir dicas de prevenções.

Provérbio: “DEPOIS DO LADRÃO COLOCA-SE A TRANCA”

            Temos que ativar nossa consciência acerca de PREVENÇÃO para estarmos sempre preparados, isso não quer dizer que estaremos imunes, caso aconteça, estaremos também orientados como proceder.

            1º – NUNCA REAGIR

            2º – PRESERVAR O LOCAL para colheitas de vestígios (provas).

            3º – Chamar a Polícia e providenciar o registro boletim na delegacia.

            Seguindo esses passos e tomando essas providências levará ao êxito a solução do crime.

            COMO OS MARGINAIS SE PREPARAM PARA COMETER UM CRIME?

            Em geral, todo assalto conta com uma determinada preparação que consiste em:

1-      PRÉ-ELEIÇÃO DO ALVO: esta fase pode levar meses, dias ou apenas segundos. É a fase em que o bandido irá escolher quem irá abordar.

2-      IDENTIFICAÇÃO DO ALVO: geralmente o mais fraco, ou o mais distraído que será escolhido.

3-      VIGILÂNCIA: período que o bandido avalia toda a situação antes do ataque (abordagem).

4-    PLANEJAMENTO: o bandido já tem tudo que precisa, agora ele planeja como será o ataque (DHL e forma de abordagem).

5-      ATAQUE: nesta fase não há como fazer prevenção.

“O êxito em reações não ultrapassam 5%”

Melhor momento para interromper a ação do criminoso é na fase da:

3- VIGILÂNCIA: período que o bandido avalia toda a situação antes do ataque (abordagem).

 O pior momento é  na fase 5, no momento do ataque ( neste momento NUNCA REAJA).

O BANDIDO

  • Não quer ser exposto.
  • Sempre faz uma seleção das vítimas (facilidade, distração, fragilidade…)
  • Durante um assalto o bandido está NERVOSO  e com MEDO, geralmente COM AS MÃOS TREMENDO. Neste momento ele não consegue ver nada em sua volta, somente seu intento.

PERFIL DO BANDIDO

O modelo de bandido trajando CHINELO e BERMUDÃO está ultrapassado; hoje muitas pessoas relatam terem sido abordados em semáforos por HOMENS ELEGANTES, até mesmo de TERNOS e GRAVATAS;  também a participação de MULHERES cresceu muito.

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Em uma ação o bandido tem 2 tipos de medo:

DE SER PRESO

DE SER MORTO                    …pela polícia ou pela própria vítima.

            Um ponto interessante é que todo marginal tem TODO TEMPO DO MUNDO para procurar a vítima que ESTEJA EM CIRCUNSTÂNCIA FAVORÁVEL;

O CRIMINOSO NÃO DESEJA CORRER RISCOS DESNECESSÁRIOS.

            Na maioria dos casos registrados a vítima de alguma forma facilitou o ofício do marginal.

PREVENÇÃO É UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA e CONHECIMENTO.

…por isso publicamos essas dicas que ira lhes auxiliar um pouco sobre esta questão.

             As pessoas se tornam muito mais VULNERÁVEIS quando NEGAM A POSSIBILIDADE DE SEREM VÍTIMAS da violência urbana, isso é o mesmo que tapar o sol com a peneira; a DISTRAÇÃO e a IMPRUDÊNCIA nos deixam em posição de risco.

            Ser vítima da criminalidade não é um FENÔMENO DE SORTE OU AZAR.

Fique atento a:

  • Falso atendente de banco.
  • Ostentar aparelhos sofisticados em público.   …lembre-se que o marginal procura facilidades e não dificuldades.
  • Tranca vermelha no volante do carro é muito eficaz.
  • (SENTIMENTO DE NEGAÇÃO) Namorar em local deserto de madrugada dentro do carro.
  • Deixar a porta da rua aberta para ventilar…

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  • FURTO – art. 155 do CPB – subtração de coisa alheia…furto 122x150 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

Difere do ROUBO porque NÃO há emprego de VIOLÊNCIA nem GRAVE AMEAÇA.

DICAS:

  •   PESSOAL -  Jamais negligencie seus pertences como deixar bolsas voltadas para trás, carteira em bolso largo, largar objetos pessoais sobre balcões e se afastarem; evite aceitar ajuda de desconhecidos, principalmente em bancos e estejam sempre atentos a ESBARRÕES.
  •   RESIDENCIAL -  Conferir sempre as trancas residenciais, reforçar fechaduras e cadeados; instale cortinas, alarmes e sensores de luz presencial, câmeras; não comente com os vizinhos sobre suas viagens; suspenda a entrega de jornal e revistas enquanto estiver fora.
  • VEÍCULO -   Além de equipá-lo com alarmes e trancas (visíveis), jamais deixe qualquer objeto sobre os bancos ou painel (aparente).
    • COMÉRCIO:
    • Nunca ter somente uma pessoa no atendimento.
    • Observar quando um cliente é muito ENVOLVENTE ou FALADOR, e ao mesmo tempo outras pessoas na loja, pode ser uma AÇÃO DE FURTO.
    • Investir em equipamento de monitoração de vídeo, barreiras eletrônicas, etiquetas anti-furto, etc.
    • Divulgar os dispositivos como: “SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO”.
    • Na disposição da mercadoria, os objetos menores devem estar mais perto do controle da loja.
  • ROUBO – art. 157 – Subtração de coisa alheia…roubo o que fazer mao armada 150x123 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

MEDIANTE EMPREGO DE VIOLÊNCIA ou GRAVE AMEAÇA

DICAS:

  •   JAMAIS REAJA!
  •   Lembre-se que o ladrão está NERVOSO e com muito MEDO de ser preso ou ser morto…não faça movimentos bruscos.
  •   Caso o CELULAR tenha sido levado NÃO BLOQUEAR antes

   do registro da ocorrência.

  •   PRESERVE O LOCAL, sobretudo as superfícies lisas onde há possibilidade de colheita de digitais e outros vestígios.
  • PESSOAL: esteja sempre atento; mantenha na carteira apenas documentos essenciais como CNH; nunca tente perseguir o autor do roubo; evite usar caixas eletrônicos à noite; evite ostentar riqueza;
    • RESIDENCIAL -  Conferir sempre as trancas residenciais, reforçar fechaduras e cadeados; instale cortinas, alarmes e sensores de luz presencial, câmeras; tenha muros altos para evitar visualização da rotina de sua residência; jamais mantenha as chaves de casa junto às chaves do carro; nunca deixe chaves com o porteiro;
    •  Atenda vendedores e outras pessoas sem abrir a porta e jamais as introduza em casa; cheque a identificação ou crachá; ao chegar em casa, percebendo qualquer anormalidade, procure ajuda;
    • VEÍCULO: rodas e som exuberantes são atrativos; ao se dirigir para o veículo se prepare com antecedência…procure estacionar sempre em local iluminado; evite vagas próximo de veículo ocupado por pessoas; jamais dê carona.
    • Tenha um bom equipamento de produção de IMAGENS DE ALTA RESOLUÇÃO com vários ângulos.
    • Divulgue bem o equipamento de modo que TODOS AO ENTRAREM PERCEBAM IMEDIATAMENTE, como meio de DISSUASÃO.

“SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO”.

  • Tenha sempre anotação de números de emergência em locais visíveis e de fácil acesso.
  • 190 PMDF   -   193 CBMDF   -   197 PCDF    -    181 DISKDENÚNCIA

ESTELIONATO – art. 171   -engano 150x112 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

Crime ECONÔMICO – Obter para si ou outrem vantagem ilícita em PREJUÍZO ALHEIO mediante FRAUDE.

A característica mais marcante é o ENGANO.

DICAS:

Perfil dos estelionatários:

    * Em geral são pessoas bem vestidas.

    * Normalmente compram produtos fáceis de ser revendidos.

    * Compram em média valores aproximados a R$ 3 mil.

   * Têm olhar nervoso, mão trêmula, sorriso falso, voz que oscila e entabulam conversas longas e amigáveis demais, dando explicações em excesso.

    * Às vezes precisam ver o cartão ou documento para assinar.

    * Demonstram lentidão e incerteza ao assinar.

  *Pagam contas que são de acompanhantes, sem dar importância ao valor.

  * Às vezes ficam horas no estabelecimento, mas só no momento em que o caixa parece tumultuado, é que se apresentam para pagar.

    * Se oferecem para levar o bem instantaneamente, demonstrando pressa em sair com a compra.

    * Dificultam a conferência do RG ou do cartão, ou demonstram nervosismo quando o atendente liga para se informar mais a respeito. Nessa hora sugerem citar números em vez de entregar o documento.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

O bilhete premiadobilhete 150x111 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

Este é sem dúvida um dos golpes mais tradicionais e antigos do Brasil.

O golpista, com jeito de caipira pouco esperto ou de pessoa humilde, pede informações sobre o endereço de uma agência da Caixa Econômica Federal dizendo que é para receber um prêmio de loteria ou outro sorteio.

As vítimas típicas são pessoas idosas, às quais é mostrado o bilhete premiado (forjado ou falso), juntamente com um documento da Caixa Econômica Federal (também falso ou forjado) constando o número do bilhete premiado e o valor do prêmio.

Se for concurso tipo “mega sena” será mostrado um comprovante dos números sorteados (verdadeiro ou falso) e um falso bilhete com aposta nos mesmos números.

Às vezes eles apresentam um verdadeiro bilhete com aposta nos números ganhadores de um concurso anterior, e um comprovante dos números sorteados naquele concurso, contando com a falta de atenção da vítima quanto ao número do concurso.

A caminho da Caixa Econômica, e depois de muita conversa, o golpista propõe à vítima de lhe vender o bilhete premiado por uma fração do seu valor.

Em alternativa poderá apresentar a proposta como um pedido de ajuda para resolver problemas. Ajuda na qual a vítima supostamente sairia ganhando.

Para justificar a generosa oferta dirá que tem pressa porque o ônibus para sua cidade parte em 15 minutos, que esqueceu ou perdeu os documentos (e não pode retirar o prêmio), que está desorientado com a burocracia ou com a “cidade grande”, que é analfabeto, que tem alguém esperando ele, que a mãe dele está no hospital etc…

Se a vítima cair nesta conversa sacará o dinheiro da própria conta bancária e o entregará ao golpista em troca de um bilhete que não vale nada. Existem casos onde o golpista, em vez de dinheiro (que pode não estar disponível na conta da vítima), aceita valores como joias etc…

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

A SENHA POR TELEFONEpor telefone 150x89 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

É um golpe bem antigo, simples, quase trivial. Apesar disso, por incrível que pareça, ainda tem muita gente caindo neste tipo de golpes.

A base do sucesso desta fraude é o uso de técnicas elementares de “engenharia social”

O esquema clássico é o seguinte. Uma pessoa liga se dizendo gerente ou funcionário de tesouraria de um determinado banco e informa que existe um saldo a ser creditado na conta da vítima, referente à algum tipo de erro ou crédito tributário. Outras desculpas são reembolsos de vários tipos, seguros vencidos a serem resgatados etc…

O golpista solicita que a vítima digite no próprio telefone, supostamente para um sistema automático, o código de seu banco o número de sua conta corrente e da senha, que é gravada. De posse de tais dados, o golpista efetua transferências via telefone ou internet de todo o saldo existente na conta da vítima para uma outra contracorrente aberta com documentos falsos ou pertencentes a “laranjas” para o recebimento dos depósitos.

Existem muitas variantes deste tipo de golpe onde sempre alguém solicita, com alguma desculpa, os dados da conta e as senhas. Muitas vezes isso é feito, para deixar a vítima mais tranquila e confiante, através de supostos (falsos) sistemas automáticos.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

Cobrança de verdadeiros Débitos no SERASA

            A fraude funciona assim. Os golpistas consultam, de forma sistemática e aleatória, o CPF de pessoas junto à SERASA, SPC e serviços equivalentes de proteção ao crédito.

O intuito é descobrirem se a pessoa possui algum tipo de restrição. Quando encontram alguém nesta condição, enviam uma correspondência, normalmente em papel timbrado de um “escritório de advocacia”, notificando o devedor a quitar o débito dentro de 5 dias, sob pena de ser processado (aí terá gastos para contratar um advogado e se defender), executado judicialmente, com penhoras etc…

            A carta é bem ameaçadora e no texto da notificação informam que estão oferecendo uma condição especial para o pagamento à vista com desconto de 50-60 %, ou em algumas parcelas com descontos variados. O pagamento pode ser efetuado através de depósito identificado, na conta número “tal” do banco “tal”, em nome do Escritório de Advocacia ou da Empresa de Cobranças “tal”. Em alguns casos a conta fornecida é em nome de pessoa física, onde a justificativa é que a pessoa seria o advogado titular do escritório.

            A vítima, para não ser processada e aproveitando o desconto, passa a efetuar os pagamentos, e quando os finalizar… continuará com seu nome protestado e/ou cadastrado nos serviços de proteção ao crédito.

Isso porque aquele “Escritório de Advocacia” nunca teve poderes para representar nenhum banco, financeira ou loja (credor/credora), tão pouco estava autorizado a receber ou negociar nada.

            Ou seja a dívida continua exatamente como estava, e você perdeu o dinheiro que pagou pensando estar quitando ela.

Normalmente o tal Escritório de cobrança é de outro Estado, para dificultar a localização da quadrilha. Periodicamente fecham e mudam de nome e endereço.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

Golpe do Paco de dinheiro ou do cheque achadopaco 150x99 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

            Existem muitas variantes deste golpe, todas baseadas na ganância e em uma suposta recompensa por ter achado, recuperado e devolvido algum suposto valor. Este golpe é normalmente chamado de “golpe do paco” ou “golpe do achadinho”.

            Na versão clássica, normalmente praticada por duas pessoas, os estelionatários ficam observando até que alguém “apropriado” saque uma boa quantia em dinheiro em um banco ou caixa automático.

Uma vez identificada a vítima a seguem, um golpista vai à sua frente e o outro logo atrás.

            O da frente deixa propositadamente cair uma folha de cheque de alto valor, ou um pacote de dinheiro falso, visando chamar a atenção da vítima, que apanha o cheque ou o pacote e devolve ao estelionatário “que o perdeu”, pensando estar ajudando.

            O outro estelionatário, aproxima-se e diz que também viu o acontecido ou finge participar da devolução.

Neste momento, o estelionatário “descuidado” se diz agradecido e oferece uma recompensa à vítima e ao comparsa, dizendo que eles deverão comparecer a um escritório, levando um bilhete para receber dita recompensa. Entretanto, solicita à vítima que deixe a bolsa com todo o dinheiro que tiver, como “garantia” de seu retorno.

            A vítima entrega sua bolsa com dinheiro e vai buscar sua gratificação, ao ser incentivada pelo outro estelionatário que simula a entrega da carteira ou de outro valor importante.

            Somente percebe que foi vítima de um golpe quando descobre que o endereço do tal escritório não existe. Nesta altura os estelionatários, obviamente, já desapareceram.

Existem muitas variantes. Em uma comum, o “paco” a ser achado é deixado no caminho de saída do banco e não feito cair em frente a vítima.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

Golpes com diplomas falsos ou irregularesdiplomas falsos 150x112 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

            Existem varias modalidades, tanto nacionais quanto internacionais, para esta família de golpes.

            Na versão nacional, os golpistas se apresentam normalmente como intermediários (pessoas físicas ou supostas entidades/empresas), ou funcionários de alguma faculdade ou até do próprio MEC. Eles oferecem diplomas universitários ou de ensino médio sem necessidade de frequentar os relativos cursos ou passar exames, sendo necessário somente pagar pelo “serviço” deles.

            Para conseguir isso alegam ter “esquema” nas escolas, nas faculdade e até no MEC (Ministério da Educação e Cultura). Dizem que o diploma fornecido é regularmente registrado tanto na faculdade/escola quanto no MEC, que é criado também o histórico escolar e que é tudo original, seguro e garantido.

            Os meios mais comuns de divulgação da oferta são sites das tais “entidades”, e-mails de propaganda (spam), anúncios na internet ou em jornais. Toda a transação (desde o envio dos dados pessoais do comprador, até o pagamento dos “honorários” combinados) é conduzida com sigilo, normalmente sem contatos pessoais. Os valores cobrados variam muito, mas normalmente estão entre 200 e 800 Reais para ensino médio e entre 1.000 e 2.500 Reais para o nível universitário. Os meios de divulgação da oferta são, normalmente, sites internet das tais “entidades”, e-mails de propaganda, anúncios na internet ou em jornais…

            Na realidade existem duas possibilidades neste tipo de proposta. Em boa parte dos casos os golpistas recebem o dinheiro da entrada combinada (sempre ha valores a serem pagos adiantados, normalmente 50% do total) e simplesmente desaparecem sem entregar nada. Em outros casos, mais refinados, os golpistas produzem diplomas falsos, com vários graus de qualidade da falsificação, e os entregam como verdadeiros. Não ha possibilidade deste tipo de proposta ser “autentica”.

            Na realidade na enorme maioria dos casos se trata de uma forma destas entidades coletar dinheiro “vendendo” diplomas e títulos de estudo que não tem algum valor ou reconhecimento prático, mas que podem fazer bonito quando emoldurados numa parede, obviamente estas entidades alegam que o título é plenamente valido e reconhecido, mas na realidade se for verificar juntos aos órgãos oficiais a possibilidade de usar ou reconhecer este titulo terá amargas surpresas.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

Fraudes no Comércio e C.D.C.

Procedimentos de segurança com Cartões de Crédito

            MASTERCARD

    1. Todos os cartões MasterCard® começam com o número 5. O número em relevo deve ser claro e uniforme.

   2. O número gravado em relevo na frente do cartão deve ser igual ao número impresso no verso e no comprovante de vendas emitido pelo Terminal POS. Ele contém 16 dígitos.

   3. Confira a data de validade do cartão.

   4. Verifique se o cartão possui a marca de segurança em relevo ao lado do holograma. Essa marca é representada pelas letras MC estilizadas.

   5. Observe o holograma. A imagem dos globos interligados deve ser tridimensional. Os quatro últimos números do cliente devem estar sobre o holograma.

   6. Verifique o código de segurança que é formado pelos três últimos dígitos subseqüentes ao número do cartão, localizados no painel de assinatura, no verso do cartão.

   7. O espaço reservado para a assinatura deve ter o nome MasterCard repetido em diagonal. Compare a assinatura do verso do cartão com a que o cliente acaba de fazer no “Comprovante de Vendas”. Se o cartão não estiver assinado, peça ao cliente que o assine e compare com a assinatura do seu RG.

 MASTER 300x199 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

Procedimentos de segurança com Cartões de Crédito

            VISA

   1. Verifique a autenticidade da marca Visa e do holograma tridimensional com a figura da pomba.

   2. Confira a data de validade do cartão e a marca de segurança “V” gravada em relevo após a data.

   3. Verifique se o número e nome do cliente impressos do Comprovante de Venda emitido pelo terminal eletrônico são iguais aos gravados no cartão.

   4. Solicitar código de autorização para todas as vendas manuais, independente do valor.

   5. Verificar se a assinatura no Comprovante de Vendas é semelhante à do verso do cartão. Se necessário, pedir um documento de identidade.

   6. Verificar os aspectos gerais do cartão, que não deve apresentar rasuras, quebras, colagens, ou qualquer outro tipo de alteração.

   7. Checar se os algarismos em relevo estão uniformes, bem alinhados e sem sinais de adulteração. Os cartões Visa® começam com o número 4 e tem 16 dígitos.

   8. Verificar se o número do cartão gravado em alto-relevo é idêntico ao do verso e ao que foi impresso pelo terminal eletrônico.

 VISA 300x229 DICAS DE SEGURANÇA EM TEMPOS DE FESTA (NATAL)

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

Precauções gerais a serem tomadas

            Segundo o consultor Arnaldo Ferreira dos Santos, o sucesso dos golpistas em mais de 80% das fraudes aplicadas no comércio Brasileiro é explicado, não pela habilidade do falsário, mas sim pelo excesso de rapidez na identificação do cliente, e pelo despreparo, desatenção e a confiança demasiada de vendedores, balconistas e caixas.

            Na verdade, aproximadamente 90% das fraudes e golpes, tem base e origem a partir de uma Carteira de Identidade (que é o principal documento de identificação) falsa ou adulterada. Mesmo uma fraude eletrônica via ação de hacker em um banco de dados de uma instituição financeira, na hora de transformar o produto da fraude em dinheiro efetivo na sua conta, terá que usar uma identidade falsa, pois do contrário, após um rastreamento seria facilmente identificado.

            Com medo de perder o cliente, ou não criar constrangimentos, lamentavelmente, o comércio relaxa no processo de identificação, acentuando o problema por conta de uma cultura equivocada da qual todos fazemos parte, que é a de ficarmos “chateados” quando alguém nos identifica corretamente.

            É importante entender que sempre que alguém procede corretamente no processo de identificação, na verdade está procedendo em prol da nossa própria segurança, evitando com isso que alguém, de forma indevida, faça uso de nossos dados pessoais, como conseqüência da perda ou roubo e extravio de nossos documentos.

            Outro fato que tem gerado transtorno e prejuízo aos lojistas, e do conhecimento do Banco Central, é a grande incidência de contas bancárias abertas de forma fraudulenta. É operação padrão dos golpistas a de utilizar Carteira de Identidade falsa e, após os prazos de emissão do talão de cheques, sair lesando o comércio.

            O que o lojista muitas vezes não sabe, é que a Circular 2025 do próprio BACEN, que disciplina o processo de abertura e movimentação de conta bancária, possibilita atribuir responsabilidade pecuniária ao Banco que abriu uma conta de forma inapropriada e permite o ressarcimento ao lojista.

  • Treinar os atendentes a IDENTIFICAREM o cliente de maneira mais apurada, isto é, EXIGIR O MÁXIMO de informações possíveis, bem como CHECAR AS INFORMAÇÕES DAS REFERÊNCIAS.
  • Observar o cliente NO OLHO e NAS MÃOS.   Quando foge o olhar é porque existe nervosismo, da mesma forma quando há TREMOR NAS MÃOS.

 As principais precauções e medidas para evitar golpes são as seguintes:

CHEQUES

    * Verificar se a numeração do cheque está repetida e igual na tarja magnética.

    * Analisar se todas as letras e números do cheque apresentam mesmo tamanho, forma, alinhamento e colocação.

    * Passar a mão sobre as letras para descobrir possíveis letras adesivas falsas.

    * Ficar atento a contas conjuntas, verificando se o segundo nome não foi acrescido.

    * Verificar se tem picote ou serrilha na margem esquerda do cheque.

    * Verificar indícios de rasura no extenso ou numeral.

    * Recusar cheques preenchidos e assinados previamente, ou folhas soltas sem talão.

    * Cuidado com cheques amarelados e envelhecidos podem ser indícios de contas inativas ou encerradas.

    * Observar a posição da serpentina vertical (linha louca) que tem que ser diferente para cada cheque no talão.

 CARTEIRA DE IDENTIDADE

    * Tatear a foto para verificar se não foi colada outra por cima.

    * Conferir os furos de identificação.

    * Estabelecer uma cronologia entre a data de nascimento e a data de emissão da carteira, para verificar se é verossímil.

    * Com a carteira nas mãos, fazer perguntas ao cliente, em relação à data de nascimento e a filiação.

* Quando possível, sair do campo de visão do cliente por alguns segundos, induzindo-o a pensar que você possa estar ligando para a polícia ou segurança. Esse procedimento pode desestabilizar emocionalmente o estelionatário, que geralmente sai xingando e deixa o documento nas mãos do atendente ou caixa.

    * Se possível, validar o documento através de sistemas automáticos online como a Ferramenta de Validação do “Monitor das Fraudes”.

    * Sempre que possível também consultar o CNOD (Cadastro Nacional de Ocorrências com Documentos) para verificar se existe registro de roubo, extravio, perda ou clonagem do documento em questão. Vale também consultar os serviços de proteção ao crédito (SPC, SERASA…) que disponibilizam informações deste tipo, quando as tiverem.

 DINHEIRO

    * Observar a autenticidade do papel com o toque.

    * Verificar se a margem direita da figura e os numerais contêm as microletras BC.

    * Amassar a cédula – a falsa não é maleável.

    * Observar se submetida à luz ultravioleta, a nota parece opaca – a falsa tem brilho intenso.

    * Quando for mais de uma nota, verificar se o número de série não é o mesmo.

    * Especial atenção para a cédula de R$ 10,00 Falsa. Ela está sendo muito utilizada nos postos de gasolina por ser um tipo de estabelecimento que facilita dinheiro falso em circulação.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

 CARTÃO DE CRÉDITO

    * Conferir atentamente se os numerais do cartão em relevo aparecem desalinhados, tortos ou mal posicionados.

    * Verificar se o número do cartão e o nome do associado estão borrados ou danificados.

    * Observar, depois que o débito for aceito pelo terminal eletrônico, se o número do cartão confere com o da nota impressa.

    * Desconfiar se a tarja magnética estiver riscada ou destruída deliberadamente, de modo que não possa ser lida pelo terminal eletrônico.

    * Ao submeter um cartão à luz ultravioleta, aparece a logomarca da administradora.

Fonte: MONITOR DAS FRAUDES – http://www.fraudes.org/

                           197 PCDF         190 PMDF        193 CBMDF           181 DISK DENÚNCIA

VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal

Valorização da Pessoa Idosa no calendário oficial do Distrito Federal

Nesta semana de novembro/2012 o Governo do Distrito Federal fez algo deESTÉLIO 76x150 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal
extrema relevância social, digno de nossa consideração e aplauso, digno de ser comentado e divulgado amplamente… Instituiu, por força de lei, a SEMANA DE VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal, anualmente de 5 a 10 de dezembro.

Cabe a todos nós, como cidadãos e instituições, cobrarmos do GDF as ações previstas na referida lei.

                                                                                                                                           idosos 150x148 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal

idosos felizes 150x125 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal

 LEI Nº 4.964, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2012.

Institui a Semana de Valorização da  Pessoa Idosa no calendário oficial do Distrito Federal.

(Autoria do Projeto: Deputado Evandro Garla)

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

Art. 1º Fica instituída, no calendário oficial do Distrito Federal, a Semana de Valorização da Pessoa Idosa, a ser comemorada anualmente de 5 a 10 de dezembro.

Art. 2º Na Semana de valorização da Pessoa Idosa, serão realizados seminários, congressos, peças teatrais e palestras em escolas, clubes e associações ou em outras entidades que se disponham a cooperar com a temática, no intuito de envolver toda a sociedade em prol da valorização da pessoa idosa.

Art. 3º A Semana de valorização da Pessoa Idosa tem como objetivos:

I – valorizar a pessoa idosa buscando fazer prevalecer os direitos previstos no Estatuto do Idoso;

II – conscientizar a população sobre a importância de se respeitar a prioridade do atendimento nos serviços essenciais à pessoa idosa;

III – divulgar informações referentes aos direitos da pessoa idosa;

IV– contribuir para reduzir e prevenir a violência contra a pessoa idosa;

V– promover espaço de debates e ações nas áreas de assistência social, saúde, educação, trabalho, previdência social, justiça, habitação, urbanismo, cultura, esporte e lazer.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 19 de novembro de 2012.

125º da República e 53º de Brasília

AGNELO QUEIROZ

idoso 100 150x111 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal    idoso ebolacao 150x106 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal    idosos qualidade de vida 150x94 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal

Valorizar é amar

A velhice, considerada a terceira idade, é tema de grandes discussões. Campanhas, apelos, conscientização, estão dentro desse contexto polemico.

Idosos estão cada vez mais independentes graças a inúmeras surfistas idosos abre 150x99 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federalcampanhas por melhores condições, dadas como exemplo as campanhas de vacinação e grupos de integração, os chamados grupos de terceira idade, que visam proporcionar aos idosos, passeios, bailes, viagens, assistência médica, cursos ministrados por entidades particulares e governamentais e ate mesmo por voluntários.

Esses projetos são vistos como a salvação, já que proporcionamidosos centro idoso 150x99 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal uma chance para esses idosos deixarem de ser ‘objetos em desuso’, de muitas famílias.

Por outro lado temos casos de senhores e senhoras que são deixados em asilos pelos próprios filhos acreditando estarem fazendo o melhor ou pregando o que esta no estatuto do idoso: direito a alimentação, saúde cuidados entre outros. Essas casas, bem estruturadas na maioria das vezes, com profissionais qualificados para tal, passam a ser o lar de muitos velhinhos.

Mas isso seria suficiente para a felicidade de uma pessoa?

Muitas famílias esquecem que idosos precisam de carinho, atenção,

nao abandone seu idoso 150x150 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal

 cuidados especiais que tão somente estando próximo aos entes queridos faz-se possível.

Valorizar um idoso não é só colocá-lo em um projeto em que ele encontra cuidados com saúde e higiene pessoal, valorizar um idoso é transmitir a ele o quão importante ele foi, e continua sendo para sua família.

Esse conceito de valorizar deveria partir da própria família em si, onde somos capazes de educar nossas crianças para que eles não nos esqueçam em um asilo ou casa de descanso. É como se estivéssemos interrompendo um ciclo.

A valorização do idoso só é possível se levado em consideração que uma pessoa idosos miss e mister 150x112 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federalnão deixa de significar para outra por causa da sua idade, idosos não podem ser comparados a poltronas, ou aparelhos que ao final de um certo tempo deixam de ser importantes e podem ser substituídos.

É chegada a hora de pensarmos na carência em que vivem esses velhinhos, na depressão que cada olhar dos muitos amontoados nessas casas guardam para si.idosas ginastica1 150x84 VALORIZAÇÃO DA PESSOA IDOSA no calendário oficial do Distrito Federal

Valorizar é sobretudo amar incondicionalmente uma pessoa, não importando se ela já viveu muito, se ela ainda é capaz de desenvolver certas tarefas ou se simplesmente ela vai a partir de então só depender do tempo, carinho, atenção e paciência dos mais jovens

Redação de FABIANA MACHADO postada na http://capaciteredacao.forum-livre.com/t765-gentileza-verificar-a-redacao-tema-valorizacao-do-idoso

 

ONDE DENUNCIAR, EM TODO O BRASIL,  MAUS TRATOS EM IDOSOS:

http://www.cuidardeidosos.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/Onde-denunciar-maus-tratos-contra-idosos.pdf

 

SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO

SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO

O Hospital São Francisco, em Ceilândia, realizou na última 02 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOsemana de outubro de 2012 a VI SIPAT – SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO EM ACIDENTES DE TRABALHO, e dentre as várias atividades realizadas na unidade hospitalar, a organização do evento convidou a 15ªDP a participar com uma palestra sobre CRIME, VIOLÊNCIA e PREVENÇÃO.

A SPCOM – Seção de Polícia Comunitária DA 15ªDP,01 material SPCOM 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO pelos agentes AYALA e EUSA, representaram muito bem a PCDF e a 15ªDP, tendo o preletor, o agente AYALA, levado àquela comunidade conceitos de Polícia Comunitária (filosofia e estratégia), conceitos e alertas de prevenção, características e peculiaridades do autor de crime, dinâmica da preparação do ato criminoso abordando as 5 fases, dicas de prevenção 03 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOabordando os crimes de furto, roubo, estelionato, bullying e mobbing, enfatizando as áreas pessoal, residencial e veículo.

A palestra, apresentada de forma dinâmica, com utilização de vídeos alusivos, agradou  bastante os participantes conforme os relatos registrados.

04 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO 05 Ag. Ayala Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO 06 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO

07 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO 08 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO 09 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO

10 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO 11 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO 12 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃO

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LOGO SÃO FRANCISCO 150x69 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOHOSPITAL SÃO FRANCISCO

anascimento@jornaldacomunidade.com.br  Redação Jornal da Comunidade


HOSPITAL SÃO FRANCISCO 300x199 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOHá 17 anos no bairro, o Hospital São Francisco é o maior da região.

Quem pensa que os moradores de Ceilândia não possuem boa renda, está enganado. Que o digam os hospitais e clínicas particulares que se instalaram na região. Cansados de enfrentar os problemas da rede pública de saúde, muitos moradores recorrem aos benefícios de pagar uma consulta ou o plano de saúde.

Um dos maiores hospitais instalados na região, o São 13 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOFrancisco expandiu recentemente, para melhor atender aos pacientes. Instalado em Ceilândia há 17 anos, o local atualmente é administrado por Sérgio Bastos. Ele conta que na época do surgimento do São Francisco, o local era uma pequena clínica que se chamava Unitas. “No início, só havia maternidade, mas com o passar do tempo foram tendo outras demandas por 14 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOespecialidades e a gente foi crescendo”, conta. Hoje o hospital é o maior de Ceilândia, com plantão 24 horas, exames laboratoriais e uma variedade de especialidades.

Pelo São Francisco passam cerca de 700 pessoas por dia. “A população procura o hospital pela qualidade e pelo preço acessível”, observa Sérgio, lembrando que entre julho e agosto 15 Palestra VI SIPAT Hospital São Francisco SPCOM 15ªDP 150x112 SPCOM da 15ªDP REALIZA PALESTRA SOBRE CRIME VIOLÊNCIA E PREVENÇÃOdeste ano será implantado o exame cardiológico com hemodinâmica no hospital.

Além dos atendimentos, o Hospital São Francisco oferece palestras gratuitas à população e cursos de aperfeiçoamento para médicos e funcionários. O Hospital São Francisco tem 27 leitos no pronto socorro, UTI e a radiologia 24 horas por dia.

Fonte: http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-03-26/nossobairro/3069/POR-AQUI-A-SAUDE-ESTA-EM-1%C2%BA-LUGAR.pnhtml